segunda-feira, outubro 23, 2006

Covarde



Getúlio -Cinelândia - Rio
Covarde (mambo-bolero, 1958) - Getúlio Macedo e Lourival Faissal - Interpretação de Fernando Barreto
Introdução: E B7 E B7 
 
    E 
 Covarde 
 Eu sei que sou covarde 
 Por não fazer alarde 
        C#7               F#m 
 Deste amor que sinto por ti 
 Covarde 
 É triste a realidade 
 O medo me invade 
          B7           E  B7 
 Quando chego perto de ti 
    E 
 Covarde 
 Talvez já seja tarde 
 Mas a arma de um covarde 
     C#7  F#m 
 É renunciar 
           A 
 Como o calor que se afasta 
      Am 
 Pro vento passar 
          G#m 
 Igual a sombra que morre 
      C#m 
 Se a luz não brilhar 
       F#m             B7 
 Um covarde assim como eu 
            Bm7  E7 
 Não deve amar 
           A 
 Como o calor que se afasta 
      Am 
 Pro vento passar 
          G#m 
 Igual a sombra que morre 
      C#m 
 Se a luz não brilhar 
       F#m             B7 
 Um covarde assim como eu 
            E 
 Não deve amar. 

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