sexta-feira, outubro 25, 2013

Torei o pau

Jamelão
O baião "Torei o pau", de Luiz Bandeira, foi gravado na Odeon pelo cantor Jamelão, em 02/04/1951 e lançado em maio seguinte, disco 13125-A, matriz 8930. Foi também gravado por Manezinho Araújo, no selo Nacional, vinculado à rádio carioca de mesmo nome.

Essa melodia tem a sua história, conforme nos informa o Jornal Estado de Goiás: é a confissão de um namorado anapolino, que fugiu com a filha de importante coronel nos idos de 1950.

Quando o sogro “carinhosamente armado” perguntou aonde ele havia escondido a sua filha, acabou confessando: “Torei o Pau, / Eu mesmo fiz a gamela (antiga embarcação pluvial), / eu mesmo roubei a moça, / eu mesmo casei com ela!” (alusão ao sucesso desse baião naquela época).

O "Romeu" quase baleado acabou confessando para o importante sogro, que desatou a rir, concluindo, que o mesmo havia navegado com a sua filha, pelo mais belo rio daquela época, o Rialma, no município de mesmo nome, na BR-153, a Belém-Brasília. (Fontes: Samuel Machado Filho - Youtube; Jornal Estado de Goiás - Observatório).

Torei o pau (baião, 1951) - Luiz Bandeira - Interpretação: Jamelão



Torei o pau
Eu mesmo fiz a gamela
Eu mesmo roubei a moça
Eu mesmo casei com ela.
(bis)

Pra toda parte aonde eu vou Maria vai
Ela sem eu, ela se veste, mas não sai
Já faz dez ano que nós temo esse xodó
Só podemos viver junto
Que nós dois num corpo só...
(torei o pau)

Torei o pau
Eu mesmo fiz a gamela
Eu mesmo roubei a moça
Eu mesmo casei com ela.
(bis)

Roubei a moça

Confissão de um namorado anapolino, que fugiu com a filha de importante coronel nos idos de 1950/60. Quando o sogro “carinhosamente armado” perguntou aonde ele havia escondido a sua filha, acabou confessando: “Torei o Pau, / Eu mesmo fiz a gamela (antiga embarcação pluvial), / eu mesmo roubei a moça, / eu mesmo casei com ela!”, que se tornou marchinha de carnaval. .

O "Romeu" quase baleado acabou confessando para o importante sogro, que desatou a rir, concluindo, que o mesmo havia navegado com a sua filha, pelo mais belo rio daquela época, o Rialma, no município de mesmo nome, na BR-153, a Belém-Brasília.

Em 1975 Jackson do Pandeiro fez um arranjo sobre a música de Luiz Bandeira, "Torei o pau", como se segue abaixo:

Roubei a moça (1975) - Arranjo de José Gomes Filho - Interpretação: Jackson do Pandeiro (Lp “A Tuba da ‘Muié’ – Jackson do Pandeiro e Seu Conjunto”, Alvorada/Chantecler, 210407111 / 1975)



O pau rolou, caiu
Lá na mata ninguém viu

(coro repete)

Torei o pau
Eu mesmo fiz a gamela
Eu mesmo roubei a moça
Eu mesmo casei com ela

(coro repete)



Fontes: Jornal Estado de Goiás - Observatório; Discografia - Sesc SP; Jackson do Pandeiro - Cronologia de Vida e Obra; Forró em Vinil.

Amigo do sol, amigo da lua

Amigo do sol, amigo da lua (1985) - Benito Di Paula e M. Brandão Carneiro
Tom: F  

(intro)  F  Bb  F  A7  Dm  ( Gm  C )

(verso 1)
  F     Bb          F  
E eu criança presa em
        A7           Dm
   brinquedos de trapaças
   Gm               C
Quase sem história pra contar
   F   Bb           F       A7         Dm
Você criança tão liberta me tire dessa peça,
    Gm                C
E assim ter história pra contar

(verso 2)
   Dm                                          Am
Estrela que brilha em meu peito e me leva pro céu
                                 F
Em cantos cantigas canções de ninar
            A7                Dm
Me deixa no galho no galho da lua
              Bb               C
No charme do sol pra me despertar

   Dm                                          Am
Estrela que brilha em meu peito e me leva pro céu
                                 F
Em cantos cantigas canções de ninar
            A7                Dm
Me deixa no galho no galho da lua
              Bb               C
No charme do sol pra me despertar

(refrão)
 F           A7
Vem amigo nadar nos rios
Dm             C
Vem amigo plantar mais lírios
    Bb                C               F   Bb  F  C7
No vale no mato e no mundo vamos brincar

 F           A7
Vem amigo nadar nos rios
Dm             C
Vem amigo plantar mais lírios
    Bb                C               F   Bb  F  C7
No vale no mato e no mundo vamos brincar