domingo, junho 19, 2011

Perdido na noite


Perdido Na Noite (1977) - Agnaldo Timóteo - Intérprete: Agnaldo Timóteo

LP Perdido Na Noite / Título da música: Perdido Na Noite / Agnaldo Timóteo (Compositor) / Agnaldo Timóteo (Intérprete) / Gravadora: Emi Odeon / Ano: 1976 / Nº Álbum: SMOFB 3922 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Canção / Balada.



Estou perdido / Na noite de muitos
Sempre a procura / Da mesma ilusão
Estou perdido na noite / E sozinho
Pelos caminhos sombrios / Eu vou

Estou perdido / Como tantos perdidos
Que nao se encontram / Sem saber a razão
E como tantos perdidos / Eu sei
Que é necessário / Encontrar alguém

Somos amantes, do amor liberdade,
Somos amados por isso também,
E se buscamos uma cara-metade,
Como metade nos buscam também,

Estou perdido, estamos perdidos,
Mas a esperança ainda é real,
Pois quando menos se espera aparece,
Uma promessa de amor ideal,

Somos amantes do amor liberdade,
Somos amados, por isso também,
E se buscamos uma cara-metade,
Como metade, nos buscam também,

Estou perdido, estamos perdidos,
Pois a esperança ainda é real,
pois quando menos se espera aparece,
Uma promessa de amor ideal

Oi, compadre


Oi, Compadre (samba, 1977) - Martinho da Vila - Intérprete: Martinho da Vila

Compacto duplo (7") / Título da música: Oi, Compadre / Martinho da Vila (Compositor) / Martinho da Vila (Intérprete) / Gravadora: RCA Victor / Ano: 1977 / Nº Álbum: 102.0182 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Samba.



Oh, compadre
Mete o dedo na viola (2x)

Se segura no cavaco,
porque tem remandiola.

Oh, compadre
Solta o bicho e se escora
Pois o velho gavião,
ja está com as unhas de fora, compadre...

Oh, compadre
Mete o dedo na viola (3x)

Canta samba dos quilombos,
quilombeta e quilombola.
Meu compadre,
mete o dedo na viola.
Já tem mente alienada,
e nego pisando na bola.

Oh, compadre
Mete o dedo na viola (3x)

Oh, compadre
Vascaíno não se engana
Temos que ser mais fiéis
do que a fiel corintiana.

Oh, compadre
Mete o dedo na viola
Calangueia no quilombo
Canta samba na escola
Brasileiro tá cansado
de cocada e mariola.
Abre o olho, meu compadre
Porque tem remandiola.
Atrás de um som inocente
Tem um fraque, uma cartola, eu já disse...

Oh, compadre
Mete o dedo na viola (6x)

Morte de um poeta


Morte de Um Poeta (samba, 1977) - Totonho e Paulinho Resende

LP Morte De Um Poeta / Título da música: Morte de Um Poeta / Totonho (Compositor) / Paulinho Resende (Compositor) / Alcione (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1976 / Nº Álbum: 6349 305 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Samba.


Fm 
Silêncio 
           F7      A#m                    
Morreu um poeta no morro 
           C7         Fm 
Num velho barraco sem forro 
                C#7    C7 
Tem cheiro do choro no ar 
     Fm             F7       A#m 
Mas choro que tem bandolim e viola 
          C7          Fm 
Pois ele falou lá na escola 
                 C#7   C7 
Que o samba não pode parar 
 G#                          A#m 
Por isso meu povo no seu desalento 
                      C7 
Começa a cantar samba lento 
                      Fm 
Que é jeito da gente rezar 
    A#m     D#7    G# 
E dizer que a dor doeu 
        C7      Fm 
Que o poeta adormeceu 
        A#m  D#7 G# 
Como um pássaro cantor 
        C7         Fm 
Quando vem no entardecer 
      C#7   C7    Fm 
Acho que nem é morrer  

  Fm   
Silêncio 
            F7      A#m 
Mais um cavaquinho vadio 
            C7      Fm 
Ficou sem acordes, vazio 
            C#7        C7 
Deixado num canto de um bar 
G#                            A#m 
Mas dizem poeta que morre é semente 

                       C7 
De samba que vem de repente 
                     Fm          F7 
E nasce se a gente cantar 
   A#m      D#7    G#7 
E dizer que a dor doeu 
       C7         Fm 
Que o poeta adormeceu 
        A#m  D#7  G# 
Como um pássaro cantor 
      C7           Fm 
Quando vem no entardecer 
      C#7  C7     Fm 
Acho que nem é morrer