O Que Vier Eu Traço (samba / choro, 1926) - Alvaiade e Zé Maria
Quando eu canto meu sambinha
Batucada
A turma fica abismada
Com a bossa que eu faço
Faço, não me embaraço
Porque não há tempo
Marco o meu contra-tempo
Dentro do compasso
Quem não tiver o ritmo na alma
E nem cantando com mais calma
Faz o que eu faço
Samba-canção, samba de breque,
Batucada
Para mim não é nada
O que vier eu traço
Não tenho veia poética
Mas canto com muita tática
Não faço questão de métrica
Mas não dispenso a gramática
Não me atrapalho na música
Nem mesmo sendo sinfônica
Procuro tornar simpática
A minha voz microfônica
sábado, janeiro 19, 2008
Vida de Fidalga
Vida De Fidalga (samba) - Alvaiade e Francisco Santana
A
Tu, que tinhas vida de fidalga
F#7 Bm7
Hoje vive a pão e água
E7 A A7
Coisa que me comoveu
D Dm A
Tu mudaste tanto, tanto, tanto
F#7 Bm7
Que até provocas pranto
E7 A
Em um homem como eu
A E7 A F#7 Bm
Ao ver tua descida, feriu-me o coração
E7 A
Quem passava a pão e vinho, hoje vive a água e pão
F#7 Bm E7 A
Foi tão pesado o castigo que o destino te deu
F#7 Bm
Que até provoca prantos
E7 A
Em um homem como eu
A noite que tudo esconde
A Noite Que Tudo Esconde (samba, 1952) - Chico Santana e Alvaiade
Intro: F#m7 B7 Em Gm6 D B7 Em A D A7
D7M B7 Em
Noite que tudo esconde
A/C# A7 D
Onde está o meu amor
F#7(5b) B7 Em
Estou cansado de procurar
Gm6 A7 D A7
Mas não há meio de encontrar
D7M B7 Em A79
Noite que tudo esconde por favor
D A7 D
Devolva meu primeiro amor
Em B7 Em Em/D
A noite foi-se embora veio o dia
A/C#
Levando minha alegria
A7 D D7
Deixando comigo a dor
G6 A7 D
Hoje só me resta a nostalgia
B7 E79
Canto nesta melodia
A7 D A7
Mais um drama de amor
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