G E7 Am
Nos anais de nossa história fomos encontrar
D7 G D7
Personagem de outrora que queremos recordar
G G7 C
Sua vida, sua glória, seu passado imortal
Cm G E7 Am D7 G
Que be...leza a nobreza do tempo colonial
D7 G E7 Am
Ôh lê lê, ôh lá lá,
D7 G
Pega no ganzê, pega no ganzá
G E7 Am
Hoje tem festa na aldeia, quem quiser pode chegar
D7 G D7
Tem reizado a noite inteira e fogueira pra queimar
G G7 C
Nosso rei chegou de longe pra poder nos visitar
Cm G E7 Am D7 G
Que be...........leza a nobreza que visita o gongá
G E7 Am
Senhora dona da casa, traz seu filho pra cantar
D7 G D7
Para um rei que veio de longe, pra poder nos visitar
G G7 C
Esta noite ninguém chora e ninguém pode chorar
Cm G E7 Am D7 G
Que be.......leza a nobreza que visita o gongá
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G Am
Vem chegando a madrugada, ôi
D7 G
O sereno vem caindo - bis
E7 Am D7
Cai, cai, sereno devagar
G
O meu amor está dormindo - bis
E7 Am
Deixa dormir em paz
D7 G
Uma noite não é nada
E7 Am
Não acorde o meu amor
D7 G
Sereno da madrugada! Marcadores: adil de paula, cronologia da mpb, noel rosa de oliveira, zuzuca
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Jamais te esquecerei
Pois tu és a minha vida
És tudo que sonhei
Minha querida
Um sonho iluminado
Vivi a sonhar
Estar sempre ao teu lado
Para te amar
Jamais esquecerei
Esta felicidade
Porque na realidade
És meu amor
Comigo levarei
Pra eternidade
O sonho que sonhei
Com tanto ardor
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Zilda do Zé |
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Dupla sertaneja formada por Sebastião Alves da Cunha (Coromandel MG 1927—) e Osvaldo Franco (Paranapanema SP 1936—). Sabiá (Sebastião) era garimpeiro e em 1947 formou, com o irmão Elias e o paulista Alberto Calçada, o Trio Sabiá-Canarinho-Albertinho, que atuou na Rádio Araguari MG até 1950.
Nesse ano os três vieram para São Paulo SP, passando a se apresentar em vários programas, como Hora dos Municípios, de Blota Júnior, na Rádio Record, e Arraial da Curva Torta, do Capitão Furtado, na Rádio Difusora. Depois, Sebastião encurtou seu pseudônimo para Biá e, desfeito o trio, formou dupla com Mariano, gravando em 1951, na Continental, Onde foi você (Euclides Pereira Rangel, o Bolinha) e Pelejo pra te deixar (Biá e Gauchinho). Deixando Mariano, formou outra dupla, em 1952, Palmeira e Biá, atuando durante oito anos.
Em 1961 passou a cantar com o irmão, Sílvio, formando a dupla Biá e Biazinho, que gravou o LP Relíquias sertanejas. Nesse mesmo ano, Dino Franco (Osvaldo), que na época se chamava Piraçununga e era parceiro de Piratininga (Nelson Martins), estreava em disco de 78 rpm com Dança da chula (Arlindo Pinto e Zé Cupido) e Tafuleira (Ado Benatti e Marinho).
Em 1962, Biá gravou um LP em que fazia dueto com sua própria voz, Um cantor em duas vozes, usando o nome de Sid Biá. Lançou ainda um LP no gênero sentimental, Carinho. A dupla Piraçununga e Piratininga gravou para a CBS outro 78 rpm com duas músicas de autoria de Dino Franco, Aventureira e Capricho do destino, esta em parceria com Brás Hernández.
No ano seguinte, a mesma dupla lançou um disco pela Continental, com Cuidado moço (Arlindo Pinto e Zé Cupido) e Somos de alguém (Piraçununga e Piratininga). Com a morte do parceiro em 1964, Piraçununga formou outra dupla, com Belmonte (de Belmonte e Amaraí), gravando na Chantecler A fronha (Belmonte e Anacleto Rosas Júnior) e Coração de fera (de sua autoria).
Em 1965, mudando seu pseudônimo para Junqueira, Piraçununga formou a dupla Junqueira e Juquinha (José Duarte da Costa) e gravou, para a etiqueta Califórnia, Retrato do boi soberano, de sua autoria, e Mineiro não perde o trem (Juquinha e Silveira). Biá, tendo formado nova dupla, Dorinho e Biá, gravou três LPs em 1966, 1967 e 1968. Depois, atuou na Rádio Nacional, de São Paulo, com Biá e seus Batutas, tendo também gravado o LP Os grandes sucessos de Palmeira e Biá, na Continental.
No mesmo ano de 1968, Osvaldo Franco adotou definitivamente o pseudônimo de Dino Franco e gravou como solista o LP em que foi incluída, entre outras músicas, Rincão gaúcho (com Zico), que deu nome ao disco.
Entre 1971 e 1972 excursionou por diversas cidades, tendo composto na época um de seus maiores sucessos, O sertanejo é um forte (com Ari Guardião). Em 1972 foi contratado pela Chantecler como produtor e diretor sertaneja, e ali mesmo na gravadora resolveu formar uma dupla com Biá. A nova dupla lançou vários discos, destacando-se as composições de Dino — Que será de nós (com Nhô Cido), Distante, Travessia do Araguaia (com Décio Santos), Pescador do Iuaí (com Adolfinho), música utilizada como fundo num documentário realizado pela B.B.C. de Londres, Inglaterra, e Cruz do meu rosário. Além dessas, gravou Encontro de poetas (João Pacífico) e A visita (Biá e Silvio Cunha), também com sucesso.
De 1972 até 1979, quando se dissolveu, a dupla ainda gravou seis LPs e teve diversas participações em discos especiais. Enquanto Dino Franco encerrava a carreira, Biá entrou para a Rádio Tupi, de São Paulo, como produtor da unha sertanejapermanecendo até 1980. Transferiu-se para a Rádio Mulher, de São Paulo, produzindo e apresentando o programa Encontro com Biá, que levou, em 1982, para a Rádio Gazeta.
Ainda em 1982, por solicitação da Warner (selo Rodeio), tornou a montar o trio Biá e Seus Batutas (com Shirley e Evangelista) para uma única e última gravação de um LP, trazendo, entre outras, as músicas Valente pioneiro e Bóia fria (ambas de Zé Fortuna e Carlos César).
De 1984 até 1986 foi produtor e apresentador, na Rádio Imprensa, São Paulo, do primeiro programa de música sertaneja levado ao ar por uma emissora FM em todo o Brasil. Em 1987 sofreu acidente doméstico que o afastou definitivamente de qualquer atividade profissional.
No ano de 1997 foram lançados dois CDs de músicas antigas de suas duplas: Palmeira e Biá (BMG) e Biá e Dino Franco (Chantecler / Warner).
Fonte: Enciclopédia da Música Popular - Art Editora e PubliFolha.
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Tom: C
Intr.: C G C G F Em Dm C
C
De que me adianta viver na cidade
G
Se a felicidade não me acompanhar
Adeus, paulistinha do meu coração
C
Lá pro meu sertão quero voltar
F
Ver a madrugada, quando a passarada
G
Fazendo alvorada começa a cantar
Com satisfação arreio o burrão
F Em Dm C
Cortando o estradão saio a galopar
F G
E vou escutando o gado berrando
C
Sabiá cantando no jequitibá Intr.
C
Por nossa senhora, meu sertão querido
G
Vivo arrependido por ter te deixado
Esta nova vida aqui na cidade
C
De tanta saudade, eu tenho chorado
F
Aqui tem alguém, diz que me quer bem
G
Mas não me convém, eu tenho pensado
Eu digo com pena, mas essa morena
F Em Dm C
Não sabe o sistema que eu fui criado
F G
Tô aqui cantando de longe escutando
C
Alguém está chorando com o rádio ligado Intr.
C
Que saudade imensa do campo e do mato
G
Do manso regato que corta as campinas
Aos domingos ia passear de canoa
C
Nas lindas lagoas de águas cristalinas
F
Que doce lembrança daquelas festanças
G
Onde tinham danças e lindas meninas
Eu vivo hoje em dia sem ter alegria
F Em Dm C
O mundo judia, mas também ensina
F G
Estou contrariado, mas não derrotado
C
Eu sou bem guiado pelas mãos divinas Intr.
C
Pra minha mãezinha já telegrafei
G
E já me cansei de tanto sofrer
Nesta madrugada estarei de partida
C
Pra terra querida, que me viu nascer
F
Já ouço sonhando o galo cantando
G
O inhambu piando no escurecer
A lua prateada clareando a estrada
F Em Dm C
A relva molhada desde o anoitecer
F G
Eu preciso ir pra ver tudo alí
C G7 C
Foi lá que nasci, lá quero morrer
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Tom: D
Introdução A7, D, A7, D
D A7
Oh pombinha mensageira leve para minha amada
A7 D
Esta carta apaixonada Que chorando eu escrevi
D A7
Diga pra minha querida que eu só vivo penando
A7 D
E pergunto soluçando Que mal foi que cometi
D A7
Voa depressa pombinha antes que a noite apareça
A7 D
Antes que eu me enlouqueça Por favor esteja aqui
D A7
Se trouxer boas notícias esta solidão eu venço
A7 D
Mas se não for o que penso Dei que não vou resistir
D A7
Quando ela abrir a carta vai notar borrões e erros
A7 D
Diga que neste desterro Foi chorando que escrevi
D A7
Os borrões foram meus prantos que caíram sobre as letras
A7 D
E os erros são memórias Que por ela eu perdi
D A7
Com certeza ela entende mesmo estando mal escrita
A7 D
Não contém frases bonitas Mas falei o que eu senti
D A7
Diga que estou sofrendo por viver assim ausente
A7 D
E a amo loucamente Desde quando eu a vi
D A7 D
Dia vem clareando ainda estou acordado
D A7 D
Tristonho desesperado E a pombinha não vem
D A7 D
Será que ela não sabe como é triste um abandono
D A7 D G A D
Já perdi noites de sono Sofrendo por querer bem
Marcadores: belmonte e amarai

Dupla sertaneja formada por Pascoal Todarello (Barra Bonita SP 1937—Santa Cruz das Palmeiras SP 1972), o Belmonte, e Domingos Sabino da Cunha (Santa Helena GO 1940—), o Amaraí.
Unidos por cinco anos, gravaram poucos LPs, dois dos quais pela RCA, em 1969 e 1970. Os maiores sucessos da dupla são o rasqueado Saudades da minha terra, a polca paraguaia Pombinha mensageira e Andorinha (adaptação de La golondrina, canção mexicana de 1860).
Belmonte formou outras duas duplas anteriores: com Belmiro e com Miltinho (da dupla Tibagi e Miltinho). Amaraí, por sua vez, formou dupla com Tibagi. Depois da morte de Belmonte, Amaraí seguiu cantando e gravando e, em 1985, lançou um disco solo, sem título, selo Coração Sertanejo.
CD
Sucessos de Belmonte e Amaraí, 1994, Continental 17881 9-2.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e publiFolha.
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Grupo vocal-instrumental paulistano, um dos primeiros da segunda geração do rock brasileiro. Também um dos primeiros, senão o primeiro, a seguir fielmente os modelos do pop-rock inglês de grupos como Beatles e Rolling Stones, abandonando o pop norte-americano e o pop inglês de Cliff Richard e os Shadows, que eram os grandes exemplos dos roqueiros brasileiros até então. Foram ainda um dos grupos mais atuantes na Jovem Guarda, como acompanhantes de Roberto Carlos e outros, em shows e na televisão.Marcadores: beatniks, jovem guarda
Vânia Bastos (Vânia Maria Bastos), cantora (Ourinhos SP 13/5/1956—), começou cantando em coros de igreja em sua cidade natal. Em 1975 mudou-se para São Paulo SP para fazer o curso universitário de sociologia. Estudou canto com Ula Wolff, Lee Alison e Nancy Miranda.Marcadores: vania bastos
Ronaldo Bastos (Ronaldo Bastos Ribeiro, Niterói-RJ, 21/1/1948—), compositor e produtor, começou a atuar profissionalmente a partir de 1967, mas seu gosto pela música se manifestou já aos dez anos de idade. Nos anos seguintes, matava aulas para ir à casa do compositor Heitor dos Prazeres. Com os colegas da escola criava marchinhas carnavalescas.Marcadores: milton nascimento, ronaldo bastos
O compositor, pianista e arranjador Cristóvão Bastos (Cristóvão da Silva Bastos Filho - Rio de Janeiro, 03/12/1946) é respeitado e admirado por grande parte da música brasileira. No entanto, precisou de mais de 30 anos de carreira para gravar o primeiro disco solo, Avenida Brasil, que inclui parcerias com compositores consagrados.Marcadores: cristovao bastos
Marcadores: carlos lyra, nelson lins e barros
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Nelson Lins e Barros, compositor (Recife-PE, 4/11/1920—Rio de Janeiro-RJ, 3/11/1966), fez o curso primário na Escola Manuel Borba em Recife, transferindo-se depois para o Rio de Janeiro, onde concluiu o secundário no Liceu Francês. Mais tarde estudou na Queen’s University, em Kingston, Canadá, diplomado-se pelas universidades de Berkeley e da Califórnia, EUA.Marcadores: carlos lyra, nelson lins e barros
Theo de Barros (Teófilo Augusto de Barros Neto), compositor, cantor, instrumentista e arranjador, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 10/3/1943. Filho do compositor alagoano Teófilo de Barros Filho, aos 11 anos ganhou um violão e começou a aprender os primeiros acordes com Francisco Batista Barros; outros professores foram Tio Manoel, João Caldeira Filho, Leo Peracchi e Alfredo Lupi.Marcadores: quarteto novo, theo de barros
Heraldo do Monte nasceu em 1º de maio de 1935 na cidade de Recife, Pernambuco. Um dos pais da nossa música instrumental, tem a carreira marcada pela formação do lendário Quarteto Novo, com Hermeto Pascoal, Airto Moreira e Theo de Barros.Marcadores: heraldo do monte, quarteto novo
Conjunto formado no início da década de 1950 pelo guitarrista, compositor e cantor Alberto Borges de Barros (São Paulo SP 1918—). Filho de Josué de Barros, o descobridor de Carmen Miranda, chegou, ainda adolescente, a acompanhar a cantora ao violão, ao lado do pai.Marcadores: betinho e seu conjunto, josue de barros
Luiz Ayrão (Luiz Gonzaga Kedi Ayrão), cantor, compositor e escritor, nasceu no bairro do Lins de Vasconcelos, no Rio de Janeiro-RJ (19/1/1942). Filho do músico e compositor Darcy (1915-1955), cresceu em ambiente musical, o bisavô era músico e o avô, Artur da Silva Ayrão, estudou música no internato Escola Quinze de Novembro e na Escola Militar de Realengo na década de 1880, tornando-se maestro e professor. Na casa de um tio de seu pai, Juca de Azevedo, saxofonista, costumavam freqüentar Pixinguinha e João da Baiana, que tocavam composições do maestro e professor Ayrão.Marcadores: luiz ayrao