Luiz Fernando (Luiz Fernando Mendes Ferreira), compositor e cantor popular, nasceu na cidade de Conselheiro Pena, Minas Gerais, em 07/05/1950. Estreiou na TV no Programa do Chacrinha.
A carreira de Fernando começou concomitantemente à de José Augusto, com quem compôs e gravou algumas canções. Seu primeiro sucesso foi gravado em 1973: a música A desconhecida, de sua autoria, regravada pelo funkeiro Mister Mu, no início dos anos 90.
Além de Cadeira de rodas, A desconhecida - que vendeu mais de um milhão de cópias e foi executada nas rádios de todo o país - e Você não me ensinou a te esquecer, Fernando Mendes também teve uma música na novela da TV Globo Duas Vidas de 1976: Sorte tem quem acredita nela, com arranjo de Hugo Bellard.
Mas a "volta" de Fernando Mendes ao cenário musical foi a regravação de Você não me ensinou a te esquecer, por Caetano Veloso para a trilha sonora do filme Lisbela e o Prisioneiro. A regravação rendeu uma redescoberta do compositor e cantor mineiro, que teve uma coletânea lançada pela Som Livre.
Em 1974, teve uma música censurada pela ditadura militar chamada Meu pequeno amigo, que fazia referência ao caso Carlinhos, um seqüestro de grande repercussão na época e não elucidado até hoje.
Entre os prêmios que ganhou, está um disco de ouro e o prêmio Villa Lobos de disco mais vendido de 1979 com a música Você não me ensinou a te esquecer, com arranjo de Hugo Bellard.
Fez shows no Brasil e no exterior e participou de variados programas de televisão. Atualmente continua compondo e se apresentando nos palcos brasileiros.
Fontes: www.projetovip.net; Wikipédia.
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quinta-feira, dezembro 15, 2011
domingo, junho 19, 2011
Sorte tem quem acredita nela
Sorte tem quem acredita nela (1977) - Mário Marcos e Maxcilliano - Intérprete: Fernando Mendes
LP Fernando Mendes / Título da música: Sorte Tem Quem Acredita Nela / Mário Marcos (Compositor) / Maxcilliano (Compositor) / Fernando Mendes (Intérprete) / Gravadora: Odeon / Ano: 1976 / Nº Álbum: SMOFB 3913 / Lado B / Faixa 3 / Gênero musical: Canção.
Intro: G C G D7
C
Não adianta um pé de coelho
G
No bolso traseiro
C
Nem mesmo a tal ferradura
G
Suspensa atrás da porta
C
Ou um astral bem maior que
G Em
o da noite passada,
D7 C
Pois toda sorte tem quem
G
Acredita nela
C
Não é preciso dizer
G
Que dará recompensa
C
Não faça isso há muitos que
G
Gostam de criticar
C
Esperam a sorte sentados sem sair
G Em
Do lugar
D7 C
Mas toda sorte tem quem
G
Acredita nela
-Refrão-
C
Não adianta ir a igreja rezar
D7 Bm Em
E fazer tudo errado
Am D7
Você quer a frente das coisas
G G7
Olhando de lado
C D7
O céu que te cobre não cobra
Bm Em
A luz da manhã
Am D7
Desperte pra vida, acredite,
G Introd.
A sorte é irmã
domingo, fevereiro 07, 2010
A desconhecida
A Desconhecida (1973) - Fernando Mendes e Banana (José Alves Filho)
LP Fernando Mendes / Título da música: A Desconhecida / Fernando Mendes (Compositor) / Banana (Compositor) / Fernando Mendes (Intérprete) / Gravadora: Odeon / Ano: 1973 / Nº Álbum: SMOFB 3798 / Lado A / Faixa 2 / Gênero musical: Canção.
Intro: D D7+ D7 B7 Em Em7+
Em/D A/C# A4 A7
D A/C#
Numa tarde tão linda de sol
G/B A7
Ela me apareceu
D A/C#
Com sorriso tão triste e o olhar
G/B A7
tão profundo, já sofreu
D F#m
Suas mãos tão pequenas e frias
Em A7
Sua voz tropeçava também
D F#m
E falava da infância de lágrimas
Em A7
Nunca teve ninguém
D
Nunca teve amor
F#m
Não sentiu calor por
Em A7
alguém, o o o
D F#m
Nem sequer ouviu palavra carinho
G A7
Seu ninho não existiu
D A/C# G/B
Sinceramente, eu chorei de tristeza
A7
ao ouvir
D A/C#
Tanta coisa que a vida oferece
G/B A7
E a agente padece sem querer
D F#m
Depois de tudo que eu vi
Em A7
Eu não consigo esquecer
D F#m
Ela me disse adeus e se foi
Em A7
Nem seu nome eu sei dizer
D F#m
De onde ela veio, pra onde
Em A7
ela vai, o o o
D F#m
De onde ela veio, pra onde
G A7 D
ela vai, não sei dizer
Solo: A/C# G/B A7 D A/C# G/B A7
D
Nunca teve amor
F#m
Não sentiu calor por
Em A7
alguém
D F#m
Nem sequer ouviu a palavra carinho
Em A7
Seu ninho não existiu
D A/C# G/B
Sinceramente, eu chorei de tristeza
A7
ao ouvir
D A/C#
Tanta coisa que a vida oferece
G/B A7
E agente padece sem querer
D F#m
Depois de tudo que eu vi
Em A7
Eu não consigo esquecer
D F#m
Ela me disse adeus e se foi
Em A7
Nem seu nome eu sei dizer
D F#m
De onde ela veio, pra onde
Em A7
ela vai, o o o
D F#m
De onde ela veio, pra onde
G A7 D
ela vai, não sei dizer
F#m
(De onde ela veio, pra onde
Em A7
ela vai)
D
Não sei dizer
F#m
(De onde ela veio, pra onde
Em A7
ela vai)
D
Não sei dizer
F#m
(De onde ela veio, pra onde
Em A7
ela vai)
D
Não sei dizer
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