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domingo, outubro 08, 2017

Cavaleiros do Céu - Riders In The Sky


Cavaleiros do Céu (Riders in the Sky) (1962) - Stan Jones - Versão: Haroldo Barbosa - Interpretação: Carlos Gonzaga

LP Carlos Gonzaga Canta / Título da música: Cavaleiros do Céu (Riders In The Sky) / Stan Jones (Compositor) / Haroldo Barbosa (Versão) / Carlos Gonzaga (Intérprete) / Gravadora: RCA Victor / Ano: 1962 / Nº Álbum: BBL 1169 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Balada.


Em                      G 
Vaqueiro do Arizona, desordeiro e beberrão 
   Em                     G#m 
Corria em seu cavalo pela noite no sertão 
   Em                       A7            Em 
No céu, porém, a noite ficou rubra num clarão 
   C              C#m          Em 
E viu passar num fogaréu um rebanho no céu 
       G A      Em     C   Am7*   Em7 
Y-pi-a-ê, y-pi-a-ô, correndo pelo céu 
  Em                      G 
A rubras ferraduras punham brasas pelo ar 
   Em                     G#m 
E os touros como fogo galopavam sem cessar 
    Em                     A7 
E atrás vinham vaqueiros como loucos a gritar 
    C           C#m               Em 
Vermelhos a queimar também, galopando pro além 
       G  A      E      C    Am7*    Em7 
Y-pi-a-ê, y-pi-a-ô, seguindo para o além 
   Em                      G 
Centelhas nos seus olhos e o suor a escorrer 
   Em                     G#m 
Sentindo o desespero da boiada se perder 
    Em                    A7 
Chorando a maldição de condenados a viver 
    C           C#m               Em 
A perseguir, correndo ao léu, um rebanho no céu 
       G  A      E      C    Am7*    Em7 
Y-pi-a-ê, y-pi-a-ô, correndo pelo céu 
  Em                      G 
Um dos vaqueiros, ao passar, gritou dizendo assim: 
   Em                     G#m 
"Cuidado, companheiro, ou tu virás prá onde eu vi 
    Em                     A7 
Se não mudas de vida tu terás o mesmo fi 
   C           C#m               Em 
Querer pegar no fogaréu um rebanho no céu" 
                                C#m    Em 
Y-pi-a-ê, y-pi-a-ô, correndo pelo céu               (2x) 
     C    Am7  Em7 
Correndo pelo céu

sexta-feira, junho 07, 2013

Marco Antônio


Marco Antônio (Antônio Lopes Marques), cantor, nasceu em Vitória, ES, em 1927, e faleceu em Nilópolis, RJ, em 05/02/1965. Em 1954 iniciou sua carreira artística, quando contratado pela Columbia gravando a batucada Você chorou, de Átila Bezerra, Sebastião Gomes e Jorge Gonçalves, e a marcha Ximbica resfriada, de Almeida Freire, Murilo Vieira e A. Vanderley.

Foi para a RGE e gravou em 1961, com acompanhamento do conjunto RGE os sambas Mulher de 30, de Luís Antônio, e Samba de improviso, de Haroldo Barbosa e Luis Reis, e os boleros Beija-me depois, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim, e Volta, de Ciro de Souza e Antônio Moreira.

Em 1962, gravou a marcha Sujaram a barra, de Nello Nunes, A. Batista e Guguta; o samba É menino, de Antoninho Lopes, Zé da Vila e Ramandini; o bolero Chega, de A. F. Conceição e Espírito Santo, e a guarânia Contando os dias, de Lupicínio Rodrigues. Nesse ano, participou da coletânea 14 sucessos de ouro - Vol. 2 da RGE interpretando  em dueto com a cantora Elza Laranjeira a balada Amor.

Em 1964, lançou aquele que acabou sendo seu último disco, o LP Tu serás a estrela guia gravado pela Odeon e no qual interpretou as músicas Se eu pudesse lhe dar o perdão, de Marino Pinto e Carlos Marques; Andaluza e Espera mais um pouco, de Ciro Monteiro e Dias da Cruz; A noite o luar e alguém, de Cid Magalhães e Amâncio Cardoso; O pranto dos meus olhos, de Neco e J. Pereira; É bom ser bom, de Fernando Barreto; Abre a porta, de Rutinaldo; Tu serás a estrela guia e Deus esteja nesta casa, de  Maurílio Lopes e Flávio Carvalho; Ave sem ninho, de Nilo Barbosa e Geraldo Morais; Nosso amor tinha raiz, de Paulo Marques e Jorge Ramos, e Nossas alianças, de Paulo Gesta e Jorge Smera.

Começou a fazer bastante sucesso com a balada Nossas alianças, sendo tocada nas rádios quando sofreu o trágico acidente no qual veio a falecer.

A tragédia

"Trágica ocorrência roubou a vida do cantor Marco Antônio, na madrugada de cinco de fevereiro, nas proximidades de sua residência, em Nilópolis. Eram duas horas quando ele procurava chegar a sua casa, na Avenida Mirandela 290, tateando no escuro, pois um temporal interrompera a energia elétrica, ali, desde as 19 horas do dia 4. Foi então que pisou numa poça d’água, onde caíra um fio de alta tensão, sendo fulminado. Ninguém pôde fazer qualquer coisa em seu socorro. O corpo permaneceu onde fora eletrocutado, até às 9 horas do dia seguinte, quando se providenciou o desligamento da rede elétrica que matara o artista. Marco Antônio foi sepultado no cemitério de Inhaúma, no dia 6, às 10 horas da manhã, depois de velado por alguns artistas que chegaram a ter conhecimento da tragédia. Altemar Dutra enviou uma coroa de flores para o seu colega de gravadora, a Odeon, que, aliás, cuidou do sepultamento.

Cantor desde 1954, Antônio Lopes Marques (Este o seu nome verdadeiro), ele contava 38 anos de idade e era natural de Vitória, no Espírito Santo. Casado com D. Celita Alves Marques, era pai de quatro filhos: o quinto deverá nascer em junho. Gozava de estima dos cantores e disk-jóqueis: lutador trabalhava intensamente, perseguindo o sucesso, que começava a alcançar. Compungidos, vários programadores interromperam a apresentação de música de carnaval. Jair de Taumaturgo, da Mayrink Veiga (emissora em que Marco Antônio se apresentava com mais frequência, tendo ali cantando algumas horas antes de morrer), homenageou a memória do artista falecido. Também Júlio Louzada dedicou-lhe a sua "Oração da Ave Maria”. A Rádio Mauá também alterou sua programação, logo que soube do fato, passando a transmitir gravações selecionadas. Todos sentiram a morte do cantor que era simples, de pouca fala e voz bonita".  (Revista do Rádio, 06/03/1965)

Discografia

(1954) Você chorou/Ximbica resfriada • Columbia • 78
(1961) Samba de improviso/Volta • RGE • 78
(1961) Mulher de trinta/Beija-me depois • RGE • 78
(1962) Sujaram a barra/É menino • RGE • 78
(1962) Chega/Contando os dias • RGE
(1962) 14 sucessos de ouro - Vol. 2 • RGE • LP
(1964) Tu serás a estrela guia • Odeon

_________________________________________________________
Fontes: Revista do Rádio; Dicionário Cravo Albin da MPB.

segunda-feira, abril 25, 2011

Fiz o bobão


Fiz o bobão (samba, 1961) - Luiz Reis e Haroldo Barbosa - Interpretação: Dóris Monteiro

Disco 78 rpm / Título da música: Fiz o bobão / Reis, Luís (Compositor) / Barbosa, Haroldo (Compositor) / Monteiro, Dóris (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1961 / Álbum P-61.106-H / Lado A / Gênero musical: Samba

LP Doris Monteiro / Título da música: Fiz o bobão / Reis, Luís (Compositor) / Barbosa, Haroldo (Compositor) / Monteiro, Dóris (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1961 / Álbum P-630.454-L / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Samba.



Roubou meu bem
Fiz o bobão
Roubou meu bem
Com seu orgulho tão fugaz
Ficou com ele
Rolou com ele
Acreditando que estava me passando para trás.

Vejam vocês
Eu tinha tudo pra morrer de humilhação
Mas esperei porque no fim
Vence quem tem mais condição.

Ele voltou
Me procurou
E chorou tudo
Que eles choram
Choram sempre ao regressar

Voltou pra mim
O que era meu
E a infeliz ainda diz
Que quem roubou fui eu.

sábado, novembro 22, 2008

Andorinha

Dalva de Oliveira
Andorinha (marcha/carnaval, 1946) - Haroldo Barbosa e Herivelto Martins - Intérpretes: Dalva de Oliveira e Francisco Alves

Disco 78 rpm / Título da música: Andorinha / Haroldo Barbosa (Compositor) / Herivelto Martins (Compositor) / Dalva de Oliveira (Intérprete) / Francisco Alves (Intérprete) / Abel e Sua Orquestra (Acomp.) / Gravadora: Odeon / Gravação: 05/12/1945 / Lançamento: 01/1946 / Nº do Álbum: 12660 / Nº da Matriz: 7954 / Gênero musical: Marcha / Coleções de origem: IMS, Nirez


Andorinha
Teu verão está longe
Longe está o meu amor
Eu canto, eu choro
E a saudade me traz
Andorinha
Bailarina serena
A saudade de alguém que partiu
Como andorinha que fugiu

Bailarina serena que traça no espaço
Uma doce esperança
Esperança brejeira que traz
A saudade primeira
De alguém que partiu
Andorinha feliz
Que o destino não quis
Devo me conformar
Sou andorinha ferida na estrada da vida
Não posso voar



Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.

Can-can no carnaval

Emilinha Borba
Can-can no carnaval (marcha/carnaval, 1966) - Carlos Cruz e Haroldo Barbosa - Interpretação de Emilinha Borba

Compacto simples / Título da música: Can-can no carnaval / Carlos Cruz (Compositor) / Haroldo Barbosa (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Gravadora: CBS / Ano: 1965 / Álbum: 33406 / Lado A / Gênero musical: Marcha.



Tem francesinha, no salão
Tem francesinha, no cordão
Ela é um sonho de mulher
Vem do Folie Berger.

Ulá, lá, tre biam
Maestro ataca o Can-Can
Ulá, lá, tre biam
Maestro ataca o Can-Can.

(bis)

domingo, novembro 09, 2008

Só vou de mulher


Só vou de mulher (samba, 1961), Luiz Reis e Haroldo Barbosa - Intérprete: Miltinho

LP Miltinho é Samba / Título da música: Só vou de mulher / Luiz Reis (Compositor) Haroldo Barbosa (Compositor) / Miltinho (Intérprete) / Gravadora: RGE / Ano: 1961 / Álbum: XRLP 5127 / Lado A / Faixa 2 / Gênero musical: Samba.



Eu acredito que pescaria
seja o esporte ideal
descansa o espírito
e sossega um homem temperamental
mas se quiserem estragar minha alegria
é só me carregar pra pescaria.

Ai, ai, eu não sou de mar
bota mulher nesta pesca
me convida eu vou até pescar. (bis)

Eu admiro uma parada
e um desfile militar
forças armadas, coloridas
e os tambores a rufar
mas se quiserem estragar meu feriado
é só me carregar pra ver soldado.

Ai, ai, ai meu capitão
bota mulher na parada
e me chama pra empurrar canhão. (bis)

Já me disseram que o Flamengo
é o grande dos dez mais
agita as massas e provoca
emoções sensacionais
mas se quiserem estragar meu amanhã
é só me carregar para o Maracanã.

Ai, ai, não sou de berrar
bota mulher no Flamengo
me convida eu vou até jogar. (bis)

Só vou de mulher
só vou de mulher...

quinta-feira, setembro 18, 2008

Baião de Copacabana

Alcides Gerardi
Composição de Haroldo Barbosa com música de Lúcio Alves, esta canção foi inicialmente gravada, em 1951, pelo Trio Madrigal: Edda Cardoso, Magda Marialba e Magda Oliveira. Dois meses depois regravada pelo cantor Alcides Gerardi e popularizada por Lúcio Alves em 1954.

Baião de Copacabana (baião, 1951) - Lúcio Alves e Haroldo Barbosa - Intérprete: Alcides Gerardi

Disco 78 rpm / Título da música: Baião de Copacabana / Haroldo Barbosa (Compositor) / Lúcio Alves, 1927-1993 (Compositor) / Alcides Gerardi, 1918-1978 (Intérprete) / Orquestra (Acompanhante) / Gravadora: Odeon / Gravação: 05/07/1951 / Lançamento: 11/1951 / Nº do álbum: 13185 / Nº da matriz: 9055 / Gênero musical: Baião / Coleções de origem: Nirez, José Ramos Tinhorão, Humberto Franceschi



Copacabana, Copacabana
Ai quem me dera
Que eu pudesse te deixar
A vida é cara, o sol me queima
Mas eu não posso viver bem
Noutro lugar
(bis)

Vem a conta do gás e do leite e da carne
Eu nem sei como hei de pagar
O meu lar é uma vaga de quarto
Mais caro que casa
De qualquer lugar

Ai de mim que será
Quando eu adormecer
De manhã ao despertar
Procurar e não te ver


Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.

sábado, maio 03, 2008

Tico-tico na rumba

Emilinha Borba
Tico-tico na rumba (rumba, 1947) - Peterpan e Haroldo Barbosa - Intérpretes: Emilinha Borba e Ruy Rey

Disco 78 rpm / Título da música: Tico-tico na rumba (Yo Quiero Bailar) / Haroldo Barbosa (Compositor) / Peterpan, 1911-1983 (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Ruy Rey (Intérprete) / Chiquinho e Sua Orquestra (Acomp.) / Gravadora: Continental / Gravação: 29/05/1947 / Lançamento: 08/1947 / Nº do Álbum: 15806 / Nº da Matriz: 1669-1 / Gênero musical: Rumba / Coleções de origem: IMS, Nirez


Eu fui a Cuba só pra passear
E numa festa pedi pra tocar
O tico-tico à la brasileira
E o cubano ficou cantando
A noite inteira:


El tico-tico (tico-tico lá)
Yo quiero bailar (tico-tico lá)
El tico-tico (tico-tico lá)
Yo quiero bailar (tico-tico lá)
El tico-tico (tico-tico lá)
Yo quiero bailar (tico-tico lá)



Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.

sábado, abril 08, 2006

Haroldo Barbosa

Haroldo Barbosa, compositor e radialista, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 21/3/1915 e faleceu em 5/9/1979. Nascido no bairro de Laranjeiras, aos sete anos foi morar em Vila Isabel. Durante o dia estudava no Colégio São Bento e à noite tocava cavaquinho nos bailes de Vila Isabel.


Aos 18 anos foi trabalhar como contra-regra na Rádio Philips, com o irmão, o futuro compositor Evaldo Rui, colaborando no programa Casé, do qual participavam grandes nomes do mundo artístico. Com esse programa transferiu-se para a Rádio Sociedade, onde, além de contra-regra, organizou a discoteca e foi locutor.

Passou depois a exercer essas funções na Rádio Transmissora e, logo em seguida, na Nacional, onde também foi locutor esportivo. Usando sua experiência anterior, desenvolveu várias atividades na Rádio Nacional, que liderava a audiência na época: escreveu o enredo de O Grande Teatro, de César Ladeira, um dos maiores sucessos do rádio, organizou uma orquestra sinfônica com 68 integrantes que já atuavam na emissora, e criou, por volta de 1945, o programa A Canção Romântica, especialmente para Francisco Alves, que deu um novo impulso à carreira do cantor.

Mais tarde passou a dirigir o programa Um Milhão de Melodias, no qual vários cantores se apresentavam interpretando versões de sua autoria. Seu primeiro sucesso como compositor foi a marchinha Barnabé (com Antônio Almeida), uma sátira ao funcionalismo público, que se tornou sinônimo de funcionário público de categoria modesta. Seguiram-se outros sucessos, como os sambas De conversa em conversa (com Lúcio Alves), em 1943, gravado por Isaura Garcia na Victor, em 1947, Adeus, América e Tintim por tintim (ambas com Geraldo Jacques), lançadas por Os Cariocas na Continental e Sinter, respectivamente.

Mais tarde, deixou a Nacional e foi para a Rádio Mayrink Veiga, onde se tornou responsável por diversos programas humorísticos, lançando inclusive Chico Anísio e Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta. Esse Norte é de Morte, A Cidade se Diverte, Alegria da Rua foram alguns de seus sucessos na programação da emissora.

Com Geraldo Jacques fez ainda o samba Joãozinho Boa Pinta, gravado por Fafá Lemos na Victor, em 1954, e, com seu mais bem sucedido parceiro, Luiz Reis, compôs Palhaçada, samba lançado por Miltinho (RGE), em 1963. Miltinho gravou várias outras músicas desta dupla, entre as quais Só vou de mulher, Devagar com a louça e Meu nome é ninguém. Tiveram ainda composições gravadas por Elizeth Cardoso (Tudo é magnífico, Nossos momentos, entre outros), Dóris Monteiro (Fiz o bobão), Araci de Almeida (Não se aprende na escola) e Nora Ney.

É autor de inúmeras versões: Trolley Song, Poinciana, Mala guefla, Adiós, pampa mia, Adiós muchachos, Uno, Amor. Sua atividade de compositor diminuiu quando foi para a TV Globo, onde passou a trabalhar na produção de programas humorísticos, ao lado de Max Nunes, seu parceiro em programas de humor desde os tempos da Rádio Nacional.

Algumas músicas
















Obras

Adeus, América (c/Geraldo Jacques), samba, 1948; Baião de Copacabana (c/Lúcio Alves), baião, 1951; Bar da noite (c/Bidu Reis), samba, 1953; Canção da manhã feliz (c/Luís Reis), samba, 1962; De conversa em conversa (Eu não sou limão) (c/Lúcio Alves), samba, 1947; Devagar com a louça (c/Luís Reis), samba, 1963; Eu quero um samba, samba, 1945; Joãozinho boa pinta (c/Geraldo Jacques), samba, 1954; Meu nome é ninguém (c/Luís Reis), samba, 1962; Moeda quebrada (c/Luís Reis), samba, 1961; Não se aprende na escola, samba, 1950; Nossos momentos (c/Luís Reis), marcha-rancho, 1961; Notícia de jornal (c/Luís Reis), samba, 1961; Palhaçada (c/Luís Reis), samba, 1963; Pra que discutir com madame (c/Janet de Almeida), samba, 1956; Quando esse nego chega, samba, 1948; Só vou de mulher (c/Luís Reis), samba, 1961; Tudo é magnífico (c/Luís Reis), samba, 1961.


Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha.