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domingo, março 11, 2018

Olhar brasileiro - Eduardo Dussek


Olhar Brasileiro - Eduardo Dusek e Luís Carlos Góes- Intérprete: Eduardo Dusek

LP Eduardo Dusek ‎– Olhar Brasileiro / Título da música: Olhar Brasileiro / Eduardo Dusek (Compositor) / Luís Carlos Góes (Compositor) / Eduardo Dusek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1981 / Nº Álbum: 2451 165 / Lado A / Faixa 5.


Introdução: 
F6  F#º  Em  Am7 
Dm7/9  G6/7  G5+/7
G7  C  Am7  Dm7/9  G7
        Fm5-/7
E agora só
B7/9-                     Em
Sentado nessa sala que não é minha
Gm7  C7/9-              F7+
E que claro            por ironia
Am6   Em                Am6     Gm6  C7/9-
Me parece           tão familiar
         F6
Me vem você
F#º       Em
Me vem a sua cara
Am7                Dm7/9
Sua conversa apimentada e rara              
G7               C          Am7  Dm7/9  G7
E assim digamos tão particular
         F#m5-/7
Escuto o ritmo
B7/9-          Em
Daquele seu simples pandeiro
Gm7  C7/9-             F7+
E até sinto           aquele cheiro
Am6  Em              Am6   Gm6  C7/9-
De amor e de samba   espalhado no ar
         F6          F#º         Em
E, minha nossa, de repente eu me lembro
Am7                   Dm7/9
Era verão e a gente ficava bebendo
G7            C          C7
Ia vivendo à beira mar
                F7+
Todo o mundo sentado
Bb7/9    Em      Am7
Na varanda do nosso sobrado
Dm7/9                    G6/7        G5+/7
E sonhando, altas horas, acordado
G7       Gm6          C7/9-
Olhando fixo pro luar
      F7+
Era seresta,
Fm6         Bb7/9    Em           Am7
Era uma festa ver você e se apaixonar
Dm7/9  G6/7          G5+/7  G7
Era seu jeito,        seus defeitos
Gm6        C7/9-       
Sua maneira de se dar
        F6
Era tão quente
Fm6         Bb7/9          Em
Era pra gente tão maneiro que de repente
Am7
Você ganhava o mundo inteiro
Dm7/9  G6/7      G5+/7  G7      C  Am7  Dm7/9  G7
Simplesmente    com o menor        piscar
         F#m5-/7
E mesmo agora
B7/9-          Em
Sendo eu o único que resta
Gm7  C7/9-            F7+ 
Talvez           daquela festa
Am6  Em               Am6          Gm6  C7/9-
Talvez.          daquele mar
          F6
Eu dou um jeito
       F#º                         Em
Teto fugir, tento esconder mas me ajeito
Am7               Dm7/9          G6/7
Me acomodo pois me dói o peito
G5+/7  G7               Gm6          C7/9-
Somente por           tentar lembrar
        F7+                Bb7/9
Daquele cheiro, daquele pandeiro
Em       A#º
Daquele Rio de Janeiro
Dm7/9       G6/7     G5+/7
Daquele seu verde olhar brasileiro
G7      C             Am7  Dm7/9  G7  C
Que era meu

Nostradamus - Eduardo Dussek


Nostradamus (1980) - Eduardo Dussek - Intérprete: Eduardo Dusek

LP Eduardo Dusek ‎– Olhar Brasileiro / Título da música: Nostradamus / Eduardo Dussek (Compositor) / Eduardo Dussek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1981 / Nº Álbum: 2451 165 / Lado A / Faixa 3.


Tom: D
 Introdução: D G#° (3 vezes)
          D
Naquela manhã
 G#°                    Em
Eu acordei tarde, de bode
               G
com tudo que sei
           G/B
acendi uma vela
                    D
abri a janela, e pasmei
Bb
Alguns edificios explodiam
          Gm
pessoas corriam

         G#°
eu disse bom dia
      A
ignoreeei
    D
Telefonei
G#°
Prum toque que tenha  qualquer
      Em
e nao tinha
                G
Ninguem respondeu, eu
            G/B
disse Deus, Nostradamus,
         D
força do bem e da maldade
Bb                               Gm      G#°
futuro, calamidade, juizo final
      A
Então és tu

G
De repente na minha frente
        A/G
A esquadilha de aluminio
F#m                       Bm
caiu, junto com vidro fume
                 Em
o que fazer, tudo ruiu
Começou tudo a carcomer
Bb
gritei, ninguem ouviu,
                        D
e olha que eu ainda fiz psiu!

G
O dia ficou noite
                 A/G
O sol foi pro alem

               F#m
Eu preciso de alguém
                   Bm
vou até a cozinha
encontro Carlota, a cozinheira
Em
morta, diante do meu pé, Zé
  G             A7                   D     D7
eu falei, eu gritei, eu imploreei
G
Levanta
Em              Bb
Me serve um café
A              D
Que o mundo acabou

sábado, março 10, 2018

Cabelos negros - Eduardo Dussek


Cabelos Negros (1982) - Eduardo Dussek e Luís Antônio de Cássio - Intérprete: Eduardo Dussek

LP Eduardo Dussek - Cantando No Banheiro / Título da música: Cabelos Negros / Eduardo Dussek (Compositor) / Luís Antônio de Cássio (Compositor) / Eduardo Dussek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1982 / Nº Álbum: 2451 194 / Lado B / Faixa 1.


Tom: D

(intro) D7+ E/D C#m7 F#m7 Bm7 C#m7 D7+ E7 Bº/A A Aº A Aº

    A                 Aº
Eu quero seus cabelos negros
    Bm7     E7/13   E5+/7
Nas minhas mãos
    A                     Aº
Eu quero esses olhinhos ciganos
    Bm7       E7/13   E5+/7   E7
Nos meus sonhos
    G/A              A7
Eu quero você minha vida inteira
      D    D7+
Como doce mania
Bº
Fosse qualquer maneira

       A7+       Aº
Eu queria você assim como é
       Bm7
Sem mentir, nem dizer
        E7       E7/13   E5+/7   E7
O que não quiser
    A           Aº
Eu quero você criança
   Bm7     E7/13   E5+/7   E7
Caída no chão
     A            Aº
Eu quero você brilhando
    Bm7        E7/13   E5+/7   E7
Brincando de mim
      G/A
Pois eu quis você
                       A7/9
Como o sol e as estrelas
 D7+
Noites de lua
G7+
nostalgia
  A7+
E vou ter você
      Aº
Mesmo só pra pensar
         Bm7
Nessas coisas de amar
       E7/13   E5+/7   E7   G/A
Na alegria
D7+              Dm6
Eu começo a descobrir
       A/E
Que em meu coração
                F#m7
Tá nascendo um jardim
   Bm7
Pensando em plantar
E7/9-   E7       G/A   A7/9
Você   dentro de mim
D7+              Dm6
Pois preciso lhe ver
                  A/E
Várias vezes florescendo
               F#m7
Nas luas crescentes
Bm7
Sentir seu perfume
E7/9-        ( A   Aº )
Pra encontrar você

Aventura - Eduardo Dussek


Aventura (1986) - Luís Carlos Góes e Eduardo Dussek - Intérprete: Eduardo Dussek

LP Eduardo Dussek - Dusek Na Sua / Título da música: Aventura / Eduardo Dussek (Compositor) / Luís Carlos Góes (Compositor) / Eduardo Dussek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1986 / Nº Álbum: 829 218-1 / Lado A / Faixa 3.


Tom: G

Intro: D G6/A D G6/A

D               G6/A             
Vi seu olhar seu olhar de festa, 
     D            G6/A
de farol de moto, azul celeste
    D           G6/A             D  G6/A  
Me ganhou no ato uma carona pra lua .....
 D             G6/A
te arrastei estradas, desertos
   D             G6/A            
Botecos abrindo e a gente rindo, 
      D            G6/A                D    D7
brindando cerveja, como se fosse champagne

G/B             A/C#               
Todos faróis me lembram seu olhos, 
        C7+       G
durmo a viajar entre lençóis
          Gm7        Bb    F7+      C6        Am  A7
Teu corpo fica a dançar, no meio do nosso jantar,    
         D    G6/A  D G6/A G6/Bb
luz de velas

   G6/B           F#7/A#       
     Aventurar por toda cidade 
      D9/A      E/G#
a te procurar, todos lugares
Em7               A7             
Pintam ciúmes na mesa de um bar, 
  F#m4              E4/B            E4/A
mas você sente a começa a brincar

G#m5-/7    G#m4/7    C#7       A/B     F#/A#
Diz : Fica frio, meu bem, é melhor relaxar
    A7  G/A     D  G6/A  D  G6/A
Palmei...ra no mar

REPETE ESTROFE II

Eduardo Dusek - Biografia


Eduardo Dusek, cantor e compositor, nasceu no Rio de Janeiro-RJ em 01/01/1958. Começou a carreira artística como pianista de peças de teatro aos quinze anos, quando estudava na Escola Nacional de Música. Mais tarde passou a compor suas próprias canções e montou uma banda, que acabou apadrinhada por Gilberto Gil.


A partir de 1978 já tinha algumas composições gravadas por nomes de peso da MPB, como As Frenéticas (o samba Vesúvio), Ney Matogrosso (o fox Seu tipo) e Maria Alcina (o frevo Folia no Matagal, dois anos depois regravada por Ney Matogrosso) - todas em parceria com Luís Carlos Góis. Suas composições buscavam aliar sátira e bom humor.

Em 1980 participou do festival MPB Shell da Rede Globo com a debochada canção Nostradamus, que não se classificou, mas ficou conhecida pelo público. Por essa época gravou o primeiro LP, Olhar brasileiro.

Mas o estouro sucesso viria em 1982, quando flertou com o ainda incipiente pop/rock, no LP Cantando no Banheiro!, com Barrados no Baile (com Luís Carlos Góis), Cabelos negros (Com Luiz Antonio de Cássio) e Rock da Cachorra (Leo Jaime).

Dois anos depois, notabilizou-se com o LP Brega-chique, cuja faixa-título, mais conhecida como Doméstica, fazia uma sátira social, bem no clima do teatro besteirol da época. Em 1986, lançou Dusek na sua, com Aventura.

Em 1989 voltou à cena com o musical Loja de Horrores, em que atuava no papel de dentista.

Nos anos 90, afastado da fama, atuou como diretor de espetáculos e, no fim da década, voltou a apresentar alguns trabalhos como humorista e cantor.

Em 1997, gravou no CD Tributo a Dalva de Oliveira, interpretando a canção Olhos verdes (Vicente Paiva), do repertório da cantora. Nesse mesmo ano, participou, ao lado de outros artistas, do CD Balaio do Sampaio, gravando a faixa Velho bode, uma parceria de Sérgio Sampaio com Sérgio Natureza, que assinou a produção musical do disco.

Em 2000, por questões de numerologia e também com o objetivo de provocar a pronúncia correta de seu nome, passou a atuar com o nome artístico de Eduardo Dussek, adicionando mais um "s" ao seu sobrenome. Nesse mesmo ano, lançou o CD Adeus batucada, interpretando 24 sucessos de Carmen Miranda e duas músicas que compôs em homenagem à cantora: Alô, Alô, Brasil! e Rap da Carmen.

Em 2001, estreou, no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ), o espetáculo musical "Carmen Miranda by Dussek", baseado no disco homônimo, com o qual se exibiu posteriormente no Teatro Arena, em Copacabana (RJ) com sucesso de público, sempre acompanhado pelo saxofonista Chico Costa e pelo percussionista Beto Cazes. Nesse mesmo ano, organizou, selecionou o repertório e assinou o texto de apresentação do songbook de Carmen Miranda, lançado pela Editora Vitale, contendo uma biografia em edição bilíngue (português e inglês), cifras para violão e o CD Adeus batucada, gravado pelo cantor.

Em 2002, foi convidado para realizar a preparação cênica do grupo Cantores do Chuveiro, integrado por cantores amadores que haviam obtido grande sucesso com o espetáculo "100 anos de MPB", de Ricardo Cravo Albin. Nesse mesmo ano, dirigiu o show "Luz, ação... Chuveiro", apresentado pelos grupo no Teatro de Arena (RJ), cujo roteiro incluiu músicas do cinema brasileiro.

Em 2011, gravou, no Teatro Oi Casa Grande (RJ), o primeiro DVD de carreira, com a participação especial de Ney Matogrosso e de Preta Gil, e direção de Darcy Burger. Lançado também em CD, o projeto teve parceria da Deck Discos com o Canal Brasil.


Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha, SP, 1998; Dicionário Cravo Albin da MPB.

sexta-feira, outubro 18, 2013

Brega-chique (O vento levou Black)


Brega-chique (O Vento Levou Black) (1984) - Eduardo Dusek e Luís Carlos Góes - Intérprete: Eduardo Dusek

LP Brega Chique / Título da música: Brega-chique (O Vento Levou Black) / Eduardo Dusek (Eduardo Dussek) (Compositor) / Luís Carlos Góes (Compositor) / Eduardo Dusek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1984 / Nº Álbum: 821 974-1 / Lado A / Faixa 7.


Tom: E
Intro:  D#   Dm F7  F#7  F#7(13-)

        B
Foi trabalhar recomendada pra dois gringos
                               F#
Logo assim que chegou do interior
          E                    D#m
Era um casal tipo metido a grã-fino
         C#m                  B   B7
Mas o salário era tipo um horror
            E
A tal da madame
           A7                   B   G#m
Tinha a mania esquisitona de bater
                  F#
Lhe baixava a porrada
                       E
Quando a coisa tava errada
      [D#m  C#m]  B
Não queria nem saber

   F#
Doméstica!
              B
Ela era... Doméstica!
                  E
Sem carteira assinada
               F#
Só caía em cilada
                    B
Era empregada... Doméstica!

         B
Nunca notou a quantidade de giletes
                                   F#
Não reparou a mesa espelhada do salão
           E                      D#m
Não perguntou o que que era um papelote
           C#m                         B   B7
"Baixou os homi" e ela entrou no camburão
          E
Na delegacia
        A7                B  G#m
Sua patroa americana ameaçou
                            F#
Lembra que eu sou uma milionária
                  E
Eu fungava de gripada
          [D#m   C#m]   B
Não seja otária, por favor

   F#
Doméstica!
                               B
Traficante disfarçada de... Doméstica!
                     E
Era manchete nos jornais
                      F#
O casal lhe deu pra trás
                        B
Sujando brabo pra... Doméstica!

       E
No presídio, aprendeu com as "companheira"
          F#           E          D#m
A se dar bem, a descolar como ninguém
        G#7                    C#m
Ficou famosa no ambiente carcerário
          F#                          B
Como a mulata que nasceu pra ser alguém

                       F#
Pois não é que a... Doméstica!
                           B
Conseguiu uma prisão... Doméstica!
                      E
Saiu por bom comportamento
                   F#
Mas jurou nesse momento
                        B         [A7]
Vingar a raça das... Domésticas!

         B
Então alguém lhe aconselhou logo de cara
         B7                            E
Dá um passeio e vê se arranja algum barão
          C#m                          F#
Porque melhor que interior ou que uma cela
         E          [F#     E]   B/D#   B7
É ter turista e faturar no calçadão
            E
Até que um dia
        A7                  B  G#7
Um Mercedinho prateado buzinou
                C#m
Era um loiro alemão
                          F#
Que lhe abriu a porta do carro
                    B
E lhe tacou um bofetão

   F#
Doméstica!
                         B
Virou uma baronesa... Doméstica!
                          E
Mesmo com as taras do barão
                F#
Segurou a situação
                       B       G7
Levando uma vida... Doméstica!

      C
Realizada em sua mansão em Stuttgart
                                  G
Ouvindo Mozart e Beethoven de montão
          F                  Em
Com um pivete mulatinho pela casa
            Dm                           C   C7
Que era herdeiro e de olho azul como o barão
                  F
Precisou de uma babá
           Bb7                   C    A7
Botou um anúncio bilíngue no jornal
                     Dm
Seu mordomo abriu a porta
                   F
Pruma loira meio brega
    [Em    Dm]     C
Uma yankee de quintal

   G
Doméstica!
                         C
Era a americana de... Doméstica!
                     F
A nega deu uma gargalhada
                   G
Disse agora to vingada
                       C
Tu vai ser minha... Doméstica!

   G
Doméstica!
                         C
Era a americana de... Doméstica!
                     F
A nega deu uma gargalhada
                   G
Disse agora to vingada
                       F    Em    Dm   C
Tu vai ser minha... Domés...ti....ca!

Letra:

Foi trabalhar recomendada pra dois gringos
Logo assim que chegou do interior
Era um casal tipo metido a grã-fino
Mas o salário era tipo um horror
A tal da madame
Tinha a mania esquisitona de bater
Lhe baixava a porrada
Quando a coisa tava errada
Não queria nem saber

Doméstica!
Ela era...
Doméstica!
Sem carteira assinada
Só caía em cilada
Era empregada...
Doméstica!

Nunca notou a quantidade de giletes
Não reparou a mesa espelhada do salão
Não perguntou o que que era um papelote
"Baixou os homi" e ela entrou no camburão
Na delegacia
Sua patroa americana ameaçou
Lembra que eu sou uma milionária
Eu fungava de gripada
Não seja otária, por favor

Doméstica!
Traficante disfarçada de...
Doméstica!
Era manchete nos jornais
O casal lhe deu pra trás
Sujando brabo pra...
Doméstica!

No presídio, aprendeu com as "companheira"
A se dar bem, a descolar como ninguém
Ficou famosa no ambiente carcerário
Como a mulata que nasceu pra ser alguém
Pois não é que a...

Doméstica!
Conseguiu uma prisão...
Doméstica!
Saiu por bom comportamento
Mas jurou nesse momento
Vingar a raça das...
Domésticas!

Então alguém lhe aconselhou logo de cara
Dá um passeio e vê se arranja algum barão
Porque melhor que interior ou que uma cela
É ter turista e faturar no calçadão
Até que um dia
Um Mercedinho prateado buzinou
Era um loiro alemão
Que lhe abriu a porta do carro
E lhe tacou um bofetão

Doméstica!
Virou uma baronesa...
Doméstica!
Mesmo com as taras do barão
Segurou a situação
Levando uma vida...
Doméstica!

Realizada em sua mansão em Stuttgart
Ouvindo Mozart e Beethoven de montão
Com um pivete mulatinho pela casa
Que era herdeiro e de olho azul como o barão
Precisou de uma babá
Botou um anúncio bilíngue no jornal
Seu mordomo abriu a porta
Pruma loira meio brega
Uma yankee de quintal

Doméstica!
Era a americana de...
Doméstica!
A nega deu uma gargalhada
Disse agora to vingada
Tu vai ser minha...
Doméstica!

Doméstica!
Era a americana de...
Doméstica!
A nega deu uma gargalhada
Disse agora to vingada
Tu vai ser minha...
Doméstica!

domingo, outubro 06, 2013

Barrados no baile


Barrados no Baile (1982) - Eduardo Dusek e Luís Carlos Góes - Intérprete: Eduardo Dusek

LP Cantando No Banheiro / Título da música: Barrados no Baile / Luís Carlos Góes (Compositor) / Eduardo Dusek (Eduardo Dussek) (Compositor) / Eduardo Dusek (Eduardo Dussek) (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1982 / Nº Álbum: 2451 194 / Lado A / Faixa 3 / Gênero musical: Rock.


Tom: E
Intro: 

E  D  D4/7  C4/7  B4/7  E  A/E  E  B7

Wapa pararurará Papapapararurá
Wapa pararurará Papapapararurá...

E                    A
Ela num macacão de plástico
F#                 B7
Ele com o corpo elástico
       B7
Pensaram em se divertir
E                        A
Fizeram muito cooper, ginástica
F#           B7
Ligados numa muito bombástica
       E
Aplicados prá não dormir...
A                 E/G#
Ela se sentia incrível
G                   D
Ele se achava apetecível
A           E/G#
Disseram somos gente de nível
F#               B7
O casal vinte daqui...
     E          A
Mas foram barrados no baile
  F#          B7
Tratados como maus elementos
   G#7    C#
Lá dentro rolando Bob Marley
    F#
Cá fora
               B7
Por favor: Documento!
   E              A/E
Barrados no Baile Oh! Oh!
E             B7
Só viviam dando detalhe
   E              A/E
Barrados no Baile Oh! Oh!
E                   B7
E meu amor, nem me fale
     A         B7
Mas isso é que dá
      E
Cê querer freqüentar...(2x)

( A  Bb7  B7  E  A  B7 )

  E
Tentaram argumentar
        A
"Somos chiques"
        F#
Ele de leve
                B7
Sugeriu um trambique
                  B7
Lhe deram uma bofetada


  E                           A
Pensando que a finesse Não importa
    F#                              B7
Ela gritou: "Olha que arrombo essa porta"

Já levando uma pernada...
   A                            E/G#
O plástico e a plástica Não são nada
G                   D
Mesmo gente considerada
       A                      E/G#
Saca aqui qualquer privê É cilada
F#                      B7
Se não for peixinho Não nada...

Refrão 2x:
 E        A
A dupla que era chique Na entrada
      F#        B7
Amarrotada teve que "sartar"
          G#7             C#
Ainda foi vista pela madrugada
  F#       B7
Comendo um hot-dog vulgar...
     E                 A
Pois foram barrados no baile
   F#   B7
Tratados como maus elementos
    G#7                C#
Lá dentro rolando Bob Marley
  F#                   B7
Cá fora Por favor: Documento!

Refrão 2x:
B    C#7
Isso é que dá!
  F#
Cê querer freqüentar
B    C#
Isso é que dá!...

sábado, outubro 05, 2013

Folia no matagal

Folia no Matagal (1981) - Eduardo Dusek e Luís Carlos Goes - Intérpretes: Eduardo Dusek - Ney Matogrosso

LP Ney Matogrosso / Título da música: Folia No Matagal / Luís Carlos Goes (Compositor) / Eduardo Dusek (Compositor) / Ney Matogrosso (Intérprete) / Gravadora: Ariola / Ano: 1981 / Nº Álbum: 201.620 / Lado B / Faixa 4 / Gênero musical: MPB.


Tom: A  

  A7+               Bm7     E7         A7+
O mar passa saborosamente a língua na areia
                   E          C#7
Que bem debochada, cínica que é
   F#m7      B7          Bm7      E7
Permite deleitada esses abusos do mar
    Bm7         E7          A7+
Por trás de uma folha de palmeira
  Bm7     E7      A7+          A7
A lua poderosa, mulher muito fogosa
    D7+  Dm7    C#m7  Cº
Vem nua,    vem nua
    Bm7        E7       A7
Sacudindo e brilhando inteira
    D7+  Dm7    C#m7  Cº
Vem nua,    vem nua
    Bm7        E7       A7+
Sacudindo e brilhando inteira
   Bm7        E7          A7+
Palmeiras se abraçam fortemente
   A7                          D7+
Sussurram, dão gemidos, soltam ais
         Dm7      D#º       A7+
Um coqueirinho pergunta docemente
F#7       B7                   E7
A outro coqueiro que olha sonhador:
    Bm7      E7       A7+
- Você me amará eternamente?
Bm7       E7         A7
Ou amanhã tudo se acabou?
  D7+       Dm7   C#m7        F#m7
- Nada acabará -  grita o matagal -
Bm7     E7     A7
Nada ainda começou!
D7+       Dm7   C#m7        F#m7
Nada acabará -  grita o matagal -
Bm7     E7     A7+
Nada ainda começou!
             Bm7        E7      A7+
Imagina: são dois coqueirinhos ainda em botão
C#7                      F#m7
Nem conhecem ainda o que é uma paixão
  D7+          Dm7   A7+          F#m7
E lá em cima a lua   já virada em mel
Bm7        E7       A7       F#7
Olha a natureza se amando ao léu
  D7+        Dm7     A7+         F#7
E louca de desejo fulgura num lampejo
  Bm7        E7       A7
E rubra se entrega ao céu
  D7+        Dm7     A7+         F#7
E louca de desejo fulgura num lampejo
  Bm7        E7       A7+
E rubra se entrega ao céu

quinta-feira, janeiro 01, 2009

João Penca e seus Miquinhos Amestrados


João Penca é um trio vocal e os Miquinhos são os músicos que acompanham o trio, de formação variada, um dos mais importantes na retomada do rockabilly, o rock-and-roll mais básico e dançante, anos de 1980, e também um dos pioneiros da renovação deste mesmo estilo com letras bem-humoradas e irreverentes.

O grupo formou-se em 1981 com Bob Gallo (Marcelo Ferreira Knudsen, Rio de Janeiro 1959-), Avelar Love (Luís Carlos de Avellar Júnior, Rio de Janeiro 1958-) e Leo Jaime, vocais, Selvagem Big Abreu (Sérgio Ricardo Abreu, Rio de Janeiro 1960-), violão e guitarra.

Participaram de dois LPs de Eduardo Dusek, Cantando no banheiro (Polygram, 1982) e Brega-chique (Polygram, 1984); o primeiro incluiu Rock da cachorra, de Leo Jaime, que se tornou um dos maiores sucessos de 1983.

Neste mesmo ano , o grupo gravou seu único disco, Os maiores sucessos de João Penca e seus Miquinhos Amestrados, pelo selo Ariola/Polygram, e Leo Jaime deixou o grupo para seguir carreira solo.

Outro sucesso do grupo foi Suga suga (1991), imcluída na novela Vamp, da TV Globo.

Fonte: Enciclopédia da Música Popular -Art Editora e PubliFolha.

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Rock da cachorra

Rock da Cachorra (rock, 1982) - Léo Jaime - Intérprete: Eduardo Dusek

LP Cantando No Banheiro / Título da música: Rock da Cachorra / Léo Jaime (Compositor) / Eduardo Dusek (Eduardo Dussek) (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1982 / Nº Álbum: 2451 194 / Lado A / Faixa 5 / Gênero musical: Rock.


Tom: G  

G
Baptuba, uap baptuba
C7
Baptuba, uap baptuba
G         D7     C7      G
Baptuba, uau uau uau uau uau

G
Baptuba, uap baptuba
C7
Baptuba, uap baptuba
G         D7     C7      G
Baptuba, uau uau uau uau uau

G                        C7         G
Troque seu cachorro por uma criança pobre 
(Baptuba, uap baptuba)
G                  C7                   G
Sem parente, sem carinho, sem ramo, sem cobre 
(Baptuba, uap baptuba)
D7                       C7               G
Deixe na história de sua vida uma notícia nobre

G
Troque seu cachorro (uauuu)
C7
Troque seu cachorro (uauuu)
G                       D7          G
Troque seu cachorro por uma criança pobre

G
Tem muita gente por aí que está querendo levar uma vida de cão
     C7                                           G
Eu conheço um garotinho que queria ter nascido pastor-alemão
D7                    C7                  G
Esse é o rock de despedida pra minha cachorrinha 
chamada "sua-mãe"

G
É pra Sua-mãe, é pra Sua-mãe
C7             G
É pra Sua-mãe, é pra Sua-mãe
D7                    C7                     G
Esse é o rock de despedida pra cachorra "Sua-mãe"

G
Seja mais humano, seja menos canino
C7                                              G
Dê güarita pro cachorro, mas também dê pro menino
D7                      C7              G
Senão um dia desse você vai amanhecer latindo, 
uau, uau, uau

G                       C7          G
Troque seu cachorro por uma criança pobre 
(Baptuba, uap baptuba)
G                  C7                   G
Sem parente, sem carinho, sem ramo, sem cobre 
(Baptuba, uap baptuba)
D7                       C7               G
Deixe na história de sua vida uma notícia nobre

G                       C7          G
Troque seu cachorro por uma criança pobre 
(Baptuba, uap baptuba)
G                  C7                   G
Sem parente, sem carinho, sem ramo, sem cobre 
(Baptuba, uap baptuba)
D7                       C7               G
Deixe na história de sua vida uma notícia nobre

G
Baptuba, uap baptuba
C7
Baptuba, uap baptuba
G        D7      C7      G
Baptuba, uau uau uau uau uau

G
Baptuba, uap baptuba
C7
Baptuba, uap baptuba
G        D7      C7      G
Baptuba, uau uau uau uau uau

terça-feira, março 06, 2007

Olhar brasileiro


Olhar Brasileiro - Eduardo Dusek e Luís Carlos Góes- Intérprete: Eduardo Dusek

LP Eduardo Dusek ‎– Olhar Brasileiro / Título da música: Olhar Brasileiro / Eduardo Dusek (Compositor) / Luís Carlos Góes (Compositor) / Eduardo Dusek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1981 / Nº Álbum: 2451 165 / Lado A / Faixa 5.


Introdução: 
F6  F#º  Em  Am7 
Dm7/9  G6/7  G5+/7
G7  C  Am7  Dm7/9  G7
        Fm5-/7
E agora só
B7/9-                     Em
Sentado nessa sala que não é minha
Gm7  C7/9-              F7+
E que claro            por ironia
Am6   Em                Am6     Gm6  C7/9-
Me parece           tão familiar
         F6
Me vem você
F#º       Em
Me vem a sua cara
Am7                Dm7/9
Sua conversa apimentada e rara              
G7               C          Am7  Dm7/9  G7
E assim digamos tão particular
         F#m5-/7
Escuto o ritmo
B7/9-          Em
Daquele seu simples pandeiro
Gm7  C7/9-             F7+
E até sinto           aquele cheiro
Am6  Em              Am6   Gm6  C7/9-
De amor e de samba   espalhado no ar
         F6          F#º         Em
E, minha nossa, de repente eu me lembro
Am7                   Dm7/9
Era verão e a gente ficava bebendo
G7            C          C7
Ia vivendo à beira mar
                F7+
Todo o mundo sentado
Bb7/9    Em      Am7
Na varanda do nosso sobrado
Dm7/9                    G6/7        G5+/7
E sonhando, altas horas, acordado
G7       Gm6          C7/9-
Olhando fixo pro luar
      F7+
Era seresta,
Fm6         Bb7/9    Em           Am7
Era uma festa ver você e se apaixonar
Dm7/9  G6/7          G5+/7  G7
Era seu jeito,        seus defeitos
Gm6        C7/9-       
Sua maneira de se dar
        F6
Era tão quente
Fm6         Bb7/9          Em
Era pra gente tão maneiro que de repente
Am7
Você ganhava o mundo inteiro
Dm7/9  G6/7      G5+/7  G7      C  Am7  Dm7/9  G7
Simplesmente    com o menor        piscar
         F#m5-/7
E mesmo agora
B7/9-          Em
Sendo eu o único que resta
Gm7  C7/9-            F7+ 
Talvez           daquela festa
Am6  Em               Am6          Gm6  C7/9-
Talvez.          daquele mar
          F6
Eu dou um jeito
       F#º                         Em
Teto fugir, tento esconder mas me ajeito
Am7               Dm7/9          G6/7
Me acomodo pois me dói o peito
G5+/7  G7               Gm6          C7/9-
Somente por           tentar lembrar
        F7+                Bb7/9
Daquele cheiro, daquele pandeiro
Em       A#º
Daquele Rio de Janeiro
Dm7/9       G6/7     G5+/7
Daquele seu verde olhar brasileiro
G7      C             Am7  Dm7/9  G7  C
Que era meu

Nostradamus


Nostradamus (1980) - Eduardo Dussek - Intérprete: Eduardo Dusek

LP Eduardo Dusek ‎– Olhar Brasileiro / Título da música: Nostradamus / Eduardo Dussek (Compositor) / Eduardo Dussek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1981 / Nº Álbum: 2451 165 / Lado A / Faixa 3.


Tom: D
 Introdução: D G#° (3 vezes)
          D
Naquela manhã
 G#°                    Em
Eu acordei tarde, de bode
               G
com tudo que sei
           G/B
acendi uma vela
                    D
abri a janela, e pasmei
Bb
Alguns edificios explodiam
          Gm
pessoas corriam

         G#°
eu disse bom dia
      A
ignoreeei
    D
Telefonei
G#°
Prum toque que tenha  qualquer
      Em
e nao tinha
                G
Ninguem respondeu, eu
            G/B
disse Deus, Nostradamus,
         D
força do bem e da maldade
Bb                               Gm      G#°
futuro, calamidade, juizo final
      A
Então és tu

G
De repente na minha frente
        A/G
A esquadilha de aluminio
F#m                       Bm
caiu, junto com vidro fume
                 Em
o que fazer, tudo ruiu
Começou tudo a carcomer
Bb
gritei, ninguem ouviu,
                        D
e olha que eu ainda fiz psiu!

G
O dia ficou noite
                 A/G
O sol foi pro alem

               F#m
Eu preciso de alguém
                   Bm
vou até a cozinha
encontro Carlota, a cozinheira
Em
morta, diante do meu pé, Zé
  G             A7                   D     D7
eu falei, eu gritei, eu imploreei
G
Levanta
Em              Bb
Me serve um café
A              D
Que o mundo acabou

segunda-feira, março 05, 2007

Cabelos negros


Cabelos Negros (1982) - Eduardo Dussek e Luís Antônio de Cássio - Intérprete: Eduardo Dussek

LP Eduardo Dussek - Cantando No Banheiro / Título da música: Cabelos Negros / Eduardo Dussek (Compositor) / Luís Antônio de Cássio (Compositor) / Eduardo Dussek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1982 / Nº Álbum: 2451 194 / Lado B / Faixa 1.


Tom: D

(intro) D7+ E/D C#m7 F#m7 Bm7 C#m7 D7+ E7 Bº/A A Aº A Aº

    A                 Aº
Eu quero seus cabelos negros
    Bm7     E7/13   E5+/7
Nas minhas mãos
    A                     Aº
Eu quero esses olhinhos ciganos
    Bm7       E7/13   E5+/7   E7
Nos meus sonhos
    G/A              A7
Eu quero você minha vida inteira
      D    D7+
Como doce mania
Bº
Fosse qualquer maneira

       A7+       Aº
Eu queria você assim como é
       Bm7
Sem mentir, nem dizer
        E7       E7/13   E5+/7   E7
O que não quiser
    A           Aº
Eu quero você criança
   Bm7     E7/13   E5+/7   E7
Caída no chão
     A            Aº
Eu quero você brilhando
    Bm7        E7/13   E5+/7   E7
Brincando de mim
      G/A
Pois eu quis você
                       A7/9
Como o sol e as estrelas
 D7+
Noites de lua
G7+
nostalgia
  A7+
E vou ter você
      Aº
Mesmo só pra pensar
         Bm7
Nessas coisas de amar
       E7/13   E5+/7   E7   G/A
Na alegria
D7+              Dm6
Eu começo a descobrir
       A/E
Que em meu coração
                F#m7
Tá nascendo um jardim
   Bm7
Pensando em plantar
E7/9-   E7       G/A   A7/9
Você   dentro de mim
D7+              Dm6
Pois preciso lhe ver
                  A/E
Várias vezes florescendo
               F#m7
Nas luas crescentes
Bm7
Sentir seu perfume
E7/9-        ( A   Aº )
Pra encontrar você

Aventura


Aventura (1986) - Luís Carlos Góes e Eduardo Dussek - Intérprete: Eduardo Dussek

LP Eduardo Dussek - Dusek Na Sua / Título da música: Aventura / Eduardo Dussek (Compositor) / Luís Carlos Góes (Compositor) / Eduardo Dussek (Intérprete) / Gravadora: Polydor / Ano: 1986 / Nº Álbum: 829 218-1 / Lado A / Faixa 3.


Tom: G

Intro: D G6/A D G6/A

D               G6/A             
Vi seu olhar seu olhar de festa, 
     D            G6/A
de farol de moto, azul celeste
    D           G6/A             D  G6/A  
Me ganhou no ato uma carona pra lua .....
 D             G6/A
te arrastei estradas, desertos
   D             G6/A            
Botecos abrindo e a gente rindo, 
      D            G6/A                D    D7
brindando cerveja, como se fosse champagne

G/B             A/C#               
Todos faróis me lembram seu olhos, 
        C7+       G
durmo a viajar entre lençóis
          Gm7        Bb    F7+      C6        Am  A7
Teu corpo fica a dançar, no meio do nosso jantar,    
         D    G6/A  D G6/A G6/Bb
luz de velas

   G6/B           F#7/A#       
     Aventurar por toda cidade 
      D9/A      E/G#
a te procurar, todos lugares
Em7               A7             
Pintam ciúmes na mesa de um bar, 
  F#m4              E4/B            E4/A
mas você sente a começa a brincar

G#m5-/7    G#m4/7    C#7       A/B     F#/A#
Diz : Fica frio, meu bem, é melhor relaxar
    A7  G/A     D  G6/A  D  G6/A
Palmei...ra no mar

REPETE ESTROFE II

Eduardo Dusek


Eduardo Dusek, cantor e compositor, nasceu no Rio de Janeiro-RJ em 01/01/1958. Começou a carreira artística como pianista de peças de teatro aos quinze anos, quando estudava na Escola Nacional de Música. Mais tarde passou a compor suas próprias canções e montou uma banda, que acabou apadrinhada por Gilberto Gil.


A partir de 1978 já tinha algumas composições gravadas por nomes de peso da MPB, como As Frenéticas (o samba Vesúvio), Ney Matogrosso (o fox Seu tipo) e Maria Alcina (o frevo Folia no Matagal, dois anos depois regravada por Ney Matogrosso) - todas em parceria com Luís Carlos Góis. Suas composições buscavam aliar sátira e bom humor.

Em 1980 participou do festival MPB Shell da Rede Globo com a debochada canção Nostradamus, que não se classificou, mas ficou conhecida pelo público. Por essa época gravou o primeiro LP, Olhar brasileiro.

Mas o estouro sucesso viria em 1982, quando flertou com o ainda incipiente pop/rock, no LP Cantando no Banheiro!, com Barrados no Baile (com Luís Carlos Góis), Cabelos negros (Com Luiz Antonio de Cássio) e Rock da Cachorra (Leo Jaime).

Dois anos depois, notabilizou-se com o LP Brega-chique, cuja faixa-título, mais conhecida como Doméstica, fazia uma sátira social, bem no clima do teatro besteirol da época. Em 1986, lançou Dusek na sua, com Aventura.

Em 1989 voltou à cena com o musical Loja de Horrores, em que atuava no papel de dentista.

Nos anos 90, afastado da fama, atuou como diretor de espetáculos e, no fim da década, voltou a apresentar alguns trabalhos como humorista e cantor.

Em 1997, gravou no CD Tributo a Dalva de Oliveira, interpretando a canção Olhos verdes (Vicente Paiva), do repertório da cantora. Nesse mesmo ano, participou, ao lado de outros artistas, do CD Balaio do Sampaio, gravando a faixa Velho bode, uma parceria de Sérgio Sampaio com Sérgio Natureza, que assinou a produção musical do disco.

Em 2000, por questões de numerologia e também com o objetivo de provocar a pronúncia correta de seu nome, passou a atuar com o nome artístico de Eduardo Dussek, adicionando mais um "s" ao seu sobrenome. Nesse mesmo ano, lançou o CD Adeus batucada, interpretando 24 sucessos de Carmen Miranda e duas músicas que compôs em homenagem à cantora: Alô, Alô, Brasil! e Rap da Carmen.

Em 2001, estreou, no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ), o espetáculo musical "Carmen Miranda by Dussek", baseado no disco homônimo, com o qual se exibiu posteriormente no Teatro Arena, em Copacabana (RJ) com sucesso de público, sempre acompanhado pelo saxofonista Chico Costa e pelo percussionista Beto Cazes. Nesse mesmo ano, organizou, selecionou o repertório e assinou o texto de apresentação do songbook de Carmen Miranda, lançado pela Editora Vitale, contendo uma biografia em edição bilíngue (português e inglês), cifras para violão e o CD Adeus batucada, gravado pelo cantor.

Em 2002, foi convidado para realizar a preparação cênica do grupo Cantores do Chuveiro, integrado por cantores amadores que haviam obtido grande sucesso com o espetáculo "100 anos de MPB", de Ricardo Cravo Albin. Nesse mesmo ano, dirigiu o show "Luz, ação... Chuveiro", apresentado pelos grupo no Teatro de Arena (RJ), cujo roteiro incluiu músicas do cinema brasileiro.

Em 2011, gravou, no Teatro Oi Casa Grande (RJ), o primeiro DVD de carreira, com a participação especial de Ney Matogrosso e de Preta Gil, e direção de Darcy Burger. Lançado também em CD, o projeto teve parceria da Deck Discos com o Canal Brasil.


Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha, SP, 1998; Dicionário Cravo Albin da MPB.