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Durante 20 anos, de 1895 a 1915, o general José Gomes Pinheiro Machado, líder do Partido Republicano Conservador, senador pelo Rio Grande do Sul, foi o homem forte do Legislativo e a eminência parda de muitos governos. Todos pensavam que um dia ele seria presidente da República, mas nunca chegou lá. Foi assassinado em 1915, por um desequilibrado mental.Marcadores: eustorgio wanderley
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Sarambá (samba, 1930) - J. Tomás e Duque ( Antônio Lopes de Amorim Diniz)Marcadores: cronologia da mpb, duque, j. tomas
A marchinha é quase uma peça de campanha de Júlio Prestes, candidato oficial a presidente da República, mas nem por isso deixa de ser saborosíssima. Fez grande sucesso no carnaval de 1929, e foi cantada numa revista teatral de abril do mesmo ano.Marcadores: cronologia da mpb, freire junior
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Canção dos infelizes (canção, 1930) - Donga, Luiz Peixoto e Marques PortoMarcadores: cronologia da mpb, donga, luiz peixoto
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Em 1929 Joubert de Carvalho mostrou para Olegário Mariano as melodias para dois poemas seus, o Cai, cai, balão e Tutu Marambá, gravadas por Gastão Formenti, dando início a uma parceria de 24 composições.Marcadores: cronologia da mpb, joubert, olegario mariano, tutu maramba
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J. Júnior Gobes |
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Quando me lembro (marcha, 1925) - Eduardo Souto e João da PraiaMarcadores: cronologia da mpb, eduardo souto
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Está na hora (marcha/carnaval, 1925) - CaninhaMarcadores: caninha, cronologia da mpb
Caneca de couro (maxixe/carnaval, 1925) - SinhôMarcadores: cronologia da mpb, sinho
De cartola e bengalinha (maxixe, 1925) - Freire JúniorMarcadores: cronologia da mpb, freire junior
Fubá (maxixe, 1924) - Romeu Silva (sobre motivo popular)Marcadores: cronologia da mpb, romeu silva
Pai Adão (marcha/carnaval, 1924) - Eduardo SoutoMarcadores: cronologia da mpb, eduardo souto
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Não sei dizê (marcha/carnaval, 1924) - Eduardo SoutoMarcadores: cronologia da mpb, eduardo souto
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Vida apertada (marcha-batuque, 1923) - SinhôMarcadores: cronologia da mpb, sinho
Só teu amor (marcha-rancho, 1923) - Eduardo SoutoMarcadores: cronologia da mpb, eduardo souto
Não olhe assim (marcha/carnaval, 1923) - Freire JúniorMarcadores: cronologia da mpb, freire junior
Macumba Gegê (samba/carnaval, 1923) - SinhôMarcadores: cronologia da mpb, sinho
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Goiabada (marcha/carnaval, 1923) - Eduardo SoutoMarcadores: cronologia da mpb, eduardo souto
Cabeça inchada (marcha, 1923) - SinhôMarcadores: cronologia da mpb, sinho
Sete Coroas (samba, 1922) - SinhôMarcadores: cronologia da mpb, sinho
Fala baixo (marcha/carnaval, 1922) - SinhôMarcadores: cronologia da mpb, sinho
Sai da raia (marcha/carnaval, 1922) - SinhôMarcadores: cronologia da mpb, sinho
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O tango "Favorito" (1895) foi gravado em 1912 na Odeon pelo seu autor, Ernesto Nazareth, que ao piano foi acompanhado por Pedro de Alcântara em solo de flautim. No entanto há registros de gravações anteriores como a do cantor Mário Pinheiro que interpretou “Favorito” em 1908 (provavelmente), com letra atribuída a Catulo da Paixão.Marcadores: ernesto nazareth
Primeiramente publicada pela Casa Arthur Napoleão (Sampaio, Araújo & Cia.), a vigésima sexta polca editada por Ernesto Nazareth Marcadores: ernesto nazareth
"Escovado" é uma gíria comum que signifca "astuto". Ary Vasconcelos nos conta em seu livro Panorama da Música Popular Brasileira que Ernesto Nazareth era um “homem devotado à família que dava geralmente, às músicas que compunha, títulos com que homenageava ora um filho, ora a espôsa, ora um outro parente.” “Travesso” foi dedicado a seu filho Ernesto, “Marieta” e “Eulina” a suas duas filhas, “Dora” a sua esposa Teodora, “Brejeiro” a seu sobrinho Gilberto, etc.Marcadores: ernesto nazareth
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A polca Flor do Abacate foi composta por Álvaro Sandim (1862–1919), trombonista e diretor de harmonia na Sociedade Dançante Carnavalesca Ninho do Amor que, em 1913, abandonou esse clube e se juntou ao rancho Flor do Abacate (na foto: o Rancho Flor de Abacate).Marcadores: flor de abacate
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--------------Dm ---------------------------Gm
Se ela um dia, por acaso perguntar por mim
---------------A7-------------- Dm----- A7
Diga, por favor, que eu sou feliz ...
---------Dm -------------Dm6 -------------Am
É preciso a própria mágoa disfarçar assim,
---------------------F E7------------------- Bb7--- A7
Dissimulando a dor à sombra de um sorriso...
--------Dm------------------------------------ Gm
Coração talvez não tenha aquela por quem dei
-----------------A7---------- Eb7--- D7
Tudo o que sofri e que sonhei
---------------Gm--------- E°----------- Dm
Estrela solitária que no céu do meu amor
--------------------------------E7
Eternamente, desde que brilhou,
-----A7 ---------Dm
Nunca se apagou!
-------A7----------------- Dm
Esperança de revê-la ainda
--------D7------------------ Gm
Amargura de poder somente
-----------------------E°--------------- Dm
Suplicar por ela, assim, alucinadamente
E7
Na paixão / Que é perdição / No amor
------------------A7
Que sempre é dor
---------------------Gm
Feliz porque não diz / As lágrimas que
------A7--------------------------- Dm
Sempre, sempre, esconderei sorrindo
---------D7--------------------- Gm
Desfolhando apenas malmequeres.
------------------E°--------------------- Dm
Pois ferir o coração é próprio das mulheres
--------E7------------ A7----- Dm
É sofrer, mesmo assim, é VIVER!
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É preciso discutir (samba, 1931) - Noel RosaMarcadores: francisco alves, mario reis, noel rosa
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A cúmplice, Por quem sonha Ana Maria, (letras cifradas); A situação, Ah! Se o seu fusca votasse, Amor non sense, Aquarela de sonhos, Assim é o Rio, Atraso ou solução, Auto-retrato, Brasil já vai a guerra, Caixinha obrigado, Cantiga para Iara dormir e sonhar, Dona Maria Tereza, Jeová, Jeová, Legalidade, Melô da merda, Menina, Nasal sensual, Pena preta de urubu, Pequena marcha para um grande amor, Políticos de cordel, Presidente Bossa Nova, Sou sim e daí, Take Me Back To Piauí (só letras).
Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora / PubliFolha; http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/.
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A cantora Luciene Franco (Luciene Habib Franco Freitas Câmara), nascida no Rio de Janeiro-RJ em 3/1/1939, é filha única de Alexandrino Franco e Sarah Habib Franco. Estudou no Colégio Mello e Souza, no Rio, onde sempre viveu (salvo um período de dois anos em que morou em São Paulo, entre 1965 e 1967). Foi casada duas vezes e além da atividade artística é empresária do ramo hoteleiro, sendo proprietária de um hotel em Cabo Frio-RJ.Marcadores: cantora, luciene franco
Osvaldo Molles (Santos, SP, 1913 - São Paulo, SP, 14/05/1967) aos 16 anos de idade iniciou sua carreira no jornalismo, trabalhando na redação do Diário Nacional e, em seguida, no São Paulo Jornal e no Correio Paulistano.Marcadores: compositor, escritor, jornalista, osvaldo molles, poeta, radialista
Ernâni Alvarenga, compositor, instrumentista e cantor, nasceu em São Paulo SP (10/06/1914) e faleceu no Rio de Janeiro RJ (01/01/1992). Nascido no bairro da Barra Funda, aos quatro anos de idade mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde fez o curso primário.Marcadores: cantor, carnaval, compositor, ernani alvarenga, escola de samba, instrumentista
Antes de Pixinguinha, o samba das orquestras tinha som de maxixe e os arranjos eram da escola italiana. Com ele, o colorido sonoro ganhou tons verde-amarelos, criando a maneira brasileira de se fazer ouvir.
Ary Barroso foi um dos primeiros a protestar contra a forma como os sambas e outros ritmos brasileiros estavam sendo gravados, nos momentos da expansão da indústria fonográfica no Brasil. Não que tivesse algo de pessoal contra os maestros e instrumentistas estrangeiros encarregados de executar nossas músicas, mas bastava simplesmente ouvi-los para sentir a falta de sotaque brasileiro.
Os arranjos obedeciam à escola italiana, os músicos tocavam como nos velhos tempos dos maxixes, não se observava a presença de ritmistas nas orquestras, faltando molho e sabor nacionais às gravações.
A solução veio com um gênio negro, nascido no Rio de Janeiro, em 1898, e que, aos 12 anos, já era considerado o maior flautista da cidade. No futuro, viria a sê-lo também do Brasil e, em termos de música popular, talvez do mundo. Alfredo da Rocha Viana Filho, o Pixinguinha, que já tivera a grande experiência internacional liderando Os Oito Batutas em Paris, era nome conhecido e respeitado como músico e líder, quando sua carreira de arranjador, uma guinada em seu destino e no da música popular brasileira, aconteceu.
A primeira vez que formou uma orquestra, ou algo parecido, foi na Exposição do Centenário da Independência do Brasil, em 1922, no Rio de Janeiro. Como ele mesmo contava: “A Rádio Sociedade tinha um estúdio na Exposição.Tinha aqueles alto-falantes e fui irradiar da Exposição. Eu e Zaíra de Oliveira, grande cantora e que veio a ser posteriormente esposa do Donga (...) toquei em uma exposição da General Motors, da qual participou também Villa-Lobos. Eu organizei uma orquestra popular, com instrumentos de orquestra”.
Sérgio Cabral, na biografia de Pixinguinha, aclara: “O compositor e pianista Eduardo Souto, encarregado de convidar os artistas e as orquestras que iriam apresentar-se diariamente, pediu a Pixinguinha para organizar uma orquestra, tarefa cumprida com a participação de todos os batutas e mais o reforço de Bonfiglio de Oliveira e da cantora Zaíra de Oliveira. (...) Durante toda a exposição, Pixinguinha e sua orquestra tocaram diariamente no pavilhão da General Motors”.
Nascia o primeiro maestro brasileiro a tocar música com o nosso sotaque. A primeira escola de arranjos para Pixinguinha foi o teatro de revista. Foi em composições suas e alheias que o maestro burilou o estilo e iniciou o trabalho de criação de uma forma brasileira de execução orquestral. Seu jeito de levar para a pauta a parte de cada instrumento, no todo de um arranjo, foi ganhando forma na soma de trabalhar muitos ritmos e maneiras de fazer música. Ele próprio, compondo para revistas, fazia músicas japonesas, americanas, argentinas, francesas e por aí afora.
Em 1928, logo após a implantação da gravação elétrica no Brasil, Pixinguinha pôde usar a gravadora Odeon como laboratório para seus experimentos orquestrais. Gravou como nunca, músicas dele e de outros compositores. Apresentava-se como Pixinguinha e Conjunto, Orquestra Típica Pixinguinha, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga e Orquestra Típica Oito Batutas.
Em maio de 1928, em companhia de Donga, forma uma orquestra de caráter inteiramente brasileiro. Criada para tocar na II Exposição de Automobilismo, Autopropulsão e Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro, dos 40 músicos, 34 eram instrumentistas de cordas e ritmo, visto que Pixinguinha e Donga objetivavam, com essa orquestra “típica”, fazer frente às jazz bands e às típicas argentinas, febre musical da época.
A consolidação como maestro e arranjador viria em 1929, quando a gravadora Victor contratou Pixinguinha como seu orquestrador de discos e maestro da Orquestra Victor Brasileira. Em, no mínimo, seis gravações por ano, apareceria como solista de flauta, completando suas funções.
Sérgio Cabral destaca a partir daí a importância dessa orquestra para o panorama da música brasileira de então, já que finalmente se passou a tocar música brasileira de um jeito brasileiro, incluindo aí o samba provindo do Estácio. As orquestrações de Pixinguinha podiam ser reconhecidas de imediato.
As introduções que criava, compondo sobre temas alheios, deram tom definitivo ao arranjo nacional. A de O teu cabelo não nega chega a ser tão lembrada quanto a própria música. Sem nunca ter parado de estudar e trabalhar, Pixinguinha é uma referência até hoje para os maestros brasileiros, como continuará sendo amanhã.
Fonte: História do Samba - Editora Globo.
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O contista, poeta, teatrólogo e jornalista Artur Azevedo (Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo) nascido em São Luís (MA), em sete de julho de 1855, é considerado o pai do teatro musicado brasileiro. Filho de David Gonçalves de Azevedo e Emília Amália Pinto de Magalhães, aos oito anos demonstrou gosto para o teatro e fez adaptações de textos de autores como Joaquim Manuel de Macedo.
Nessa época escreveu as peças dramáticas como a opereta francesa La Filie de Madame Angot; fez a paródia A filha de Madame Angu (1876), que chamou as atenções gerais e criou as oportunidades para o começo de sua carreira teatral; O Liberato e A Família Salazar, que sofreu censura imperial e foi publicada mais tarde em volume, com o título de O escravocrata. Escreveu mais de quatro mil artigos sobre eventos artísticos, principalmente sobre teatro (figura ao lado: chamada para peça "O Bilontra": O Mequetrefe - Rio de Janeiro - 1885).Marcadores: artur azevedo, jornalista, poeta, teatro, teatro de revista
Nem Dante Alighieri, nas mais profundas divagações sobre o Inferno, imaginaria uma ala de baianas desfilando na sua Divina Comédia. Mas, para a grande magia do Carnaval, nada é impossível e nos primórdios das escolas de samba, a primeira delas, a Deixa Falar, desfilava com o enredo O Inferno de Dante.
A tradição viva: obrigatórias por regulamento, as baianas
mantêm em sua ala as origens culturais do samba.
Fonte: História do Samba - Editora Globo.
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Waldir Calmon (Valdir Calmon Gomes), pianista e compositor, nasceu em Rio Novo-MG (30/1/1919) e faleceu no Rio de Janeiro-RJ (11/4/1982). Aos 11 anos já tinha aprendido a tocar piano com a mãe. Entretanto, sua primeira aspiração era ser cantor. Para tanto, foi crooner num conjunto em que formou em Juiz de Fora-MG em sua época escolar.Marcadores: compositor, pianista, waldir calmon

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Sidney Miller (Sidney Álvaro Miller Filho), compositor, nasceu e faleceu no Rio de Janeiro- RJ ( 18 de Abril de 1945 - 16 de Julho de 1980). Natural de Santa Teresa despontou como compositor no cenário musical brasileiro durante a década de 1960, participando com algum destaque em festivais da Música Popular Brasileira.