Marcadores: antonio adolfo, cronologia da mpb, tiberio gaspar
Marcadores: cronologia da mpb, fernando lobo
Marcadores: carlos cesar, cronologia da mpb, fernando cesar

Marcadores: cronologia da mpb, monsueto
Marcadores: cronologia da mpb, luiz gonzaga

Marcadores: bossa nova, milton banana
Paulo Tapajós Gomes Filho, compositor e cantor, nasceu no Rio de Janeiro-RJ, em 17/8/1945. Filho do músico Paulo Tapajós, com quem teve as primeiras noções musicais, começou a compor na década de 60, participando de festivais.Marcadores: festivais da mpb, paulinho tapajos
Sérgio Santos Mendes, instrumentista, arranjador e regente, nasceu em Niterói (RJ), em 11/2/1941. Um dos músicos brasileiros mais celebrados no exterior estudou piano desde criança, passando na juventude do clássico para o jazz.Marcadores: bossa nova, sergio mendes

Marcadores: bossa 3, bossa nova
Marcadores: bossa nova, wanda sa
Marcadores: cronologia da mpb, fernando martins, marchas de carnaval, vitor simon
Marcadores: cronologia da mpb, edgar ferreira
Marcadores: bruno marret, cronologia da mpb
Marcadores: altamiro carrilho, augusto mesquita, cronologia da mpb, maxixe

Marcadores: jose briamonte
Vera Brasil (Vera Lelot), compositora, cantora e instrumentista, nasceu São Paulo SP, em 07/05/1932. Filha do compositor e violonista Sivan Castelo Neto, iniciou-se no violão aos 16 anos e, mais tarde, estudou canto e música com Miguel Arquerons.Marcadores: vera brasil
Americano do Brasil (Antônio Americano do Brasil), historiador e folclorista, nasceu na cidade de Bonfim-GO, hoje Silvânia (28/08/1892) e faleceu em Santa Luzia-GO (20/04/1932). Era filho legítimo do professor Antônio Eusébio de Abreu e de dona Elisa de Abreu.Marcadores: americano do brasil
Nestor Campos (Nestor Pereira Campos), compositor, guitarrista e instrumentista, nasceu em São Luís de Piratininga, SP, em 6/3/1920. Foi líder de um conjunto que fazia constantes apresentações em boates paulistas. Atuou como guitarrista na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.Marcadores: nestor campos
Gilberto Gagliardi, instrumentista e arranjador, nasceu em São Paulo SP, em 5/12/1922. Estudou trombone com o pai, José Gagliardi, e fez curso de iniciação musical na E.N.M.U.B, do Rio de Janeiro RJ, em 1938. Começou a tocar profissional mente com a orquestra Simon Bountman, que atuava na Victor.Marcadores: gilberto gagliardi, trombone
Tom: Bbm
Intro: ( Bbm )
Pergunta prum playboy o que é que ele pensa
Sabe o que ele diz ? (Se borra todo)
Não, mais ou menos assim:
(Bbm Ebm7)
Sou playboy e vivo na farra
Vou à praia todo o dia e sou cheio de marra
Só ando com a galera e nela me garanto
Só que quando estou sozinho eu só ando pelos cantos
Por que eu luto Jiu-jitsu mas é só diversão
É isso aí meu cumpádi my brother meu irmão
Se alguma coisa está na moda então eu faço também
Igualzinho a mim eu conheço mais de cem
Se eu faço tudo o que eles fazem então tudo bem
Não quero estudo nem trabalho Não vem que não tem
Porque eu sou o quê ?
Um playboyzinho e disso não me envergonho
Não sei o que é a vida Não penso
Não sonho praia surf e chopp
Essa é a minha realidade
Não saio disso porque me falta personalidade
Não tenho cérebro apenas me enquadro no sistema
Ser tapado é a minha sina
Ser playboy é o meu problema
Faço só o que os outros fazem e acho isso legal
Arrumo brigas com a galera e acho sensacional
Me olho no espelho e me acho o tal
Mas não percebo que no fundo eu sou um débil mental Por que
Bb
Sou playboy filhinho de papai
Eb Ab
Me afundo nessa bosta até não poder mais porque
Bb
Sou playboy filhinho de papai
Eb Ab
Sou um débil mental Somos todos igual por que
Bb
Souplayboy filhinho de papai
Eb Ab
Me afundo nessa bosta até não poder mais porque
Bb
Sou playboy filhinho de papai
Eb Ab
Sou um débil mental Somos todos iguais
(Bbm Ebm7)
Com a cabeça raspada ou cheia de parafina
Eu não tiro onda porque acho que sou gente fina
Mas na verdade eu pertenço a pior raça que existe
Eu sou playboy penso que sou feliz
Mas eu sou triste Eu sou pior que uma praga
Eu sou pior que uma peste
Eu tô em qualquer lugar da superfície terrestre
E digo aonde a playboyzada prolifera a mil
E num país capitalista pobre como o Brasil
Onde não somos patriotas ou nacionalistas
Gosto das cores dos states com as estrelas e listras
É o que eu sinto pelo país e que eu sinto pelo povo
Olha só que legal quando eu pego um ovo
E entro no carro com os amigos levo o ovo na mão
Olha o ponto de ônibus Freia aí meu irmão !!
E ru taco o ovo bem na cara de um trabalhador
Que esperava o seu ônibus que passou e não parou
Que maneiro eu não ligo pra quem tá sofrendo
Eu vez de eu dar uma carona eu deixo o cara fedendo
Que legal se um mendigo me pede um cigarro
É apenas um motivo pra tirar mais um sarro
sacanear um mendigo é a maior diversão
Não tem problema há quantos dias ele não come um pão
E por falar em pão que eu como todo dia
Eu me lembrei da empregada que se chama Maria
Ela me dá comida me dá roupa lavada
Mas quando eu tô presente ela é sempre humilhada
Você precisa ver como eu trato a coitada
Eu a rebaixo e esculacho e fico dando risada por que
Sou playboy filhinho de papai
Eb Ab
Me afundo nessa bosta até não poder mais porque
Bb
Sou playboy filhinho de papai
Eb Ab
Sou um débil mental Somos todos igual por que
Bb
Souplayboy filhinho de papai
Eb Ab
Me afundo nessa bosta até não poder mais porque
Bb
Sou playboy filhinho de papai
Eb Ab
Sou um débil mental Somos todos iguais
(Bbm Ebm7)
Eu não sei nada dessa vida e desse mundo onde estou
E é quando eu saio de noite que eu vejo a merda que eu sou
Sem ter o que fazer ser ter o que pensar
Eu encho a cara de bebida até vomitar
E os falsos amigos que vão lá me carregar
São os mesmos que depois só vão me sacanear
Mas na cabeça da galera tamb;em não tem nada
Somos um monte de merda dentro da mesma privada
E até engraçado pela moda sou guiado
Adoro reggae mas não seu o que o Bob Marley diz
E se eu soubesse talvez não fosse tão infeliz
Mas eu sou um otário a minha vida não presta
Inteligência ? não tenho
A burrice é o que me resta
Então agora dá licença que eu vou parar
Minha cabeça tá doendo Eu vou descansar
E esse lugar tá fedendo quem mandou eu pensar ? Por que eu
Sou playboy filhinho de papai
Eb Ab
Me afundo nessa bosta até não poder mais porque
Bb
Sou playboy filhinho de papai
Eb Ab
Sou um débil mental Somos todos igual por que
Bb
Souplayboy filhinho de papai
Eb Ab
Me afundo nessa bosta até não poder mais porque
Bb
Sou playboy filhinho de papai
Eb Ab
Sou um débil mental Somos todos iguais
(Bbm Ebm7 Ab7)
Esse é o retrato da nossa juventude
Seja o playboy da maconha ou o playboy da saúde
E se cuidarmos assim do futuro do Brasil
Vamos levar esse país para a puta que o pariuMarcadores: gabriel o pensador
riff-1
(C D G)
E|------------------10------7-----7----------|
B|-1-3-5----5----0----10--7---8-----8--------|
G|------------------------------7-----7------|
D|-------------------------------------------|
A|-0-2-3-------------------------------------|
E|-------------------------------------------|
A terra ta soterrada de violência,
De guerra, de sofrimento, de desespero.
Agente ta vendo, tudo ta vendo agente,
Ta vendo o nosso espelho na nossa frente,
Ta vendo na nossa frente aberração,
Ta vendo ta sendo o visto querendo ou não,
Ta vendo no fim do túnel escuridão (2x).
Ta vendo a nossa morte anunciada,
Ta vendo a nossa vida valendo nada.
To vendo, chovendo sangue no meu jardim,
Ta lindo o sol caindo que nem granada
Ta vindo um carro bomba na contra-mão. (3x)
Ta rindo o suicida na direção
G C Em
É preciso amar as pessoas como se não houvesse
C
amanhã,
G C Em C
Porque se você parar pra pensar, na verdade não há.
A bomba ta explodindo na nossa mão,
O medo ta estampado na nossa cara,
O erro ta confirmado ta tudo errado,
O jogo dos setes erros que nunca para,
Sete, oito, nove, dez, cem,
Erros meus erros seus e Deus também,
Estupidez um erro simplório,
A bola da vez, enterro, velório,
Perca total por todos os lados,
Do banco do ônibus ao carro importado.
Teu filho morreu meu filho também,
Morreu assaltando? Morreu assaltado?
Tristeza, saudade por todos os lados,
Tortura, covarde humilha e destrói.
Eu vejo um bin laden em cada favela,
Herói da miséria, vilão exemplar,
Tortura covarde por todos os lados,
Tristeza, saudade, humilha e destrói,
As balas invadem a minha janela,
Eu tava dormindo tentando sonhar
G C Em
É preciso amar as pessoas como se não houvesse
C
amanhã,
G C Em C
Porque se você parar pra pensar, na verdade não há.
Sou um grão de areia no olho do furacão,
Em meio a milhões de grãos,
Cada um na sua busca,
Cada bússola num coração,
Cada um ler de uma forma o mesmo ponto de interrogação,
Nem sempre pode se ter fé,
Quando chão desaparece em baixo do seu pé.
Acreditando na chance de ser feliz,
Eterna cicatriz,
Eterno aprendiz, das escolhas que fiz,
Sem amor eu nada seria,
Ainda que eu falasse a língua de todas as etnias,
De todas as falanges e facções,
Ainda que eu gritasse os gritos de todas as legiões.
Palavras repetidas, mais quais são as palavras
que eu mais quero repetir na vida?
Felicidade, paz. é
Felicidade, paz, sorte
Nem sempre se pode ter fé,
Mais nem sempre a fraqueza que se sente
Quer dizer que agente não é forte.Marcadores: gabriel o pensador
Tom: Em
Intro: (Em7 Am7)
Em7
Essa eu dedico pras mulheres de verdade
Existem mulheres que são uma beleza
D7
Mas quando abrem a boca, hum, que tristeza!
Em7
Mas não é o seu hálito que apodrece o ar
D7
O problema é o que elas falam que não dá pra aguentar
Em7
Nada na cabeça, personalidade fraca
D7
Tem a feminilidade
Em7
E a sensualidade de uma vaca
D7
Produzidas com roupinhas da estação
D7
Que viram no anúncio da televisão
Em7
Milhões de pessoas transitam pelas ruas,
D7
Mas conhecemos facilmente esse tipo de perua
Em7
Bundinha empinada pra mostrar que é bonita
D7
E a cabeca parafinada pra ficar igual paquita
Em7 Em7 Em7
Lôraburra!
(bis 5x)
Ordem e Progresso sua bunda é um sucesso
Lôraburra!
nada mais a declarar
Em7
Elas estão em toda parte do meu Rio de Janeiro
D7
E as vezes me interrogo se elas estão no mundo inteiro
Em7
A procura de carros, a procura de dinheiro
D7
O lugar dessas cadelas era mesmo no putero
(Em7)
Só se preocupam em chamar a atenção
Não pelas idéias, mas pelo burrão
Não pensam em nada, só querem badalar
Estar na moda, tirar onda, beber e fumar
Em7
Cadelinhas de boate ou ratinhas de praia
D7
Apenas os otários aturam a sua laia
Em7
E enquanto o playboy te dá dinheiro e atenção
D7
Eu só saio com você se for pra ser o Ricardão
Em7 Em7 Em7
Lôraburra!
(bis 5x)
Ordem e Progresso sua bunda é um sucesso
Lôraburra!
Nada mais a declarar
Em7
Não eu não sou machista, exigente talvez
D7
Mas eu quero mulheres inteligentes, não vocês!
Em7
Vocês sao o mais puro retrato da falsidade
D7
Desculpa amor mas eu prefiro mulher de verdade!
Em7
Você é mediocre e ainda sim orgulhosa
D7
Loira burra, não está com nada e está prosa
Em7
O seu jeito forçado de falar é deprimente
D7
Já entendi seu problema, você está muito carente
Em7
Mas eu só vou te usar, você não é nada pra mim
D7
(Ai meu amor foi bom pra você?)
Ah deixa eu dormir!
Em7
Pra que dar atenção a quem não sabe conversar?
D7
Pra falar sobre o tempo ou sobre como estava o mar
Em7
Não, eu prefiro dormir, sai daqui!
que?
D7
Eu ja fui bem claro, mas vou repetir
Em7
E pra você me entender, vou ser até mais direto:
D7
Loira burra, você não passa de mulher objeto
Em7 Em7 Em7
Lôraburra!
(bis 5x)
Ordem e Progresso sua bunda e um sucesso
Lôraburra!
nada mais a declarar
Escravas da moda voces são todas iguais
cabelos, sorisos e gstos artificiais
por causa da graa voce e capaz de matar os seus proprios pais
Lôraburra voce e vulgar, sim
seus valores sao pertubados
voce e leviana
pensa que esta com tudo mais se engana
em sua fragil cabecinha de porcelana
sua filosofia e ser bonita e gostosa
fora diso e uma tapada e preconceituosa
seus lindos peitos nao merecem respeito
marionetes alienadas voces nao tem jeito
eu nao sou agressivo contudente talvez
o pensador da valor as mulheres nao voces
voces sao o mais puro retrato da falsidade
desculpa amor mais eu prefiro mulher de verdade
Em7 Em7 Em7
Lôraburra!
A Lôraburra!
(bis 5x)
Pode ser Loira o morena,pode ser ruiva o negra
Pode ser careca
eu gosto e de mulher
Lôraburra!
A Lôraburra!
(bis 5 x)
ah deixa eu dormirMarcadores: gabriel o pensador
Tom: C
C7+
A criminalidade toma conta da cidade
A sociedade põe a culpa nas autoridades
Dm7
O cacique oficial viajou pro Pantanal
Porque aqui a violência tá demais
C7+
E lá encontrou um velho índio que usava um fio dental
E fumava um cachimbo da paz
Dm7
O presidente deu um tapa no cachimbo e na hora
De voltar pra capital ficou com preguiça
C7+
Trocou seu paletó pelo fio dental e nomeou
O velho índio pra ministro da justiça
Dm7
E o novo ministro chegando na cidade,
Achou aquela tribo violenta demais
C7+
Viu que todo cara-pálida vivia atrás das grades
E chamou a TV e os jornais
Dm7
E disse: "Índio chegou trazendo novidade
Índio trouxe cachimbo da paz
C Dm7
Maresia, sente a maresia
maresia, uuuuu...
C7+
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Dm7
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
C7+
Todo mundo experimenta o cachimbo da floresta
Dizem que é do bom
Dizem que não presta
Dm7
Querem proibir, querem liberar
E a polêmica chegou até o congresso
C7+
Tudo isso deve ser pra evitar a concorrência
Porque não é Hollywood mas é o sucesso
Dm7
O cachimbo da paz deixou o povo mais tranqüilo
Mas o fumo acabou porque só tinha oitenta quilos
C7+
E o povo aplaudiu quando o índio partiu pra selva
E prometeu voltar com uma tonelada
Dm7
Só que quando ele voltou "sujou"!!!
A polícia federal preparou uma cilada
C7+
"O cachimbo da paz foi proibido,
entra na caçamba, vagabundo!
Dm7
Vamô pra DP! Ê êê! Índio tá fudido porque lá o pau
Vai comer!"
C Dm7
Maresia, sente a maresia
maresia, uuu...
C7+
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Dm7
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
C7+
Na delegacia só tinha viciado e delinquente
Cada um com um vício e um caso diferente
Dm7
Um cachaceiro esfaqueou o dono do bar porque ele
Não vendia pinga fiado
C7+
E um senhor bebeu uísque demais, acordou com um travestí
E assassinou o coitado
Dm7
Um viciado no jogo apostou a mulher, perdeu a aposta
E ela foi sequestrada
C7+
Era tanta ocorrência, tanta violência que o índio
Não tava entendendo nada
Dm7
Ele viu que o delegado fumava um charuto fedorento
E acendeu um "da paz" pra relaxar
C7+
Mas quando foi dar um tapinha
Levou um tapão violento e um chute naquele lugar
Dm7
Foi mandado pro presídio e no caminho assistiu um
Acidente provocado por excesso de cerveja:
C7+
Uma jovem que bebeu demais atropelou
Um padre e os noivos na porta da igreja
Dm7
E pro índio nada mais faz sentido
Com tantas drogas porque só o seu cachimbo é proibido?
C Dm7
Maresia, sente a maresia
maresia, uuu...
C7+
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Dm7
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
C7+
Na penitenciária o "índio fora da lei"
Conheceu os criminosos de verdade
Dm7
Entrando, saindo e voltando cada vez mais
C7+
Perigosos pra sociedade, aí, cumpádi, tá rolando
Um sorteio na prisão pra reduzir a super lotação
Dm7
Todo mês alguns presos tem que ser executados
E o índio dessa vez foi um dos sorteados
C7+
E tentou acalmar os outros presos:
"Peraí..., vamô
Fumar um cachimbinho da paz
Dm7
Eles começaram a rir e espancaram o velho índio
C7+
Até não poder mais e antes de morrer ele pensou:
"Essa tribo é atrasada demais...
Dm7
Eles querem acabar com a violência,
mas a paz é contra a lei e a lei é contra a paz"
C7+
E o cachimbo do índio continua proibido mas se você quer
Comprar, é mais fácil que pão
Dm7
Hoje em dia ele é vendido pelos mesmos bandidos que mataram
O velho índio na prisão
C Dm7
Maresia, sente a maresia
maresia, uuu...
C7+
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Dm7
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
C7+ Dm7
Maresia, sente a maresia
maresia, uuu...
C7+
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Dm7
Sente a marisia, maresia uuu...
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
C7+
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Dm7 G
Sente a marisia, acende, puxa, prende, passa, uuu...
C7+
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Dm7
Sente a marisia maresia, índio quer fazer fumaça...Marcadores: gabriel o pensador
(E)
Não adianta olhar pro céu, com muita fé e pouca luta.
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer
e muita greve, você pode, você deve, pode crer.
Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver.
Se liga aí que te botaram numa cruz e
Só porque Jesus sofreu
não quer dizer que você tenha que sofrer.
(E G D A)
Até quando você vai ficar usando rédea?
Rindo da própria tragédia?
Até quando você vai ficar usando rédea?
(Pobre, rico, ou classe média).
Até quando você vai levar cascudo mudo?
Muda, muda essa postura.
Até quando você vai ficando mudo?
Muda que o medo é um modo de fazer censura.
REFRãO 2x
(E G D A)
Até quando você vai levando?_(Porrada!_Porrada!)
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando? (Porrada!_Porrada!)
Até quando vai ser saco de pancada?
(E G D A)
Você tenta ser feliz, não vê que é deprimente,
seu filho sem escola, seu velho ta sem dente.
Cê tenta ser contente e não vê que é revoltante,
você ta sem emprego e a sua filha ta gestante.
Você se faz de surdo, não vê que é absurdo,
você que é inocente foi preso em flagrante!
É tudo flagrante! É tudo flagrante!
REFRãO 2x
(E G D A)
Até quando você vai levando? (Porrada!_Porrada!)
Até quando vai fica sem fazer nada?
Até quando você vai levando? (Porrada!_Porrada!)
Até quando vai ser saco de pancada?
(E)
A policía matou o estudante, falou que
era bandido, chamou de traficante.
A justiça prendeu o pé-rapado
Soltou o deputado
e absolveu os PM's de Vigário
(E G D A)
Até quando você vai levando? (Porrada!_Porrada!)
Até quando vai fica sem fazer nada?
Até quando você vai levando? (Porrada!_Porrada!)
Até quando vai ser saco de pancada?
(E G D A)
A polícia só existe pra manter você na lei,
lei do silêncio, lei do mais fraco:
ou aceita ser um saco de pancada ou vai pro saco.
A programação existe pra manter você na frente,
na frente da TV, que é pra te entreter, que é
pra você não ver que o porgramado é você.
E
Acordo, não tenho trabalho, procuro trabalho, quero trabalhar.
G
O cara me pede o diploma, não tenho diploma, não pude estudar.
B
E querem que eu seja educado, que eu ande arrumado,
que eu saiba falar.
D
Aquilo que o mundo me pede não é o que o mundo me dá.
E
Consigo um emprego, começa o emprego, me mato de tanto ralar.
G
Acordo bem cedo, não tenho sossego nem tempo pra raciocinar.
B
Não peço arrego, mas onde que eu chego se eu fico no mesmo lugar?
D
Brinquedo que o filho me pede, não tenho dinheiro pra dar.
E G
Escola, esmola! Favela, cadeia!
D
Sem terra, enterra!
A
Sem renda, se renda! Não! Não!!
REFRãO 2x
(E G D A)
Até quando você vai levando? (Porrada!_Porrada!)
Até quando vai fica sem fazer nada?
Até quando você vai levando? (Porrada!_Porrada!)
Até quando vai ser saco de pancada?
(E G D A)
Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente.
A gente muda o mundo na mudança da mente.
E quando a mente muda a gente anda pra frente.
E quando a gente manda ninguém manda na gente.
Na mudança de atitude não há mal
que não se mude nem doença sem cura.
Na mudança de postura a gente fica mais seguro,
na mudança do presente a gente molda o futuro!
Até quando você vai ficar levando porrada,
até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai ficar de saco de pancada?
Até quando você vai levando?Marcadores: gabriel o pensador
Intro: Em7 A/B B7 Em7 A/B B7 Em7 A/B B7 G7+ A7 A/B B7
Em7
Astronauta, tá sentindo falta da Terra?
D7+
Que falta que essa Terra te faz?
Em7
A gente aqui em baixo continua em guerra
D7+
olhando aí pra lua implorando por paz
Dm7
Então me diz porque que
G7
voce quer voltar?
C7+
Voce nao ta feliz onde voce esta?
Em7
Observando tudo a distancia Vendo como a
A7
Terra é pequenininha como
Em7
é grande a nossa ignorancia
D7+
E como a nossa vida é mesquinha
Em7
a gente aqui na bagaço morrendo de cansaço
D7+
De tanto lugar por algum espaço
Dm7
E voce, com todo esse
G7
espaço na mao,
C7+
querendo voltar aqui pro chao?
Em7
Ah não, meu irmão.. qual é a tua?
A7
Que bicho te mordeu aí na lua?
Refrão
Em7 A/B B7
Eu vou pro mundo da lu..a
Em7 A/B B7
Que é feito um motel
Em7 A/B B7
Aonde os deuses e deu..sas
Em7
se abraçam e beijam
A/B B7
no céu
Em7
ah não , meu irmão quela é a tua?
D7+
que bicho te mordeu aí na lua?
Em7
Fica por aí que é melhor que cê faz
D7+
A vida por aqui tá difícil demais
Dm7
aqui no mundo
G7
o negócio tá feio
C7+
tá todo mundo feito cego em tiroteio
Em7
olhando pro alto, procurando a
A7
salvação, ou pelo menos uma orientação
Em7
voce já tá perto de Deus, astronauta
D7+
Então me promete que
Em7
pergunta pra ele as respostas
D7+
de todas as perguntas e me manda pela internet
Repete Refrão
Em7
É tanto progresso que eu pareço uma criança
D7+
Essa vida de internauta me cansa
Em7
astronauta, ce volta e deixa eu dar uma volta na
D7+
nave, pasa a chave que eu to de mudança
Dm7 G7
Seja bem vindo, faça o favor
C7+
e toma conta do meu computador porque eu
Em7
to de mala pronta to de partida
A7
e a passagem é só de ida
Em7
to preparado pra decolagem,
D7+
vou seguir viagem, vou me desconectar porque eu ja
Em7
to de saco cheio me não quero receber nenhum
D7+
email com noticia dessa merda de lugar
Repete Refrão
Em7
Eu vou pra longe, onde não exista gravidade pra
D7+
me livrar do peso da responsabilidade
Em7
de viver nesse planeta doente E ter que achar a
D7+
cura da cabeça e do coraçãao da gente
Dm7 G7
Chega de loucura, chega de tortura
C7+
Talvez aí no espaço eu ache alguma criatura
Em7
inteligente, aqui tem muita gente, mas
A7
eu só encontro solidão
Em7
ódio mentira ambição estrela por aí é o que não falta,
D7+
astronauta, A Terra é um planeta em
Em7
extinção
Repete Refrão 2x
(Em7 A/B B7)
uuu..
G7+ G/A A/B
Marcadores: gabriel o pensador
Gabriel o Pensador, nome artístico de Gabriel Contino, (cantor e compositor, Rio de Janeiro-RJ, 04/03/1974) é um dos maiores nomes do rap brasileiro. Diferenciou-se de boa parte de seus pares (e chegou a ser criticado por eles) por ser garoto branco de classe-média. Mas desde o começo fez letras de crítica social e moral, como acontece na música rap.Marcadores: gabriel o pensador
Marcadores: cronologia da mpb, jorge de castro, wilson batista
Marcadores: cronologia da mpb, david nasser, herivelto martins
Marcadores: cronologia da mpb, nazareno de brito, oton russo
Marcadores: cronologia da mpb, genival macedo, nestor de paula
Marcadores: antonio domingos, ataulfo alves, cronologia da mpb
Marcadores: cronologia da mpb, oton russo, ricardo galeno
Marcadores: cronologia da mpb, david nasser, francisco alves
Marcadores: cronologia da mpb, nelson wadekind, valdir rocha
Marcadores: carolina cardoso de menezes, cronologia da mpb
Marcadores: ciro vieira da cinha, cronologia da mpb, haroldo eiras