Tom: Am
Am Dm G7 C
Já falei pra você, que malandro não vacila
Am Dm G7 C
Já falei pra você, que malandro não vacila
Am Dm
Malandro não cai, nem escorrega
G7 C
Malandro não dorme nem cochila
Am Dm
Malandro não carrega embrulho
G7 C
E tambem não entra em fila
Am Dm
É mas um bom malandro
G7 C
Ele tem hora pra falar gíria
Am Dm
Só fala verdade, não fala mentira
G7 C
Você pode acreditar
Am Dm
Eu conheço uma pá de otário
G7 C
Metido a malandro que anda gingando
Am Dm G7 C
Crente que tá abafando, e só aprendeu a falar:
Am Dm
Como é que é? Como é que tá?
G7 C
Moro mano? É, chega pra cá!
Disco 78 rpm / Título da música: Juraci / Antônio Almeida (Compositor) / Ciro de Souza (Compositor) / Vassourinha (Intérprete) / Benedito Lacerda, 1903-1958 (Acomp.) / Regional de Benedito Lacerda (Acomp.) / Gravadora: Columbia / Gravação: 23/06/1941 / Lançamento: 08/1941 / Nº do Álbum: 55295 / Nº da Matriz: 442-1 / Gênero: Samba choro / Coleções de origem: Nirez, IMS D, José Ramos Tinhorão, Humberto Franceschi
G D7
Desde o dia em que eu te vi Juracy
G
Nunca mais tive alegria
D7
Meu coração ficou daquele jeito
G
dando pinote dentro do meu peito
D7
Mas agora eu quero, eu quero saber
G
qual a sua opinião
D7
Pra resolver nossa situação
C D7 G
pode ser ou tá difícil coração
D7
Eu trabalhei durante um ano inteiro
G
pra conseguir juntar algum dinheiro
D7
fiz uma casa que é um amor
G
pois tem rádio, geladeira e ventilador
D7 D7
Nossa casinha lá na Marambaia
B7 Em
fica a dois passos da beira da praia
C C#7 D7
e se você achar que lhe convém
C D7 G
eu lhe garanto tudo isso e o céu também
Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.
De origem humilde, as polacas trabalhavam quase sempre no baixo meretrício - locais de prostituição frequentados por quem tinha poucos recursos. Nos cabarés e bordéis de luxo, a soberania era das francesas, que exerciam na época grande fascínio no imaginário masculino. Atentas a esse fato, algumas judias aprendiam palavras em francês para tentar melhorar de vida.
Motorista de lotação e sambista, o cantor Moreira da Silva namorou por 18 anos uma polaca: a russa Estera Gladkowicer, que chegou ao Brasil com 20 anos em 1927, foi dona de bordel no Mangue e se matou em 68, ingerindo barbitúricos.
Para ela, Moreira compôs Judia Rara: "A rosa não se compara / A essa judia rara / Criada no meu país / Rosa de amor sem espinhos / Diz que são meus seus carinhos / E eu sou um homem feliz" (Fonte: Homenagens em músicas e poemas - Aventuras na História ).
LP Moreira da Silva - Morengueira 64 / Título da música: Judia rara / Jorge Faraj (Compositor) / Moreira da Silva (Compositor) / Moreira da Silva (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: Odeon, 1964 / Nº Álbum: MOFB 3385 / Lado B / Faixa 9 / Gênero musical: Samba.
Tom: C
Introd.: Dm Am E7 A7 Dm Am F7 E7 Am
Bm7/5b E7 Am
A rosa não se compara
A7 Dm
A essa judia rara
E7 Am A7
Criada no meu país (virada)
Dm C
Rosa de amor sem espinhos
C7 Dm7
Diz que são meus seus carinhos
Bm7/5b E7 Am
E eu sou um homem feliz
G7 C
Nos olhos dessa judia,
F7 Am
Cheios de amor e poesia,
Dm7 Am
Dorme o mistério da noite,
E7 Am
Brilha o milagre do dia.
G7 C
A sua boca vermelha
G7 F7 Am
É uma flor singular.
Dm7 Am
E o meu desejo, uma abelha
Bm7/5b E7 Am
Ebm torno dela a bailar.
G7 C
Nos olhos dessa judia,
F7 Am
Cheios de amor e poesia,
Dm7 Am
Dorme o mistério da noite,
E7 Am
Brilha o milagre do dia.
G7 C
A sua boca vermelha
G7 F7 Am
É uma flor singular.
Dm7 Am
E o meu desejo, uma abelha
Bm7/5b E7 Am
Em torno dela a bailar
Bm7/5b E7 Am
Em torno dela a bailar
Bm7/5b E7 Am
Em torno dela a bailar.