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Published Terça-feira, Março 10, 2009 by Ever. 
Bloco de Sujo (samba/carnaval,
1969) -
Luiz Reis e
Luís AntônioOlha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Olha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Plác, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Se não tem tamborim
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Carnaval é assim!Marcadores: carnaval, luis antonio, luiz reis
Avenida iluminada (marcha-rancho,
1969) -
Newton Teixeira e
BrasinhaEu vinha pela madrugada,
Pela avenida toda iluminada,
Amanhã, os ranchos vão passar,
E o meu amor, vai desfilar,
Já vejo o meu amor sorrindo,
Ganhando aplausos, da multidão,
Sem saber que estão rolando,
As lágrimas, do meu coração,
Sem saber que estão rolando,
As lágrimas, do meu coração.
Eu vinha pela madrugada,
Pela avenida toda iluminada,
Amanhã, os ranchos vão passar,
E o meu amor, vai desfilar,
Já vejo o meu amor sorrindo,
Ganhando aplausos, da multidão,
Sem saber que estão rolando,
As lágrimas, do meu coração,
Sem saber que estão rolando,
As lágrimas, do meu coração....Marcadores: brasinha, newton teixeira
Voltei (samba/carnaval,
1968) - Osvaldo Nunes, Denis Lobo e Celso de Castro
Voltei,
Aqui é meu lugar,
Minha emoção é grande,
A saudade era maior,
E voltei pra ficar.
Voltei,
Aqui é meu lugar,
Minha emoção é grande,
A saudade era maior,
E voltei pra ficar.
Meu bem,
Como dói a solidão,
Senti falta do teu beijo,
Quase morro de desejo,
Fiz até esta canção,
Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô.
Meu bem,
Como dói a solidão,
Senti falta do teu beijo,
Quase morro de desejo,
Fiz até esta canção,
Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô....Marcadores: osvaldo nunes
Tempos idos (samba,
1968) -
Cartola e
Carlos CachaçaTempos idos, nunca esquecidos
Trazem saudades ao recordar
É com tristeza que relembro
Coisas remotas que não vem mais
Uma escola na Praça Onze
Testemunha ocular
E perto dela uma balança
Onde os malandros iam sambar
Depois aos poucos o nosso samba
Sem sentirmos se aprimorou
Pelos salões da sociedade
Sem cerimônia ele entrou
Já não pertence mais à praça
Já não é samba de terreiro
Vitorioso, ele partiu para o estrangeiro.
E muito bem representado por inspiração
De geniais artistas
O nosso samba, humilde samba
Foi de conquistas em conquistas
Conseguiu penetrar no Municipal
Depois de percorrer todo o universo
Com a mesma roupagem que saiu daqui
Exibiu-se pra Duquesa de Kent
No Itamaratí. Marcadores: carlos cachaça, cartola