Algumas músicas
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sábado, novembro 25, 2017
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Lindonéia
LP Nara Leão / Título da música: Lindoneia / Caetano Veloso (Compositor) / Nara Leão (Intérprete) / Gravadora: Philips / Nº Álbum: R 765.051 L / Ano: 1968 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Bolero / Tropicalismo.
Tom: A Intro: F#m D D#º A Bbº Bm E A Riff 1: A Ab G (2x) Ab A (3x) Bm Na frente do espelho E Fº A Bbº Sem que ninguém a visse Dm Miss G G#º A Linda, feia Dm E A Lindonéia desaparecida F#m Despedaçados A Atropelados D C#m Cachorros mortos nas ruas D C#m Policiais vigiando D C#m O sol batendo nas frutas F#m Sangrando D D#º Oh, meu amor A Bbº Bm E A (riff 1) A solidão vai me matar de dor D E A Lindonéia, cor parda F#m D Frutas na feira E A Bbº Lindonéia solteira G A Lindonéia, domingo D Segunda-feira F#m Lindonéia desaparecida Bm Na igreja, no andor F#m Lindonéia desaparecida E A Na preguiça, no progresso D Fº Lindonéia desaparecida F#m Bm F#m Nas paradas de sucesso A D D#º Ah, meu amor A Bbº Bm E A (riff 1) A solidão vai me matar de dor Bm No avesso do espelho E Fº A Bbº Mas desaparecida Dm G G#º A Ela aparece na fotografia Dm E A Do outro lado da vida F#m Despedaçados A Atropelados D C#m Cachorros mortos nas ruas D C#m Policiais vigiando D C#m O sol batendo nas frutas F#m Sangrando D F Oh, meu amor A Bbº Bm E A A solidão vai me matar Bbº Bm E A Vai me matar Bbº Bm E A (riff 1) Vai me matar de dorLetra:
Na frente do espelho
Sem que ninguém a visse
Miss
Linda, feia
Lindonéia desaparecida
Despedaçados
Atropelados
Cachorros mortos nas ruas
Policiais vigiando
O sol batendo nas frutas
Sangrando
Oh, meu amor
A solidão vai me matar de dor
Lindonéia, cor parda
Fruta na feira
Lindonéia solteira
Lindonéia, domingo
Segunda-feira
Lindonéia desaparecida
Na igreja, no andor
Lindonéia desaparecida
Na preguiça, no progresso
Lindonéia desaparecida
Nas paradas de sucesso
Ah, meu amor
A solidão vai me matar de dor
No avesso do espelho
Mas desaparecida
Ela aparece na fotografia
Do outro lado da vida
Despedaçados, atropelados
Cachorros mortos nas ruas
Policiais vigiando
O sol batendo nas frutas
Sangrando
Oh, meu amor
A solidão vai me matar de dor
Vai me matar
Vai me matar de dor
terça-feira, janeiro 06, 2009
Pede passagem
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Sidney Miller |
LP Nara Pede Passagem / Título da música: Pede passagem / Sidney Miller (Compositor) / Nara Leão (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1966 Álbum: P-632.787-L / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Samba.
Chegou a hora da escola de samba sair
Deixar morrendo no asfalto uma dor que não quis
Quem não soube o que é ter alegria na vida
Tem toda avenida pra ser muito feliz
Vai, arrasta a felicidade pela rua
Esquece a quarta-feira e continua
Vivendo, chegando
Traz unido o povo, cantando com vontade
Levante em teu estandarte uma verdade
Seu coração
Vai, balança a bandeira colorida
Pede passagem pra viver a vida
quinta-feira, janeiro 01, 2009
Reza
LP 5 Na Bossa - Nara Leão, Edu Lobo e Tamba Trio / Título da música: Reza / Edu Lobo (Compositor) / Ruy Guerra (Compositor) / Nara Leão (Intérprete) / Edu Lobo (Intérprete) / Tamba Trio (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1965 / Álbum: P-632.769-L / Lado A / Faixa 2 / Gênero musical: Canção / Gravado ao vivo no Teatro Paramount - São Paulo.
Introdução: Dm7 G7/13 Dm7 G7/13 Dm7 G7/13
Dm7 G7/13 Por amor andei já Dm7 G7/13 Tanto chão e mar Gm7 C7/9 D/F# Dm/F Senhor, já nem sei
Dm7 G7/13 Se o amor não é mais Dm7 G7/13 Bastante prá vencer Gm7 C7/9 Eu já sei o que vou fazer Dm/F F6 Meu Senhor uma oração Bm7/b5 Bb7M Am7 Dm7 G7/13 Vou cantar para ver se vai valer
Dm7 G7/13 Dm7 G7/13 Laia, ladaia, sabatana, Ave Maria, Dm7 G7/13 Dm7 G7/13 Laia, ladaia, sabatana, Ave Maria
Fm7 Bb7 Fm7 Bb7 Fm7 Bb7 Fm7 Bb7 Ó meu santo defensor traga o meu amor Dm7 G7/13 Dm7 G7/13 Laia, ladaia, sabatana, Ave Maria, Dm7 G7/13 Dm7 G7/13 Laia, ladaia, sabatana, Ave Maria
Fm7 Bb7 Fm7 Bb7 Fm7 Bb7 Fm7 Se é fraca a oração mil vezes cantarei Dm7 G7/13 Dm7 G7/13 Laia, ladaia, sabatana, Ave Maria, Dm7 G7/13 Dm7 G7/13 Laia, ladaia, sabatana, Ave Maria
quarta-feira, dezembro 31, 2008
Malvadeza Durão
LP/CD Show Opinião - Nara Leão, Zé Keti e João Do Vale / Título da música: Malvadeza Durão / Zé Keti (Compositor) / Nara Leão (Intérprete) / Zé Keti (Intérprete) / João Do Vale (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1965 / Catálogo: P-632.775-L / Faixa 19 / Gênero musical: Samba.
Tom: G G D7 G E7 Mais um malandro fechou o paletó Am Eu tive dó, eu tive dó D7 Am2 A7 Quatro velas acesas em cima de uma mesa D7 E uma subscrição para ser enterrado G E7 Morreu Malvadeza Durão Am D7 G Valente, mas muito considerado Am E7 Am Céu estrelado, lua prateada G D7 G Muitos sambas, grandes batucadas Am E7 Am O morro estava em festa quando alguém caiu A7 D7 Com a mão no coração, sorriu G Am7 Bm7 E7 Am Morreu Malvadeza Durão D7 G E o criminoso ninguém viu
sexta-feira, agosto 01, 2008
É tão triste dizer adeus
É tão triste dizer adeus (1963)- Nelson Lins e Barros, Carlos Lyra e Chico de Assis - Interpretações: Carlos Lyra e Nara Leão
CD Nara / Título da música: É tão Triste Dizer Adeus / Autoria: Carlos Lyra (Compositor) / Nelson Lins e Barros (Compositor) / Nara Leão (Intérprete) / Carlos Lyra (Intérprete) / Orquestra (Acompanhante) / Coro (Acompanhante) / Gravadora: Elenco (Reedição) / Nº Álbum: 7314546803-2 / Gravação: 1964 / Lançamento: 2008 / Faixa 14 (bônus)
CD Nara / Título da música: É tão Triste Dizer Adeus / Autoria: Carlos Lyra (Compositor) / Nelson Lins e Barros (Compositor) / Nara Leão (Intérprete) / Carlos Lyra (Intérprete) / Orquestra (Acompanhante) / Coro (Acompanhante) / Gravadora: Elenco (Reedição) / Nº Álbum: 7314546803-2 / Gravação: 1964 / Lançamento: 2008 / Faixa 14 (bônus)
É tão triste dizer adeus
É mais triste que morrer
Quando um morre
O outro chora
Mas se um dos dois vai embora
Os dois é que vão sofrer
Se eu ficar,
Tão triste
Sem você
Dizer adeus
Mas pra que
Que eu vou ficar
Pra comida preparar
E ter filhos pra criar
E ter roupa pra lavar
O melhor
Tão triste
É separar
Dizer adeus
Pra viver nosso cantinho
E fazer sempre juntinho
Tantas coisas
Que só dois sabem fazer
E essas coisas tão bonitas
Se você for mesmo embora
Vão se embora com você
Pras despesas aumentar
E a vida piorar
Ninguém pode suportar
O Melhor,
Tão triste
É separar
Dizer adeus
quinta-feira, outubro 19, 2006
Bossa Nova - A visão de Nara Leão
Nara Leão, Sílvio Caldas e Carlos Lyra no programa Renner Brasil, TV Excelsior-SP, maio/1963. |
“A Bossa Nova foi importante para mim e para a humanidade, pois mudou a música do mundo inteiro. Pimeiro, é preciso destacar o João Gilberto, porque ele mudou tudo. Chegou até a ser chamado de desafinado, coisa que ele não é.
Na verdade é afinaderrímo, a coisa mais afinada do mundo, mas as pessoas achavam que um cantor que não gritasse era desafinado. Sua maneira de cantar é fantástica, não precisa de orquestra nenhuma. O violão, sozinho, parece uma orquestra. Com a boca, faz uma bateria, milhares de coisas.
A Bossa Nova também mudou as letras. Havia uma parte substancial de nossa música em que as letras eram dramáticas, sentimentais, derramadas. A Bossa Nova veio com aquele negócio de amor, sorriso, flor, céu. Era uma coisa leve. Para mim, ela continua viva e muito nova. A música quando é boa a gente ouve sempre, com prazer. E a Bossa Nova contribuiu muito com a nossa música tradicional.
Antes o samba não tinha uma harmonia rica. Quando o Carlinhos Lyra me apresentou aos sambas, tocados de maneira bossa-novista, achei muito interessante. Mas, na época, eu pensava que não podia cantar uma coisa que João Gilberto já tivesse cantado, porque ele canta maneira extraordinária.
Só tive coragem de fazer Bossa Nova quando fui para Paris e gravei um álbum duplo. O João me inibia de cantar Bossa Nova. O que se guardou do movimento foi a maneira de cantar e a harmonia. Os arranjos e a harmonia”.
Fonte: Depoimento a Almir Chediak no Songbook Bossa Nova.
sexta-feira, abril 14, 2006
Nara Leão
Nara Leão (Nara Lofego Leão), cantora, nasceu em Vitória ES, em 19/1/1942 e faleceu no Rio de Janeiro RJ, em 7/6/1989. Com um ano de idade foi com a família para o Rio de Janeiro RJ. Em 1954, começou a aprender violão com o violinista e cantor Patrício Teixeira, passando em seguida a estudar com Roberto Menescal.
Ainda como amadora, participou de 1957 a 1959 de shows universitários com os integrantes do movimento bossa nova, que então se iniciava, ao mesmo tempo que trabalhava como repórter do jornal Última Hora. Sua casa passou a ser ponto de encontro de compositores e cantores, mas só em 1963 realizaria sua estréia como profissional, trabalhando ao lado de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, na comédia musical Pobre menina rica, de autoria desses dois compositores, apresentada na boate carioca Au Bon Gourmet.
Ainda nesse ano fez suas primeiras gravações: participou da trilha sonora do filme Ganga Zumba, rei dos Palmares (dirigido por Carlos Diegues), em que cantou Naná (Moacir Santos); e também gravou duas faixas no LP de Carlos Lyra Depois do Carnaval, lançado pela Philips: a marcha-rancho Marcha da quarta-feira de cinzas (Carlos Lyra e Vinícius de Moraes) e o sambalanço Promessas de você (Carlos Lyra e Nelson Lins e Barros).
Ainda em 1963 excursionou pelo Japão e pela França com Sérgio Mendes. Em 1964 gravou seu primeiro LP, Nara, pela Elenco, lançando várias músicas que se tornariam importantes, como Diz que eu fui por aí (Zé Kéti e H. Rocha), Consolação (Baden Powell e Vinícius de Moraes), O morro (Feio não é bonito) (Carlos Lira e Gianfrancesco Guarnieri), e O sol nascerá (Cartola e Elton Medeiros). Esse disco provocou grande polêmica, pois a Musa da Bossa Nova, como era apelidada, havia escolhido um repertório frontalmente contrário ao que vinha interpretando. Ainda em 1964, gravou seu segundo LP Opinião de Nara, na Philips, cantando Chegança (Edu Lobo e Oduvaldo Viana Filho) e Opinião (Zé Kéti).
Em dezembro de 1964, ao lado de Zé Kéti e João do Vale, apresentou-se com muito sucesso no show Opinião, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, dirigido por este último, no Teatro Opinião, no Rio de Janeiro.
Em 1965 lançou Chico Buarque, interpretando as músicas Pedro pedreiro e Olê, olá e participou do show Liberdade, liberdade (Flávio Rangel e Millor Fernandes), dirigido por Flávio Rangel, no Teatro Opinião. No ano seguinte gravou o LP Manhã de liberdade, na Philips.
Também em 1966, no auge da carreira, interpretou A banda, com seu autor, Chico Buarque, no II FMPB, da TV Record, de São Paulo SP, classificando-a em primeiro lugar, ao lado de Disparada (Geraldo Vandré e Teo de Barros).
Defendeu, em 1967, no III FMPB, A estrada e o violeiro, ao lado do autor Sidney Miller, que ganharia o prêmio de melhor letra. Nos anos de 1966 e 1967, teve um programa semanal - Pra ver a banda passar - com Chico Buarque, na TV Record, e nesse último ano gravou o LP Canto livre de Nara.
Aderiu, em 1968, ao movimento tropicalista, participando do LP Tropicália ou Panis et circensis, ao lado de Gal Costa, Gilberto Gil e Caetano Veloso. No mesmo ano, fez as gravações de seu LP Nara Leão, que incluía, entre outras, o choro Odeon (Ernesto Nazareth), com letra escrita especialmente para a cantora por Vinícius de Moraes. No ano seguinte, mudou-se para Paris, França, onde gravou novo LP no qual interpretou o choro Apanhei-te, cavaquinho (Ernesto Nazareth), para o qual escreveu uma letra.
Ainda em Paris, gravou, em 1971, o LP Polydor Dez anos depois, álbum retrospectivo da bossa nova. Voltou ao Brasil nesse ano e em 1972 trabalhou, ao lado de Maria Bethânia e Chico Buarque, no filme Quando o Carnaval chegar, de Carlos Diegues, seu marido. Nos anos seguintes, afastou-se aos poucos da carreira, limitando-se a realizar algumas gravações e raras apresentações, tendo ainda ingressado em curso de psicologia, da Universidade Católica do Rio de Janeiro. Participou de gravações de LPs de outros artistas, como Fagner, de discos em parceria, como Quando o Carnaval chegar, cantando ao lado de Chico Buarque e Maria Bethânia, e lançando compactos, como Grândola Vila Morena (José Afonso).
Em fins da década de 1970 saíram os LPs Meus amigos são um barato (Philips, 1977), com participação de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Edu Lobo, Chico Buarque, Roberto Menescal, Carlos Lyra, Tom Jobim, e outros; Que tudo mais vá pro inferno (1978) e Nara Leão canta em castelhano (1979).
Entre 1980 e 1988 foram lançados nove LPs: em 1980, Com açúcar e com afeto; 1981, Romance popular; 1982, Os grandes sucessos de Nara Leão; 1983, Meu samba encabulado; 1984, Luz da manhã; 1985, Um cantinho, um violão (com Roberto Menescal), gravado no Japão; 1986, Garota de Ipanema; 1987, Meus sonhos dourados; e em 1988, Série personalidade - Nara, todos pela Polygram.
Com vários LPs gravados, participou durante a carreira de todos os movimentos musicais, tendo lançado inúmeros compositores novos e relançado outros tantos antigos, numa sempre louvada capacidade de escolha de seu repertório.
Algumas músicas:
Veja também:
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha.
sábado, março 18, 2006
Casinha Pequenina
A modinha, o gênero mais lírico e sentimental de nosso cancioneiro, é também o mais antigo, existindo desde o século XVIII. E entre todas as modinhas surgidas nesse longo espaço de tempo, nenhuma seria tão cantada e gravada como a "Casinha Pequenina".
Lançada em disco por Mário Pinheiro em 1906, teria dezenas de gravações figurando no repertório dos mais variados intérpretes, de Bidu Sayão e Beniamino Gigli a Cascatinha e Inhana, de Sílvio Caldas e Nara Leão aos maestros Radamés Gnattali, Lírio Panicali e Rogério Duprat.
Atribuída a autor desconhecido, a "Casinha Pequenina" teve a origem pesquisada pelo musicólogo Vicente Sales, que acredita ser seu criador o paraense Bernardino Belém de Souza. Carteiro e pianista, Bernardino tocou durante algum tempo em navios que faziam a linha Rio-Manaus, aproveitando as viagens para divulgar suas composições no sul do país. Outra autoria possível, mas não comprovada, seria a dos atores Leopoldo Fróes e Pedro Augusto. Segundo Íris Fróes, biógrafa do primeiro, Leopoldo teria recebido de Pedro a letra da "Casinha Pequenina" pronta, e composto a melodia em 1902. A verdade é que nenhum deles jamais reivindicou a paternidade da canção, apesar do sucesso.
Casinha Pequenina (modinha, 1906) - Folclore Popular - Algumas interpretações:
Disco selo: Odeon Record / Título da música: Casinha Pequenina / Tradicional; Foclore / Mário Pinheiro (Intérprete) / Nº do Álbum: 40.472 / Lançamento: 1906 / Gênero musical: Cançonetta / Coleção de Origem: IMS, Nirez
LP 10' Sílvio Caldas - Canta O Seresteiro (Vinyl) / Título da música: Casinha Pequenina / Tradicional; Folclore / Sílvio Caldas (Intérprete) / Gravadora: Columbia / Álbum: LPCB 35027 / Ano: 1956 / Tracklist: B3 / Gênero musical: Modinha
Tu não te lembras da casinha pequenina / Onde o nosso amor nasceu / Tu não te lembras da casinha pequenina / Onde o nosso amor nasceu / Tinha um coqueiro do lado / Que coitado de saudade já morreu / Tinha um coqueiro do lado / Que coitado de saudade já morreu
Tu não te lembras das juras e perjuras / Que fizeste com fervor / Tu não te lembras das juras e perjuras / Que fizeste com fervor / Do teu beijo demorado prolongado / Que selou o nosso amor / Do teu beijo demorado prolongado / Que selou o nosso amor
Tu não te lembras do olhar que a meu pesar / Dou-te o adeus da despedida / Tu não te lembras do olhar que a meu pesar / Dou-te o adeus da despedida / Eu ficava tu partias tu sorrias / E eu chorei por toda a vida / Eu ficava tu partias tu sorrias / E eu chorei por toda a vida
(Letra da música enviada em 24/06/2000 por: Sirley Thaumaturgo Siqueira. Email: sirley73@hotmail.com).
Versão cifrada da Nara Leão:
Am E7 Tu não te lembras da casinha pequenina Am Onde o nosso amor nasceu? E7 Tu não te lembras da casinha pequenina Am A7 Onde o nosso amor nasceu? Dm Am Tinha um coqueiro do lado E7 Que coitado de saudade Am A7 Já morreu! Dm Am Tinha um coqueiro do lado E7 Que coitado de saudade Am E7 Já morreu! Am E7 Tu não te lembras das juras e perjuras Am Que fizeste com fervor? Am E7 Tu não te lembras das juras e perjuras Am A7 Que fizeste com fervor? Dm Am Daquele beijo demorado, prolongado E7 Que selou Am A7 O nosso amor? Dm Am Daquele beijo demorado, prolongado E7 Que selou Am E7 Am O nosso amor...
A Canção no Tempo - Vol.2 - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Editora 34
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