terça-feira, dezembro 07, 2010

Abílio Lessa

Abílio Lessa, cantor e compositor, nasceu na cidade de Belo Horizonte/MG, em 5/3/1926, e faleceu em 31/5/1975. Iniciou sua carreira artística no princípio dos anos 1940. Em 1946, gravou seu primeiro disco pela RCA Victor com os sambas Barra azul, de Alberto Ribeiro e Alcir Pires Vermelho, e Não fale mal de mulher, de Alberto Ribeiro e Saint-Clair Sena.

No mesmo ano, gravou as valsas-canção Mimi e Céu moreno, de Uriel Lourival; os sambas Vem morena, de Alberto Ribeiro e Alcir Pires Vermelho, e Ela é covarde, de sua autoria, e os choros Vou vivendo e Naquele tempo, de Pixinguinha e Benedito Lacerda.

Também em 1946, gravou um disco pela Continental com os fox-trot Symphonie, de Al Stone e Alberto Ribeiro, e Há muito tempo atrás, de Cahn, Styne e Osvaldo Santiago.

Em 1947, gravou a marcha Minha cigana, de Pixinguinha e Benedito Lacerda, e o samba Liberta meu coração, de Geraldo Pereira e José Batista. Dois anos depois, lançou pelo selo Star a marcha Síria-libanesa, de Almanir Greco e Alcir Pires Vermelho, e o samba Margarida, de Edgard Nunes e Zeca do Pandeiro. No ano seguinte, lançou o samba-canção Velho barraco, de Cláudio Luiz, e a valsa Palheta da vida, de sua autoria.

Em sua curta carreira fonográfica gravou um total de oito discos sendo cinco na RCA Victor, dois na Star e um na Continental. Atuou na Rádio Nacional onde se apresentou no programa "Dicionário Toddy" dirigido por Fernando Lobo.

Em 1961, lançou um último disco, o LP Quando canta o trovador pela gravadora Philips interpretando Canção para Ir e voltar, de João Mello e Carlos Monteiro de Souza, Deserto sem amor, de Cosme Teixeira e Roberto Faissal, Faz de conta, de Mário Lago e Chocolate, Sombra do amor, Meu violão e O fim desta canção, de sua autoria, Falso pudor, de Bororó e Aregivo, Meu nome é ninguém, de Haroldo Barbosa e Luiz Reis, Bendito amor, de Bidu Reis e Luís Bittencourt, Em que céu tu te escondes, de Bidu Reis e Murillo Latini, Vagalumeando, de Paulo Roberto, e Toada do sonho desfeito, de Edgardo Luis.

Obra

Ela é covarde, Meu violão, O fim desta canção, Palheta da vida, Sombra do amor.

Discografia

(1961) Quando canta o trovador • Philips • LP;  (1950) Velho barraco / Palheta da vida • Star • 78;  (1949) Síria-libanesa / Margarida • Star • 78; (1947) Minha cigana / Liberta meu coração • RCA Victor • 78;  (1946) Barra azul / Não fale mal de mulher • RCA Victor • 78; (1946) Mimi / Vem morena • RCA Victor • 78; (1946) Vou vivendo/Naquele tempo • RCA Victor • 78; (1946) Ela é covarde/Céu moreno • RCA Victor • 78; (1946) Symphonie/Há muito tempo atrás • Continental • 78.

Fontes: http://www.musicapopular.org/abilio-lessa; Dicionário Cravo Albin da MPB; Bibliografia Crítica: AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.

Tolito da Mangueira

Tolito da Mangueira (Erlito Machado Fonseca), compositor, nasceu no Recife/PE em 6/7/1917, e faleceu no Rio de Janeiro/RJ em 20/3/1997. Sua família transferiu-se para o Rio de Janeiro quando ele tinha dois anos. 

Iniciou a carreira ainda jovem, dançando e cantando nos clubes e boates cariocas. Mais tarde, passou a sair em blocos e depois em escolas de samba, tendo desfilado no extinto bloco da Vizinha Faladeira. Em 1940 participou do desfile da Mangueira e, oito anos depois, como compositor e cantor, do filme Folias cariocas, de Manuel Jorge e Hélio Tys. 

Em 1949 desfilou pela escola do segundo grupo Unidos do Outeiro e dois anos depois ingressou na escola de samba Unidos da Piedade, compondo três sambas que saíram vencedores nos anos de 1951, 1952 e 1953. No ano seguinte retornou para a Unidos do Outeiro, passando em 1955 para a Boca do Mato, vencendo com seus sambas os três carnavais seguintes. 

Deixou a escola em 1959, passando para a Unidos da Capela em 1961, ano em que seu samba obteve o segundo lugar, vencendo na escola no ano seguinte com Centenário de Rui Barbosa, sua primeira composição gravada. Em 1963 venceu novamente com Beldades da nossa pátria, sendo sua escola a vitoriosa no segundo grupo. 

Em 1966 houve a fusão das duas escolas de samba da zona da Leopoldina, do bairro de Lucas, a Unidos da Capela com a Aprendizes de Lucas, resultando o G.R.E.S. Unidos de Lucas, onde permaneceu durante algum tempo. 

Foi então para a Portela, onde, não concordando com o estágio obrigatório de dois anos que ali teria que cumprir, retornou para a Unidos de Lucas em 1969, ano em que lançou o samba-enredo Rapsódia folclórica (com Nelson Pechincha e Nilton Russo). 

Por volta de 1970, abolido o estágio, transferiu-se para a Portela, ali permanecendo até 1972, ano em que foi para a Mangueira, vencendo dois anos depois com o samba-enredo Imagens poéticas de Jorge de Lima (com Mozart e Delson Tojal), gravado pela etiqueta Marcus Pereira no LP História das Escolas de Samba: Mangueira, 1974, e que concorreu no Carnaval de 1975. 

Obra

Beldades da nossa pátria, samba-enredo, 1963; Centenário de Rui Barbosa, samba-enredo, 1962; Imagens poéticas de Jorge de Lima (com Mozart e Deison Tojal), samba-enredo, 1974; Rapsódia folclórica (com Nelson Pechincha e Nilton Russo), samba-enredo, 1969.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha.

Até que enfim favela

Nelson Gonçalves
Até que enfim favela (samba, 1945) - Nelson Gonçalves e Heitor dos Prazeres

Disco 78 rpm / Título: Até que enfim favela / Autoria: Prazeres, Heitor dos, 1898-1966 (Compositor) / Gonçalves, Nelson, 1919-1998 (Compositor) / Gonçalves, Nelson (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1945 / Nº Álbum 800358 / Lado B / Gênero: Samba /

Até que enfim apareceu a favela
Favela que todo mundo esqueceu
Lá vem ela, lá vem ela
Descendo o morro para mostrar
Que não morreu!
Lá vem ela, lá vem ela
Descendo o morro para mostrar
Que não morreu!

É hora de afinar nosso violões
Vamos alegrar nossos corações
Na hora do povo sambar
Favela não pode faltar
Agora sim, o povo vai cantar

Favela reapareceu
Favela ainda não morreu!

É hora de afinar nosso violões
Vamos alegrar nossos corações
Na hora do povo sambar
Favela não pode faltar
Agora sim, o povo vai cantar

Favela reapareceu
Favela ainda não morreu!

Até que enfim apareceu a favela
Favela que todo mundo esqueceu
Lá vem ela, lá vem ela
Descendo o morro para mostrar
Que não morreu!
Lá vem ela, lá vem ela
Descendo o morro para mostrar
Que não morreu!

Menina dos olhos

Nelson Gonçalves
Menina dos olhos (marcha-rancho, 1945) - Eratóstenes Frazão e Roberto Martins

Título da música: Menina dos olhos / Gênero musical: Marcha rancho / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Frazão, E - Martins, Roberto / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800358 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado A / Disco 78 rpm


A minha inspiração
Deu ao meu coração
Um presente ideal
Para maior emoção
Fez a orquestração
Que é o teu lindo enchoval

E tu surgiste formosa
Tão linda e garbosa
No teu pedestal
Que serás, afinal
A menina dos olhos
Do nosso carnaval

Quando é noite de lua

Nelson Gonçalves
Quando é noite de lua (frevo, 1945) - Capiba

Título da música: Quando é noite de lua / Gênero musical: Frevo / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositor: Capiba / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800352 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado A / Disco 78 rpm


Quando é noite de lua
Lá no bairro onde moro
Vou pra rua cantando
Para alguém que tanto adoro

Eu pensei que esse alguém
Ao ouvir meu cantar
Vem sozinha a janela
Para de perto me olhar

Esse alguém de quem falo
Partiu o meu coração
Chega e sai da janela
Sem me dar explicação

Mas um dia hei de ter
Tudo isso acaba
Ela então nos meus braços
Para eu de novo cantar

Direito de amar

Nelson Gonçalves
Direito de amar (samba, 1945) - Artur Camilo e Dele

Título da música: Direito de amar / Gênero musical: Samba / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Artur Camilo - Dele / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800340 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado B / Disco 78 rpm


Se é pecado eu não sei
Mas tenho direito de amar
A mais uma mulher
Deus não pode
Nem vai me castigar
Depois que Adão pecou
Também eu posso pecar

Se é pecado eu não sei
Mas tenho direito de amar
A mais uma mulher
Deus não pode
Nem vai me castigar
Depois que Adão pecou
Também eu posso pecar

Na minha opinião
O pecado maior é matar
Nunca matei nem roubei
Tenho direito de amar
Deus da costela de Adão
Criou a formosa mulher
Deixou no mundo pra tentação
Deixa pecar quem quiser

Se é pecado eu não sei
Mas tenho direito de amar
A mais uma mulher
Deus não pode
Nem vai me castigar
Depois que Adão pecou
Também eu posso pecar

Se você quer deixar o meu lar

Nelson Gonçalves
Se você quer deixar o meu lar (samba, 1945) - Ari Monteiro e Cândida Maria

Título da música: Se você quer deixar o meu lar / Gênero musical: Samba / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Monteiro, Ari - Cândida Maria / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800340 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado A / Disco 78 rpm


Se você quer deixar o meu lar
Vai pra nunca mais voltar
Mas se um dia você fracassar
Terei um novo amor no seu lugar

Se você quer deixar o meu lar
Vai pra nunca mais voltar
Mas se um dia você fracassar
Terei um novo amor no seu lugar

Pode o mundo inteiro censurar
O meu proceder
Mas somente eu sei
O que você me faz sofrer
Vai, vai, me deixe em paz
Chega, já é demais!

Se você quer deixar o meu lar
Vai pra nunca mais voltar
Mas se um dia você fracassar
Terei um novo amor no seu lugar

Se você quer deixar o meu lar
Vai pra nunca mais voltar
Mas se um dia você fracassar
Terei um novo amor no seu lugar

Como sofre essa mulher

Nelson Gonçalves
Como sofre essa mulher (samba, 1945) - Alcides Rosa e Sebastião Gomes

Título da música: Como sofre essa mulher / Gênero musical: Samba / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Rosa, Alcides - Gomes, Sebastião / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800325 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado B / Disco 78 rpm


Como sofre, como padece
Como chora essa infeliz mulher
Isso para mim é um prazer
Ver sofrendo quem já me fez sofrer

Como sofre, como padece
Como chora essa infeliz mulher
Isso para mim é um prazer
Ver sofrendo quem já me fez sofrer

Quando eu sofria ela gargalhava
Hoje em dia quem dá gargalhada sou eu
Ao vê-la neste mundo de Deus
Sofrendo sem os carinhos meus

Como sofre, como padece
Como chora essa infeliz mulher
Isso para mim é um prazer
Ver sofrendo quem já me fez sofrer

Quando eu sofria ela gargalhava
Hoje em dia quem dá gargalhada sou eu
Ao vê-la neste mundo de Deus
Sofrendo sem os carinhos meus

Tenho outra em seu lugar

Nelson Gonçalves
Tenho outra em seu lugar (samba, 1945) - Paulo Patrício e Eurialo Menezes

Título da música: Tenho outra em seu lugar / Gênero musical: Samba / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Menezes, Eurialo - Patrício, Paulo / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800325 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado A / Disco 78 rpm


Não pode ser mulher
Amor não se paga com desprezo
Se fui bom até o fim
Você foi ingrata demais pra mim

Não pode ser mulher
Amor não se paga com desprezo
Se fui bom até o fim
Você foi ingrata demais pra mim

Lá na casa cor-de-rosa
Tenho outra em seu lugar
Ela sabe ser bondosa
Ela sabe me agradar
Se você encontrar algum dia
Não relembre o romance infeliz
Não me venha roubar alegria
Não duvide que eu seja feliz

Não pode ser mulher
Amor não se paga com desprezo
Se fui bom até o fim
Você foi ingrata demais pra mim

Lá na casa cor-de-rosa
Tenho outra em seu lugar
Ela sabe ser bondosa
Ela sabe me agradar
Se você encontrar algum dia
Não relembre o romance infeliz
Não me venha roubar alegria
Não duvide que eu seja feliz

É sempre bom

Nelson Gonçalves
É sempre bom (samba, 1945) - Marino Pinto e Valdemar Gomes

Título da música: É sempre bom / Gênero musical: Samba / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Pinto, Marino - Gomes, Valdemar / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800311 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado B / Disco 78 rpm


É sempre bom / A gente ter a quem amar
É sempre bom / A gente às vêzes ter que chorar
É sempre bom / Fazer o coração sofrer
Pois viver no sofrimento / É uma forma de viver
Não há no mundo / Quem possa viver em paz
Não amar é sofrer / Amar é sofrer muito mais

Faz mais ou menos um ano
Que eu tive um desengano
Ao perder o meu amor
Sofro ainda bastante
Relembrando aquele instante
De tristeza e de dor

Eu não podia jamais acreditar
Que ela fosse capaz de me deixar
Mas mesmo assim eu confesso
É sempre bom a gente amar!

Não há no mundo / Quem possa viver em paz
Não amar é sofrer / Amar é sofrer muito mais

Alma que chora

Nelson Gonçalves
Alma que chora (samba, 1945) - Bide e Armando Marçal

Título da música: Alma que chora / Gênero musical: Samba / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositor: Marçal, Armando - Bide / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800311 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado A / Disco 78 rpm


Deponho a teus pés / Minha alma que chora
Que vive em desalento / Imersa em dor
Não ouves os queixumes / De quem te adora
Não ouves o soluçar / De um coração sofredor

Deponho a teus pés / Minha alma que chora
Que vive em desalento / Imersa em dor
Não ouves os queixumes / De quem te adora
Não ouves o soluçar / De um coração sofredor

Eu trago sempre comigo / A dor que me devora
Sinto findar a existência / De hora em hora
Tristeza mora comigo / Eu não tenho alegria
Meu viver não é viver / É um rosário de agonia

Eu trago sempre comigo / A dor que me devora
Sinto findar a existência / De hora em hora
Tristeza mora comigo / Eu não tenho alegria
Meu viver não é viver / É um rosário de agonia

Silêncio

Nelson Gonçalves
Silêncio (valsa, 1945) - Nelson Ferreira

Título da música: Silêncio / Gênero musical: Valsa / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositor: Ferreira, Nelson / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800301 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado A / Disco 78 rpm


Fugiram as estrelas do céu
Calaram-se as ondas do mar
Não cantam as aves nos ninhos
Tudo está mudo no ar

Silêncio, não batas tanto
Assim meu coração
Silêncio, minh'alma
Quer adormecer, quer descansar
É o seu leito a saudade
Da quimera de um grande amor
Ilusão que viveu um instante
E morreu como alguém inconstante

Silêncio, não batas tanto
Assim meu coração
Silêncio, que minh'alma
É o seu leito a saudade
Da quimera de um grande amor
Ilusão que viveu um instante
E morreu como alguém inconstante

Sempre juntos

Nelson Gonçalves
Sempre juntos (fox, 1945) - Evaldo Rui, Brown, De Silva e Hederson

Disco 78 rpm / Título da música: Sempre juntos / Autoria: Brown (Compositor) / De Silva (Compositor) / Rui, Evaldo, 1913-1954 (Compositor) / Hederson (Compositor) / Nelson Gonçalves, 1919-1998 (Intérprete) / Conjunto (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1945 / Nº Álbum 800275 / Lado B / Gênero musical: Fox /

Juntinhos novamente
Juntos pra toda a vida
Juntos eternamente
Sempre juntos vamos viver, querida

Recordo aquela jura
Que fiz aos pés do altar
Quando eu te olhei com ternura
E jurei de ti
Não me separar

Recordo aquela jura
Que fiz aos pés do altar
Quando eu te olhei com ternura
E jurei de ti
Não me separar

Santa

Nelson Gonçalves
Santa (fox, 1945) - Agustín Lara e Evaldo Rui

Disco 78 rpm / Título da música: Santa / Autoria: Lara, Agustín (Compositor) / Rui, Evaldo, 1913-1954 (Compositor) / Nelson Gonçalves, 1919-1998 (Intérprete) / Conjunto (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1945 / Nº Álbum 800275 / Lado A / Gênero musical: Fox /

Santa, minha Santa
Razão da minha existência

Santa, minha Santa
Jamais suportarei a tua ausência

De mim tu afastasse todos os espinhos
Teu beijo aqueceu minha ilusão

Santa, minha Santa
Inundas de ilusões meu coração

Santa, minha Santa
Inundas de ilusões meu coração

A valsa de quem não tem amor

Nelson Gonçalves
A valsa de quem não tem amor (valsa, 1945) - Custódio Mesquita e Evaldo Rui

Disco 78 rpm / Título da música: A valsa de quem não tem amor / Autoria: Mesquita, Custódio, 1910-1945 (Compositor) / Rui, Evaldo, 1913-1954 (Compositor) / Nelson Gonçalves, 1919-1998 (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1945 / Nº Álbum 800270 / Lado B / Lançamento: 1945 / Gênero musical: Valsa /

Sem ninguém, sem ter confidente
Pra contar os meus desenganos
Passam-se os dias e os anos
Sem ninguém, sem sonhos, sem amor
Sem beijos, sem calor
Dos braços de quem se quer bem

Minhas noites são fatais
Meus dias são iguais
Tão só sem ter ninguém
Minha imaginação distrai meu coração
Que vive na ilusão
De um dia amar alguém

Nesta imensa solidão
A minha confissão ecoa tristemente
Cantarei sozinho imerso em minha dor
A volta de quem não tem amor

Nesta imensa solidão
A minha confissão ecoa tristemente
Cantarei sozinho imerso em minha dor
A volta de quem não tem amor

Tudo em vão

Nelson Gonçalves
Tudo em vão (fox, 1945) - David Nasser e Roberto Martins

Título da música: Tudo em vão / Gênero musical: Fox / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Nasser, David - Martins, Roberto / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800258 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado B / Disco 78 rpm


Mulher que em vão quero encontrar
Linda como as deusas do passado
Tens as santas do divino olhar
Teus lábios são promessas de pecado

Busquei a tua sombra
Na sombra da palmeira
Batida pelo vento
Em plena solidão
Busquei o teu olhar
No brilho das estrelas
Perdidas na amplidão
Busquei as tuas mãos
Na sombra de dois lírios
Na manhã de inverno
De um coração
Busquei a tua boca
Nas pétalas de rosas
Em noites de verão
Tudo em vão
A tua boca esta em minha boca
Para humanizar minha canção

Busquei a tua sombra
Na sombra da palmeira
Batida pelo vento
Em plena solidão
Busquei o teu olhar
No brilho das estrelas
Perdidas na amplidão
Busquei as tuas mãos
Na sombra de dois lírios
Na manhã de inverno
De um coração
Busquei a tua boca
Nas pétalas de rosas
Em noites de verão
Tudo em vão
A tua boca esta em minha boca
Para humanizar minha canção

Falsos poemas

Nelson Gonçalves
Falsos poemas (valsa, 1945) - Mário Rossi e Roberto Martins

Título da música: Falsos poemas / Gênero musical: Valsa / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Rossi, Mário - Martins, Roberto / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800258 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado A / Disco 78 rpm


Teus olhos são dois falsos poemas
Que falam de amor e paixão
E fazem loucas promessas
Que não nascem do teu coração

Teu sorriso mentiu
Teu olhar me traiu
Prometendo e querendo negar
Tua voz me prendeu, me emvolveu
E dpois me fizeste chorar

Mas a sorte varia demais
Pode ser que amanhã ou depois
Eu encontre em teus lábios fatais
O que a vida roubou de nós dois

Mas a sorte varia demais
Pode ser que amanhã ou depois
Eu encontre em teus lábios fatais
O que a vida roubou de nós dois