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domingo, março 11, 2018

Mulata yê, yê, yê - Emilinha Borba


Mulata yê, yê, yê (Mulata Bossa Nova) (marcha/carnaval, 1965) - João Roberto Kelly - Interpretação: Emilinha Borba

LP O Carnaval é Nosso / Título da música: Mulata yê, yê, yê / João Roberto Kelly (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Gravadora: Entré/CBS / Lançado em 1964 / Carnaval de 1965 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Marcha.


G
mulata bossa nova 
  
caiu no huly-guly
BIS     Am   C               G       
e só dá ela  iê-iê-iê iê-iê-iê iê-iê 
  D7      G
na passarela

         Am               G              
a boneca está  cheia de fiu-fiu  
                C
esnobando as louras
       A7          D7
e as morenas do Brasil

sexta-feira, março 02, 2018

Jerônimo - Emilinha Borba

Jerônimo (toada, 1954) - Getúlio Macedo e Lourival Faissal - Interpretação: Emilinha Borba

Disco 78 rpm / Título da música: Jerônimo / Getúlio Macedo (Compositor) / Lourival Faissal (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Gravadora: Continental / Ano: 1955 / Nº Álbum: 17.088-a / Lado B / Gênero musical: Toada.


Tom: G

  G                 D
Quem passar pelo sertão
  D                G
Vai ouvir alguém falar
    E            Am
No herói desta canção
    D               G
Que eu venho aqui cantar
     G               D
Se é pro bem, vai encontrar
    D          G
Um Jerônimo protetor
  E                   Am
Se é pro mal, vai enfrentar
    D           G
O Jerônimo lutador

 G                D
Filho de Maria-Homem nasceu
                      G
Serro Bravo foi seu berço natal
                D
Entre tiros e tocaias cresceu
 C              G
Hoje luta pelo bem, contra o mal
 G                  D
Galopando está em todo lugar
                 G
Pelos pobres a lutar sem temer
             D
Com Moleque Saci pra ajudar
     C               G
Ele faz qualquer valente treme

segunda-feira, maio 20, 2013

Nilton Paz pela Revista do Rádio

Nílton Paz - 1939
A biografia do cantor Nilton Paz - e de centenas de outros artistas também desaparecidos da mídia e na espessa poeira do passado do Brasil -, tentamos, se fundamentando em documentos antigos, sem grandes chances, resgatar. Graças à "Revista do Rádio", e mais ainda, principalmente a Hemeroteca Digital Brasileira que está registrando publicações de outrora, há uma pequena luz. Então vamos a uma publicação da citada revista sobre o cantor...

“Há meses transactos, Nilton Paz, o valoroso cantor da Rádio Mayrink Veiga, seguia para os Estados Unidos, a fim de tentar a sorte no cinema. Confiante na sua boa estrela, cheio de esperanças, chegou a Hollywood.

Entretanto, teve que enfrentar uma série de dificuldades, uma vez que para se encontrar na Meca do Cinema é preciso, antes de tudo, muito talento e, depois, estar perfeitamente regularizado com as leis americanas que exigem de todos os estrangeiros uma infinidade de coisas. E o artista já estava vendo se dissiparem suas últimas esperanças... Mas não desanimou. Foi pondo em dia todos os seus documentos e ficou na expectativa de uma oportunidade. Estava escrito: o seu dia havia de chegar.

E eis que agora nos chega a grata notícia de que aproveitando uma chance que a Metro Goldwyn Mayer lhe oferecera para se submeter a alguns testes, a fim de julgar, desse modo, seu real quilate artístico, e tendo os mesmos agradado cem por cento, foi-lhe oferecido um contrato para interpretar um pequeno papel à guiza de experiência, com a promessa de melhores, no futuro, caso seu desempenho venha a corresponder.

Não está longe, pois, o dia em que veremos nos cartazes de um dos nossos cinemas o nome de mais um brasileiro que, à custa de ingentes esforços e dos seus inegáveis dotes artísticos, conseguiu vencer na terra de Tio Sam.”

Nilton Paz com Emilinha Borba para o Carnaval de 1939, gravaram na Columbia, a marcha Pirulito (João de Barro e Alberto Ribeiro). Emilinha não apareceu no selo do disco.
_____________________________________________________________
Fontes: Revista do Rádio  - Setembro de 1948; MPB CIFRANTIGA.

quarta-feira, novembro 24, 2010

Madureira

Emilinha Borba
Madureira (samba, 1947) - Jorge de Castro Peterpan

Título da música: Madureira / Gênero musical: Samba / Intérprete: Emilinha Borba / Compositores: Castro, Jorge de - Peterpan / Gravadora Continental / Número do Álbum 15763 / Data de Gravação 00/1946 / Data de Lançamento 00/1947 / Lado A / Disco 78 rpm:


Mas como é bom / Morar em Madureira
Toda noite tem festa / Todo dia tem cera
E a maior distração / Que a gente tem
É correr atrás do bonde / Correr atrás do trem

Mas como é bom / Morar em Madureira
Toda noite tem festa / Todo dia tem cera
E a maior distração / Que a gente tem
É correr atrás do bonde / Correr atrás do trem

O bonde do horário não se move
E o trem das sete e quinze
Chega sempre dez pras nove
De manhã trabalho / De noite pra cima
Não digo mais nada / Senão meu samba
Não rima (ai, como é bom!)

Como é bom / Morar em Madureira
Toda noite tem festa / Todo dia tem cera
E a maior distração / Que a gente tem
É correr atrás do bonde / Correr atrás do trem

domingo, novembro 07, 2010

A louca chegou

Emilinhs Borba
A louca chegou (batucada, 1953) - Henrique de Almeida, Adoniran Barbosa e Rômulo Paes

Em 1953, Ruy Rey gravou com sua orquestra a marcha A lua se escondeu, de Alcebíades Nogueira e Norival Reis e também no mesmo ano, gravou com Emilinha Borba a batucada A louca chegou, de Rômulo Paes, Henrique de Almeida e Adoniran Barbosa.

Título da música: A louca chegou / Gênero musical: Batucada / Intérpretes: Emilinha Borba -  Ruy Rey / Compositores: Barbosa, Adoniran - Almeida, Henrique de - Paes, Romulo / Acompanhamento: Orquestra / Gravadora: Continental / Número do Álbum: 16992 / Data de Gravação: 1952-1953 / Data de Lançamento: 01/1953 / Lado: lado B / Rotações: Disco 78 rpm:


A louca chegou o ô, a louca chegou
Desesperada, procurando seu amor
A louca chegou o ô, a louca chegou
Desesperada, procurando seu amor

Deus me livre eu quero paz
Vou tratar de dar no pé (na Glória)
Não aturo ela mais
Quem conhece essa mulher
É que sabe o que ela é

sábado, novembro 22, 2008

Boca negra

Boca negra (marcha/carnaval, 1949) - Antônio Almeida e Alberto Ribeiro - Intérprete: Emilinha Borba

Disco 78 rpm / Título da música: Boca negra / Alberto Ribeiro, 1902-1971 (Compositor) / Antônio Almeida (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Orquestra Tabajara de Severino Araújo (Acompanhante) / Gravadora: Continental / Gravação: 13/10/1948 / Lançamento: 01/1949 / Nº do Álbum: 15980 / Nº da Matriz: 1982 / Gênero musical: Marcha / Coleções de origem: IMS, Nirez


Boca-Negra deixou a maloca
Saiu da toca
E veio ao Rio passear
Chegou, olhou, provou mas não gostou
Seu Carioca, pra maloca eu vou voltar

[2x]

Lá na minha tribo é bem melhor do que aqui
Vivo cantando o Guarani
Trá-lá-lá-lá-lá
Pra viver assim de tanga
Eu vivo lá!



Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.

Can-can no carnaval

Emilinha Borba
Can-can no carnaval (marcha/carnaval, 1966) - Carlos Cruz e Haroldo Barbosa - Interpretação de Emilinha Borba

Compacto simples / Título da música: Can-can no carnaval / Carlos Cruz (Compositor) / Haroldo Barbosa (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Gravadora: CBS / Ano: 1965 / Álbum: 33406 / Lado A / Gênero musical: Marcha.



Tem francesinha, no salão
Tem francesinha, no cordão
Ela é um sonho de mulher
Vem do Folie Berger.

Ulá, lá, tre biam
Maestro ataca o Can-Can
Ulá, lá, tre biam
Maestro ataca o Can-Can.

(bis)

sexta-feira, novembro 21, 2008

Israel


Israel (marcha/carnaval, 1973) - João Roberto Kelly e Rachel - Interpretação: Emilinha Borba

LP Carnaval 1973 / Título da música: Israel / João Roberto Kelly (Compositor) / Rachel (Compositora) / Emilinha Borba (Intérprete) / Gravadora: Entré/CBS / Ano: 1972 / Nº Álbum: 104237 / Lado B / Faixa 6 / Gênero musical: Marcha / Carnaval.


G7  Cm   C7   Fm
Israel... Israel
       G7        Cm
Uma canção, uma lágrima
G7  Ab7  G7
Israel

G7  Cm   C7   Fm
Israel... Israel
        G7       Cm
Uma canção, uma lágrima
G7  Cm
Israel

G7                  Cm
Um violinista no telhado
    C7                       Fm
Tocando a canção que vem do céu
         G7     Cm
Meu sentimento minha saudade
G7  Cm
Israel

sábado, novembro 15, 2008

Pó-de-mico

Emilinha Borba
Pó-de-mico (marcha/carnaval, 1963) - Dora Lopes, Renato Araújo, Nilo Viana e Arildo de Souza - Interpretação: Emilinha Borba

Disco 78 rpm / Título da música: Pó de mico / Lopes, Dora (Compositor) / Viana, Nilo (Compositor) / Araújo, Renato (Compositor) / Borba, Emilinha (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: CBS, 1962 / Nº Álbum 3234 / Lado A / Gênero musical: Marcha.



Vem cá seu guarda
Bota pra fora este moço
Que está no salão brincando
Com pó de mico no bolso

Vem cá seu guarda
Bota pra fora este moço
Que está no salão brincando
Com pó de mico no bolso

Foi ele
Foi ele sim
Foi ele quem jogou o pó em mim
Foi ele
Foi ele sim
Foi ele quem jogou o pó em mim

sábado, maio 03, 2008

Tico-tico na rumba

Emilinha Borba
Tico-tico na rumba (rumba, 1947) - Peterpan e Haroldo Barbosa - Intérpretes: Emilinha Borba e Ruy Rey

Disco 78 rpm / Título da música: Tico-tico na rumba (Yo Quiero Bailar) / Haroldo Barbosa (Compositor) / Peterpan, 1911-1983 (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Ruy Rey (Intérprete) / Chiquinho e Sua Orquestra (Acomp.) / Gravadora: Continental / Gravação: 29/05/1947 / Lançamento: 08/1947 / Nº do Álbum: 15806 / Nº da Matriz: 1669-1 / Gênero musical: Rumba / Coleções de origem: IMS, Nirez


Eu fui a Cuba só pra passear
E numa festa pedi pra tocar
O tico-tico à la brasileira
E o cubano ficou cantando
A noite inteira:


El tico-tico (tico-tico lá)
Yo quiero bailar (tico-tico lá)
El tico-tico (tico-tico lá)
Yo quiero bailar (tico-tico lá)
El tico-tico (tico-tico lá)
Yo quiero bailar (tico-tico lá)



Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.

Se queres saber

Emilinha Borba
Se queres saber (samba-canção, 1947) - Peterpan - Intérprete: Emilinha Borba

Disco 78 rpm / Título da música: Se queres saber / Peterpan, 1911-1983 (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Chiquinho e Seu Naipe de Cordas (Acomp.) / Gravadora: Continental / Gravação: 29/05/1947 / Lançamento: 08/1947 / Nº do Álbum: 15806 / Nº da Matriz: 1666-1 / Gênero musical: Samba / Coleções de origem: IMS, Nirez


Se queres saber
Se eu te amo ainda
Procura entender
A minha mágoa infinda

Olha bem nos meus olhos
Quando eu falo contigo

E vê quanta coisa
Eles dizem que eu não digo

O olhar de quem ama diz
O que o coração não quer
Nunca mais eu serei feliz
Enquanto vida eu tiver



Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.

quarta-feira, março 14, 2007

Mulata yê, yê, yê


Mulata yê, yê, yê (Mulata Bossa Nova) (marcha/carnaval, 1965) - João Roberto Kelly - Interpretação: Emilinha Borba

LP O Carnaval é Nosso / Título da música: Mulata yê, yê, yê / João Roberto Kelly (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Gravadora: Entré/CBS / Lançado em 1964 / Carnaval de 1965 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Marcha.


G
mulata bossa nova 
  
caiu no huly-guly
BIS     Am   C               G       
e só dá ela  iê-iê-iê iê-iê-iê iê-iê 
  D7      G
na passarela

         Am               G              
a boneca está  cheia de fiu-fiu  
                C
esnobando as louras
       A7          D7
e as morenas do Brasil

segunda-feira, outubro 23, 2006

A canção do Jerônimo

Jerônimo (toada, 1954) - Getúlio Macedo e Lourival Faissal - Interpretação: Emilinha Borba

Disco 78 rpm / Título da música: Jerônimo / Getúlio Macedo (Compositor) / Lourival Faissal (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Gravadora: Continental / Ano: 1955 / Nº Álbum: 17.088-a / Lado B / Gênero musical: Toada.


Tom: G

  G                 D
Quem passar pelo sertão
  D                G
Vai ouvir alguém falar
    E            Am
No herói desta canção
    D               G
Que eu venho aqui cantar
     G               D
Se é pro bem, vai encontrar
    D          G
Um Jerônimo protetor
  E                   Am
Se é pro mal, vai enfrentar
    D           G
O Jerônimo lutador

 G                D
Filho de Maria-Homem nasceu
                      G
Serro Bravo foi seu berço natal
                D
Entre tiros e tocaias cresceu
 C              G
Hoje luta pelo bem, contra o mal
 G                  D
Galopando está em todo lugar
                 G
Pelos pobres a lutar sem temer
             D
Com Moleque Saci pra ajudar
     C               G
Ele faz qualquer valente treme

sábado, abril 08, 2006

Emilinha Borba


Emilinha Borba (Emília Savana da Silva Borba), cantora, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 31/8/1923 e faleceu em 03/10/2005. Passou grande parte da infância em Mangueira, mudando-se depois com os pais e seis irmãos para o bairro de Jacarepaguá. Já então gostava de cantar, divertindo os colegas com suas imitações de Carmen Miranda


Passou a frequentar programas de calouros, ganhando seu primeiro prêmio, com 14 anos, na Hora Juvenil, da Rádio Cruzeiro do Sul. Começou, a partir daí, a fazer parte do coro das gravações da Columbia. Ainda nesse programa, formou o duo As Moreninhas, com Bidu Reis, que durou cerca de um ano e meio.

Para o Carnaval de 1939, fez sua primeira gravação, na Columbia, a marcha Pirulito (João de Barro e Alberto Ribeiro), ao lado de Nilton Paz, mas seu nome não apareceu no selo do disco. Também em 1939, através de Carmen Miranda, conseguiu ser apresentada a Joaquim Rolas, proprietário do Cassino da Urca, que a contratou. Na Columbia até 1940, gravou mais quatro discos com quatro músicas, com destaque para os sambas O cachorro da lourinha e Meu mulato vai ao morro (ambos de Gomes Filho e Juraci Araújo). Ainda era chamada de Emília.

Em 1940 foi para a Rádio Mayrink Veiga. Nesse ano participou do filme Vamos cantar, de Leo Marten. Em 1941-1942, gravou dois discos na Odeon, como Emilinha, voltando em 1942 para a Columbia, já chamada Continental. Saiu do Cassino da Urca em agosto de 1943 e foi logo contratada pelo Cassino Atlântico, passando também a trabalhar, por um período de seis meses, na Rádio Nacional.

Em agosto de 1944 retornou ao elenco da Rádio Nacional, onde permaneceria por 27 anos ininterruptos, fase áurea dessa emissora e da carreira da cantora. Foi o primeiro grande cartaz dos programas de auditório lançados pela Rádio Nacional, a partir de 1945, e sua popularidade esteve diretamente ligada ao programa de César de Alencar, transmitido para todo o país.

Em 1947 fez enorme sucesso com as rumbas Escandalosa (Djalma Esteves e Moacir Silva), Rumba de Jacarepaguá (Haroldo Barbosa), Tico-tico na rumba (Haroldo Barbosa e Peterpan) e o samba Se queres saber (Peterpan), gravados na Continental.

Em 1948, seus destaques foram Já é de madrugada (Peterpan e Antônio Almeida), Telefonista (Peterpan e Augusto Monteiro), Esperar, por quê? (José Maria de Abreu e Alberto Ribeiro) e Quem quiser ver vá lá (Peterpan e René Bittencourt); para o Carnaval de 1949, gravou um de seus maiores sucessos, Chiquita Bacana (João de Barro e Alberto Ribeiro), além de Porta-bandeira (Nássara e Roberto Martins) e Tem marujo no samba (João de Barro), mas perdeu para a cantora Marlene o título de Rainha do Rádio daquele ano, gerando atritos entre os respectivos fãs-clubes.

As duas, no entanto, surpreenderam o público no ano seguinte, gravando juntas, em dueto, Eu já vi tudo (Peterpan e Amadeu Veloso), Casca de arroz (Arlindo Marques Jr. e Roberto Roberti) e A bandinha do Irajá (Murilo Caldas).

Emilinha, a "Rainha do Rádio" de 1953, abraçada por Mary Gonçalves, rainha de 1952

No seu repertório de 1950, destacaram-se os baiões Baião de dois e Paraíba (ambos de Luiz Gonzaga e Humberto teixeira) e Tomara que chova (Paquito e Romeu Gentil), gravado para o Carnaval seguinte e que se transformou num dos marcos de sua carreira.
Participou de 34 filmes, destacando-se, nesse período: Poeira de estrelas (Moacir Fenelon, 1948), Estou aí (José Cajado Filho, 1949), Aviso aos navegantes (Watson Macedo, 1950) e Barnabé, tu és meu (José Carlos Burle,1952).

Durante a década de 1960 continuou a marcar sua presença nos Carnavais, lançando músicas bem populares como Pó-de-mico (1963), de Renato Araújo, Dora Lopes, Arildo de Sousa e Nilo Viana e Mulata iê-iê-iê (1965), de João Roberto Kelly.

De 1939 a 1964, gravou em 78 rotações cerca de 117 discos com 216 músicas. Na medida em que seu gênero musical - samba, marcha, rumba - foi cedendo lugar à música jovem, ela foi desaparecendo do cenário artístico até encerrar praticamente sua carreira em 1968, quando, operada de um edema nas cordas vocais, não conseguiu recuperar o timbre de voz.

Em 20 anos de carreira, desde 1945, tornou-se, juntamente com sua "rival" Marlene, um dos primeiros produtos bem-sucedidos da eficiente máquina de criação e divulgação de ídolos, montada no rádio em torno dos programas de auditório, que se estendeu ao cinema através das chanchadas.

Algumas músicas



Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha, SP, 1998.