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quinta-feira, março 22, 2018

A taça do mundo é nossa - Titulares do Ritmo


A Taça do Mundo é nossa (marcha, 1958) - Maugeri Sobrinho, Wagner Maugeri, Lauro Müller e Victor Dagô. - Intérprete: Titulares do Ritmo

Disco 78 rpm / Título da música: A taça do mundo é nossa / Maugeri Sobrinho (Compositor) / Wagner Maugeri (Compositor) / Lauro Müller (Compositor) / Victor Dagô (Compositor) / Titulares do Ritmo (Intérprete) / Orquestra (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: Copacabana, Indefinida / Nº Álbum 5930 / Gênero musical: Marcha.


    D               Em 
A taça do mundo é nossa 
         A7                 D 
Com brasileiro, não há quem possa 
                    F#7 
Êh eta esquadrão de ouro 
         B7              A7 
É bom no samba, é bom no couro 

  D               Em 
A taça do mundo é nossa  
         A7                 D 
Com brasileiro, não há quem possa 
                    F#7 
Êh eta esquadrão de ouro 
         B7              A7 
É bom no samba, é bom no couro  
 
       Em          A7     D 
O brasileiro lá no estrangeiro 
   Em       A7               D 
Mostrou o futebol como é que é 
  Gm     A7      D 
Ganhou a taça do mundo 
   E7                  A7 
Sambando com a bola no pé (Goool!) 

    D               Em 
A taça do mundo é nossa 
         A7                 D 
Com brasileiro, não há quem possa 
                    F#7 
Êh eta esquadrão de ouro 
         B7              A7 
É bom no samba, é bom no couro 

  D               Em 
A taça do mundo é nossa  
         A7                 D 
Com brasileiro, não há quem possa 
                    F#7 
Êh eta esquadrão de ouro 
         B7              A7 
É bom no samba, é bom no couro  
 
       Em          A7     D 
O brasileiro lá no estrangeiro 
   Em       A7               D 
Mostrou o futebol como é que é 
  Gm     A7      D 
Ganhou a taça do mundo 
   E7                  A7 
Sambando com a bola no pé (Goool!)

sábado, maio 18, 2013

Raul Mota

Raul Motta (circa 1928 - Portugal), cantor, desenvolveu carreira artística no Brasil. De razoável, repercussão nos anos 1950, fez parte do cast paulista da gravadora RGE. De estilo romântico, chegou a fazer incursões pela chamada música jovem que ganhou destaque no final dos anos 1950 cantando cha-cha-cha e rock.

Fez sua estréia em discos em 1954 quando foi contratado pela RCA Victor e gravou com acompanhamento de orquestra o corrido "Canção indiana", de domínio público, e a canção Deus me perdoe, de Frederico Valério. No mesmo ano, gravou com acompanhamento de conjunto o bailinho Ai, ai, menina, de Nascimento de Souza, e a canção Vila Franca, de João Mota.

Em 1955, lançou com acompanhamento de regional e coro o fado Brasileira bonita, de Miguel de Oliveira e Rodrigues, e com acompanhamento de orquestra o baião Fado do baião, de Wilson Alves e Irmãos Orlando. No mesmo ano, foi contratado pela gravadora Copacabana e gravou o bolero Amor sagrado, de G. Prado e Luiz C. Campos. No mesmo disco cantou acompanhado pelo grupo Titulares do Ritmo o fado-canção Coimbra ao luar, de Carlos Rocha. Ainda em 1955, gravou o samba-canção Cantinho agradável, de Antônio Marcos e Machado Filho, e o fado Dona Fortuna, de Alberto Ribeiro e Frederico de Brito.

Nessa época, andou gravando músicas portuguesas e em 1956, gravou o fado "Canção do mar", de Ferrer Trindade e Frederico de Brito, e a marcha "P. R. você", de Hervê Cordovil e Cristóvão de Alencar. No mesmo ano, gravou os fados Nem às paredes confesso, de Ferrer Trindade e Artur Ribeiro, e o pout-pourri História do fado, com arranjos de José Castelo.

Em 1958, ingressou na RGE e gravou com acompanhamento da Orquestra RGE o merecumbê Ay! Cosita linda, de Pacho Galán, o beguine Oh! Mia bela Napoli, de G. Winkler e L. Potarek., e os chachachás Ave Maria Lola, de Sergio Siaba, e La blusa azul, de Isabelita Serpa.

Em 1959, gravou o Fado xuxu, de F. Valério e A. do Vale, e o fox Mi carinito, de Aldo Leguy e Carlos Medina. Nesse ano, lançou LP pela RGE no qual interpretou diversos boleros, entre os quais "Ave Maria Lola", de S. G. Siaba, Nosotros, de Pedro Junco Jr., e Tú me acostumbraste, de F. Dominguez.

Em 1960, gravou com a orquestra dirigida pelo maestro Simonetti o bolero História adormecida, de Enrico Simoneti e Luiz Campos, e o rock Bate o pé, de Artur Ribeiro e Maximiniano de Souza. Nesse ano, participou do LP Mamãe...presente! lançado pela RGE com a participação de diversos artistas do cast daquela gravadora no qual interpretou Estrela da minha vida, de Alves Coelho Filho.

Lançou discos pela RGE, Copacabana e RCA Victor num total de 11 discos em 78 rpm.

Discografia

(1960) História adormecida / Bate o pé • RGE • 78
(1959) Fado xuxu / Mi carinito • RGE • 78
(1959) Raul Mota • RGE • LP
(1958) Ay! Cosita linda / Oh! Mia bela Napoli • RGE • 78
(1958) Ave Maria Lola / La blusa azul • RGE • 78
(1956) Canção do mar / P. R. você • Copacabana • 78
(1956) Nem às paredes confesso / História do fado • Copacabana • 78
(1955) Brasileira bonita / Fado do baião • RCA Victor • 78
(1955) Amor sagrado / Coimbra ao luar • Copacabana • 78
(1955) Cantinho agradável / Dona Fortuna • Copacabana • 78
(1954) Canção indiana / Deus me perdoe • RCA Victor • 78
(1954) Ai, ai, menina / Vila Franca • RCA Victor • 78

Fonte: Dicionário Cravo Albin da MPB.

segunda-feira, julho 16, 2007

A Taça do Mundo é nossa


A Taça do Mundo é nossa (marcha, 1958) - Maugeri Sobrinho, Wagner Maugeri, Lauro Müller e Victor Dagô. - Intérprete: Titulares do Ritmo

Disco 78 rpm / Título da música: A taça do mundo é nossa / Maugeri Sobrinho (Compositor) / Wagner Maugeri (Compositor) / Lauro Müller (Compositor) / Victor Dagô (Compositor) / Titulares do Ritmo (Intérprete) / Orquestra (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: Copacabana, Indefinida / Nº Álbum 5930 / Gênero musical: Marcha.


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A taça do mundo é nossa 
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Com brasileiro, não há quem possa 
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Êh eta esquadrão de ouro 
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É bom no samba, é bom no couro 

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A taça do mundo é nossa  
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Com brasileiro, não há quem possa 
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Êh eta esquadrão de ouro 
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É bom no samba, é bom no couro  
 
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O brasileiro lá no estrangeiro 
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Mostrou o futebol como é que é 
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Ganhou a taça do mundo 
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Sambando com a bola no pé (Goool!) 

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A taça do mundo é nossa 
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Com brasileiro, não há quem possa 
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Êh eta esquadrão de ouro 
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É bom no samba, é bom no couro 

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A taça do mundo é nossa  
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Com brasileiro, não há quem possa 
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Êh eta esquadrão de ouro 
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É bom no samba, é bom no couro  
 
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O brasileiro lá no estrangeiro 
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Mostrou o futebol como é que é 
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Ganhou a taça do mundo 
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Sambando com a bola no pé (Goool!)

quarta-feira, novembro 22, 2006

Titulares do Ritmo

Titulares do Ritmo: Conjunto vocal integrado por Francisco Nepomuceno de Oliveira, o Chico (Fortaleza CE 1927—), líder, compositor, arranjador, violonista, pianista; Geraldo Nepomuceno de Oliveira (Fortaleza 1931—), cantor e violonista, Domingos Ângelo de Carvalho (Moeda MG 1921—), cantor; João Cândido Brito (Bom Jesus do Galho MG 1928—), cantor; Joaquim Alves (Valença BA 1921—); e Sóter Cordeiro (São João Evangelista MG 1926—São Paulo SP 1984).

Foi organizado por 1941, quando seus componentes ainda ginasianos e todos cegos, se conheceram no instituto São Rafael, em Belo Horizonte MG. O conjunto estreou na Rádio Inconfidência, dessa cidade, cantando Como se faz uma cuíca (Pedro Caetano). Contratado pela emissora, seguiu em 1948 para São Paulo SP, estreando na Rádio Gazeta e alcançando grande sucesso na década de 1950, quando atuou na Rádio Bandeirantes.

Em 1951 gravou com sucesso o samba Não põe a mão (Mutt, Buci Moreira e Arnô Canegal). Em 1953 lançou, na Victor, a toada Sodade matadera (Davi Raw e Manezinho Araújo) e Mulher de artista (Geraldo Tavares), lançando para o Carnaval Lulu (Jorge Roy e Orlando Monello), e o fox-trot Serenata ao luar (José Maria de Abreu), além de gravar, pela Todamérica, E ela não vem (Hervé Cordovil e Vicente Leporace) e o baião Que saudade, menina (Castro Barbosa).

Ainda nessa década gravaram 16 LPs, entre os quais Homenagem ao Bando da Lua (Copacabana), Jóias musicais (Copacabana), Concerto de música popular (Copacabana), Os fabulosos Titulares do Ritmo (RCA). Tinham também dois programas exclusivos nas rádios Tupi e Record, e criaram a firma Pauta — Gravações e Propaganda onde gravaram jingles comerciais. Após a década de 1970, com mais de 35 anos de carreira, passaram a viver de shows pelo interior de São Paulo.


Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha, SP, 1998.