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sexta-feira, outubro 18, 2013

Brega-chique (O vento levou Black)


Brega-chique (O Vento Levou Black) (1984) - Eduardo Dusek e Luís Carlos Góes - Intérprete: Eduardo Dusek

LP Brega Chique / Título da música: Brega-chique (O Vento Levou Black) / Eduardo Dusek (Eduardo Dussek) (Compositor) / Luís Carlos Góes (Compositor) / Eduardo Dusek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1984 / Nº Álbum: 821 974-1 / Lado A / Faixa 7.


Tom: E
Intro:  D#   Dm F7  F#7  F#7(13-)

        B
Foi trabalhar recomendada pra dois gringos
                               F#
Logo assim que chegou do interior
          E                    D#m
Era um casal tipo metido a grã-fino
         C#m                  B   B7
Mas o salário era tipo um horror
            E
A tal da madame
           A7                   B   G#m
Tinha a mania esquisitona de bater
                  F#
Lhe baixava a porrada
                       E
Quando a coisa tava errada
      [D#m  C#m]  B
Não queria nem saber

   F#
Doméstica!
              B
Ela era... Doméstica!
                  E
Sem carteira assinada
               F#
Só caía em cilada
                    B
Era empregada... Doméstica!

         B
Nunca notou a quantidade de giletes
                                   F#
Não reparou a mesa espelhada do salão
           E                      D#m
Não perguntou o que que era um papelote
           C#m                         B   B7
"Baixou os homi" e ela entrou no camburão
          E
Na delegacia
        A7                B  G#m
Sua patroa americana ameaçou
                            F#
Lembra que eu sou uma milionária
                  E
Eu fungava de gripada
          [D#m   C#m]   B
Não seja otária, por favor

   F#
Doméstica!
                               B
Traficante disfarçada de... Doméstica!
                     E
Era manchete nos jornais
                      F#
O casal lhe deu pra trás
                        B
Sujando brabo pra... Doméstica!

       E
No presídio, aprendeu com as "companheira"
          F#           E          D#m
A se dar bem, a descolar como ninguém
        G#7                    C#m
Ficou famosa no ambiente carcerário
          F#                          B
Como a mulata que nasceu pra ser alguém

                       F#
Pois não é que a... Doméstica!
                           B
Conseguiu uma prisão... Doméstica!
                      E
Saiu por bom comportamento
                   F#
Mas jurou nesse momento
                        B         [A7]
Vingar a raça das... Domésticas!

         B
Então alguém lhe aconselhou logo de cara
         B7                            E
Dá um passeio e vê se arranja algum barão
          C#m                          F#
Porque melhor que interior ou que uma cela
         E          [F#     E]   B/D#   B7
É ter turista e faturar no calçadão
            E
Até que um dia
        A7                  B  G#7
Um Mercedinho prateado buzinou
                C#m
Era um loiro alemão
                          F#
Que lhe abriu a porta do carro
                    B
E lhe tacou um bofetão

   F#
Doméstica!
                         B
Virou uma baronesa... Doméstica!
                          E
Mesmo com as taras do barão
                F#
Segurou a situação
                       B       G7
Levando uma vida... Doméstica!

      C
Realizada em sua mansão em Stuttgart
                                  G
Ouvindo Mozart e Beethoven de montão
          F                  Em
Com um pivete mulatinho pela casa
            Dm                           C   C7
Que era herdeiro e de olho azul como o barão
                  F
Precisou de uma babá
           Bb7                   C    A7
Botou um anúncio bilíngue no jornal
                     Dm
Seu mordomo abriu a porta
                   F
Pruma loira meio brega
    [Em    Dm]     C
Uma yankee de quintal

   G
Doméstica!
                         C
Era a americana de... Doméstica!
                     F
A nega deu uma gargalhada
                   G
Disse agora to vingada
                       C
Tu vai ser minha... Doméstica!

   G
Doméstica!
                         C
Era a americana de... Doméstica!
                     F
A nega deu uma gargalhada
                   G
Disse agora to vingada
                       F    Em    Dm   C
Tu vai ser minha... Domés...ti....ca!

Letra:

Foi trabalhar recomendada pra dois gringos
Logo assim que chegou do interior
Era um casal tipo metido a grã-fino
Mas o salário era tipo um horror
A tal da madame
Tinha a mania esquisitona de bater
Lhe baixava a porrada
Quando a coisa tava errada
Não queria nem saber

Doméstica!
Ela era...
Doméstica!
Sem carteira assinada
Só caía em cilada
Era empregada...
Doméstica!

Nunca notou a quantidade de giletes
Não reparou a mesa espelhada do salão
Não perguntou o que que era um papelote
"Baixou os homi" e ela entrou no camburão
Na delegacia
Sua patroa americana ameaçou
Lembra que eu sou uma milionária
Eu fungava de gripada
Não seja otária, por favor

Doméstica!
Traficante disfarçada de...
Doméstica!
Era manchete nos jornais
O casal lhe deu pra trás
Sujando brabo pra...
Doméstica!

No presídio, aprendeu com as "companheira"
A se dar bem, a descolar como ninguém
Ficou famosa no ambiente carcerário
Como a mulata que nasceu pra ser alguém
Pois não é que a...

Doméstica!
Conseguiu uma prisão...
Doméstica!
Saiu por bom comportamento
Mas jurou nesse momento
Vingar a raça das...
Domésticas!

Então alguém lhe aconselhou logo de cara
Dá um passeio e vê se arranja algum barão
Porque melhor que interior ou que uma cela
É ter turista e faturar no calçadão
Até que um dia
Um Mercedinho prateado buzinou
Era um loiro alemão
Que lhe abriu a porta do carro
E lhe tacou um bofetão

Doméstica!
Virou uma baronesa...
Doméstica!
Mesmo com as taras do barão
Segurou a situação
Levando uma vida...
Doméstica!

Realizada em sua mansão em Stuttgart
Ouvindo Mozart e Beethoven de montão
Com um pivete mulatinho pela casa
Que era herdeiro e de olho azul como o barão
Precisou de uma babá
Botou um anúncio bilíngue no jornal
Seu mordomo abriu a porta
Pruma loira meio brega
Uma yankee de quintal

Doméstica!
Era a americana de...
Doméstica!
A nega deu uma gargalhada
Disse agora to vingada
Tu vai ser minha...
Doméstica!

Doméstica!
Era a americana de...
Doméstica!
A nega deu uma gargalhada
Disse agora to vingada
Tu vai ser minha...
Doméstica!

domingo, outubro 06, 2013

Barrados no baile


Barrados no Baile (1982) - Eduardo Dusek e Luís Carlos Góes - Intérprete: Eduardo Dusek

LP Cantando No Banheiro / Título da música: Barrados no Baile / Luís Carlos Góes (Compositor) / Eduardo Dusek (Eduardo Dussek) (Compositor) / Eduardo Dusek (Eduardo Dussek) (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1982 / Nº Álbum: 2451 194 / Lado A / Faixa 3 / Gênero musical: Rock.


Tom: E
Intro: 

E  D  D4/7  C4/7  B4/7  E  A/E  E  B7

Wapa pararurará Papapapararurá
Wapa pararurará Papapapararurá...

E                    A
Ela num macacão de plástico
F#                 B7
Ele com o corpo elástico
       B7
Pensaram em se divertir
E                        A
Fizeram muito cooper, ginástica
F#           B7
Ligados numa muito bombástica
       E
Aplicados prá não dormir...
A                 E/G#
Ela se sentia incrível
G                   D
Ele se achava apetecível
A           E/G#
Disseram somos gente de nível
F#               B7
O casal vinte daqui...
     E          A
Mas foram barrados no baile
  F#          B7
Tratados como maus elementos
   G#7    C#
Lá dentro rolando Bob Marley
    F#
Cá fora
               B7
Por favor: Documento!
   E              A/E
Barrados no Baile Oh! Oh!
E             B7
Só viviam dando detalhe
   E              A/E
Barrados no Baile Oh! Oh!
E                   B7
E meu amor, nem me fale
     A         B7
Mas isso é que dá
      E
Cê querer freqüentar...(2x)

( A  Bb7  B7  E  A  B7 )

  E
Tentaram argumentar
        A
"Somos chiques"
        F#
Ele de leve
                B7
Sugeriu um trambique
                  B7
Lhe deram uma bofetada


  E                           A
Pensando que a finesse Não importa
    F#                              B7
Ela gritou: "Olha que arrombo essa porta"

Já levando uma pernada...
   A                            E/G#
O plástico e a plástica Não são nada
G                   D
Mesmo gente considerada
       A                      E/G#
Saca aqui qualquer privê É cilada
F#                      B7
Se não for peixinho Não nada...

Refrão 2x:
 E        A
A dupla que era chique Na entrada
      F#        B7
Amarrotada teve que "sartar"
          G#7             C#
Ainda foi vista pela madrugada
  F#       B7
Comendo um hot-dog vulgar...
     E                 A
Pois foram barrados no baile
   F#   B7
Tratados como maus elementos
    G#7                C#
Lá dentro rolando Bob Marley
  F#                   B7
Cá fora Por favor: Documento!

Refrão 2x:
B    C#7
Isso é que dá!
  F#
Cê querer freqüentar
B    C#
Isso é que dá!...

sábado, outubro 05, 2013

Folia no matagal

Folia no Matagal (1981) - Eduardo Dusek e Luís Carlos Goes - Intérpretes: Eduardo Dusek - Ney Matogrosso

LP Ney Matogrosso / Título da música: Folia No Matagal / Luís Carlos Goes (Compositor) / Eduardo Dusek (Compositor) / Ney Matogrosso (Intérprete) / Gravadora: Ariola / Ano: 1981 / Nº Álbum: 201.620 / Lado B / Faixa 4 / Gênero musical: MPB.


Tom: A  

  A7+               Bm7     E7         A7+
O mar passa saborosamente a língua na areia
                   E          C#7
Que bem debochada, cínica que é
   F#m7      B7          Bm7      E7
Permite deleitada esses abusos do mar
    Bm7         E7          A7+
Por trás de uma folha de palmeira
  Bm7     E7      A7+          A7
A lua poderosa, mulher muito fogosa
    D7+  Dm7    C#m7  Cº
Vem nua,    vem nua
    Bm7        E7       A7
Sacudindo e brilhando inteira
    D7+  Dm7    C#m7  Cº
Vem nua,    vem nua
    Bm7        E7       A7+
Sacudindo e brilhando inteira
   Bm7        E7          A7+
Palmeiras se abraçam fortemente
   A7                          D7+
Sussurram, dão gemidos, soltam ais
         Dm7      D#º       A7+
Um coqueirinho pergunta docemente
F#7       B7                   E7
A outro coqueiro que olha sonhador:
    Bm7      E7       A7+
- Você me amará eternamente?
Bm7       E7         A7
Ou amanhã tudo se acabou?
  D7+       Dm7   C#m7        F#m7
- Nada acabará -  grita o matagal -
Bm7     E7     A7
Nada ainda começou!
D7+       Dm7   C#m7        F#m7
Nada acabará -  grita o matagal -
Bm7     E7     A7+
Nada ainda começou!
             Bm7        E7      A7+
Imagina: são dois coqueirinhos ainda em botão
C#7                      F#m7
Nem conhecem ainda o que é uma paixão
  D7+          Dm7   A7+          F#m7
E lá em cima a lua   já virada em mel
Bm7        E7       A7       F#7
Olha a natureza se amando ao léu
  D7+        Dm7     A7+         F#7
E louca de desejo fulgura num lampejo
  Bm7        E7       A7
E rubra se entrega ao céu
  D7+        Dm7     A7+         F#7
E louca de desejo fulgura num lampejo
  Bm7        E7       A7+
E rubra se entrega ao céu