Dann Mallio Carneiro, compositor e funcionário da Estrada de Ferro Central do Brasil, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 1907, e faleceu na mesma cidade em 27/9/1937. Teve sua primeira composição gravada em 1930, o samba
No Grajaú, Iaiá, com
José Francisco de Freitas, lançado por
Mário Reis na Odeon.
Em 1931, a marcha
Boa roupa, com Pedro Cabral, foi registrada por Iolanda Osório na Brunswick. Em 1932, fez com Pedro Cabral o samba
Eu já chorei e a valsa
Falso juramento, gravadas por
Jaime Vogeler na Odeon. No mesmo ano, teve três parcerias com J. Cabral gravadas na Columbia: o samba
Você é o homem do meu peito na voz de
Araci Cortes, e o samba
Não foi desprezo e a marcha
Não lhe faço mais carinhos na de Madelou de Assis.
Em 1935, a marcha
Dois luares pequeninos, com
Alcebiades Barcelos, foi gravado por
Aurora Miranda na Odeon. No mesmo ano,
Carmen Miranda gravou pela Victor a marcha
Moreno, parceria com Alcebíades Barcelos. Fez com Custódio Mesquita em 1936 o samba
Exaltação da favela gravado pelas Irmãs Pagãs na Odeon. No mesmo ano, a valsa
Dor oculta, com Francisco Alves, foi gravada na Victor por Francisco Alves.
Embora não tenha tido uma carreira muito longa até porque, na época em que atuou poucas carreiras conseguiam esse feito, teve músicas gravadas por nomes como Francisco Alves, Mário Reis, Iolanda Osório, Jaime Vogeler, Aracy Cortes, Madelou de Assis, Aurora Miranda, Carmen Miranda e Irmãs Pagãs, com músicas lançadas nas gravadoras Brunswick, Odeon, Columbia e Victor.
Compôs marchas, sambas e valsas e foi parceiro de nomes como Alcebíades Barcelos e Custódio Mesquita.
Faleceu em 27/09/1937 no Hospital Nacional de Alienados aos 30 anos de idade e solteiro, filho de Américo Vespucio Mallio Carneiro e Alvarina Mallio Carneiro. Causa mortis: "neso seffiles malaria caqueixa".
ObrasBoa roupa (c/ Pedro Cabral),
Dois luares pequeninos (c/ Alcebíades Barcelos),
Dor oculta (c/ Francisco Alves),
Eu já chorei (com Pedro Cabral),
Exaltação da favela (com Custódio Mesquita),
Falso juramento (com Pedro Cabral),
Não foi desprezo (c/ J. Cabral),
Não lhe faço mais carinhos (c/ J. Cabral),
No Grajaú, Iaiá (c/ J. Francisco de Freitas),
Você é o homem do meu peito (c/ J. Cabral).
Fontes: Dicionário Cravo Albin da MPB; Orkut.