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Intro: Em7 E4(add9) x 2
G#m7 G#4(add9)
No jardim das rosas
G#m7
De sonho e medo
G#4(add9) G#m7
Pelos canteiros de espinhos e flores
G#4(add9) G#m7
Lá, quero ver você
G#4(add9) G#m7 G#4(add9) E(add9)
Olerê, Olará, você me pegar
G#m7 G#4(add9) x 2
Gm7 G4(add9) Gm7
Madrugada fria de estranho sonho
G4(add9)
Acordou João, cachorro latia
Gm7 G4(add9)
João abriu a porta
Gm7 G4(add9)
O sonho existia
F#m7 F#4(add9)
Que João fugisse
F#m7
Que João partisse
F#4(add9) F#m7
Que João sumisse do mundo
F#4(add9) F#m7 F#4(add9)
De nem Deus achar, Ierê
Fm7 F4(add9) Fm7
Manhã noiteira de força viagem
F4(add9) Fm7
Leva em dianteira um dia de vantagem
F4(add9) Fm7
Folha de palmeira apaga a passagem
F4(add9) Fm7 F4(add9) E7(13 9)
O chão, na palma da mão, o chão, o chão
E manhã redonda de pedras altas
Bbm7(b5)
Cruzou fronteira de servidão
Fm7(11) Bbm7 Bb4(add9)
Olerê, quero ver
Dm7
Olerê
Bbm7 Bb4(add9) Bbm7
E por maus caminhos de toda sorte
Bb4(add9) Bbm7
Buscando a vida, encontrando a morte
Bb4(add9) Bbm7
Pela meia rosa do quadrante Norte
Bb4(add9) Bbm7 Bb4(add9) Bbm7
João, João
G#m7 G#4(add9) G#m7
Um tal de Chico chamado Antônio
G#4(add9) G#m7
Num cavalo baio que era um burro velho
G#4(add9) G#m7
Que na barra fria já cruzado o rio
G#4(add9) G#m7
Lá vinha Matias cujo o nome é Pedro
G#4(add9) G#m7
Aliás Horácio, vulgo Simão
G#4(add9) G#dim
Lá um chamado Tião
Gm7 G4(add9) x 2
Chamado João
F7 4(9) Em7 E4(add9) Em7 E4(add9)
Em7 E7 4 Ebm7
Recebendo aviso entortou caminho
Eb7 4 Ebm7
De Nor-Nordeste pra Norte-Norte
Eb7 4 Ebm7
Na meia vida de adiadas mortes
Eb7 4 Ebm7 Eb7 4
Um estranho chamado João
Gm7 G4(add9)
No clarão das águas
Gm7
No deserto negro
G4(add9)
A perder mais nada
Gm7
Corajoso medo
G4(add9) Gm7 G4(add9)
Lá quero ver você
F#m7 F#4(add9) F#m7
Por sete caminhos de setenta sortes
F#4(add9) F#m7
Setecentas vidas e sete mil mortes
F#4(add9) F#m7 F#4(add9)
Esse um, João, João
D7(13 9)
E deu dia claro
E deu noite escura
G#m7(b5)
E deu meia-noite no coração
D#7(11) G#m7
Olerê, quero ver
G#4(add9) Cm7 C4(add9)
Olerê
Am7 A4(add9)
Passa sete serras
Am7
Passa cana brava
A4(add9)
No brejo das almas
Am7
Tudo terminava
A4(add9) Am7
No caminho velho onde a lama trava
A4(add9) Am7
Lá no todo-fim-é-bom
A4(add9) F(add9) Am7 A4(add9) Am7 A4(add9)
Se acabou João
G#m7 G#4(add9) x 2
G#m7 G#4(add9)
No Jardim das rosas
G#m7
De sonho e medo
G#4(add9)
No clarão das águas
G#m7
No deserto negro
G#4(add9) G#m7
Lá, quero ver você
G#4(add9) G#m7
Lerê, lará
G#4(add9) E(add9)
Você me pegar
G#m7 G#4(add9) x 2
Em7 E4(add9)
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E
Eu bebo sim
E7 A
Estou vivendo
B7
Tem gente que não bebe
E B7
Está morrendo (Eu bebo sim) (x2)
E A
Tem gente que já tá com o pé na cova
B7
Não bebeu e isso prova
E
Que a bebida não faz mal
E7 A
Uma pro santo, desce o choro, a saideira
B7
Desce toda a prateleira
E B7
Diz que a vida tá legal (Eu bebo sim)
(refrão)
E A
Tem gente que detesta um pileque
B7
Diz que é coisa de moleque
E
Cafajeste ou coisa assim
E7 A
Mas essa gente, quando está com a cara cheia
B7
Vira chave de cadeia
E B7
Esvazia o botequim (Eu bebo sim)
(refrão)
Marcadores: joao violao, luis antonio
F#m Em
Numa tarde tão linda de sol
A7 D
Ela me apareceu
F#m
Com um sorriso tão triste
Em
Um olhar tão profundo
A7 D
Já sofreu
F#m Em
Suas mãos tão pequenas e frias
A7 D
Sua voz tropeçava também
F#m Em
Me falava da infância de lágrimas
A7
Nunca teve ninguém
D
Nunca teve amor
F#m Em A
Não sentiu o calor de alguém
D F#m Em
Nem sequer ouviu a palavra carinho, seu ninho
A7 D
Não resistiu
F#m Em
Sinceramente eu chorei de tristeza
A7
Ao ouvir
D F#m
Tanta coisa que a vida oferece
Em
E a gente padece
A7 D
Sem querer
F#m Em
Depois de tudo o que eu vi
A7 D
Não consigo esquecer
F#m Em
Ela me disse adeus e se foi
A7 D
Nem seu nome eu sei dizer
F#m Em A7 D
De onde ela veio, pra onde ela vai, oh! oh!
F#m Em A7
De onde ela veio, pra onde ela vai
D F#m Em A7 D F#m Em A7
Não sei dizer
D
Nunca teve amor...
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