Mostrando postagens com marcador oldemar magalhaes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador oldemar magalhaes. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, março 22, 2018

Quem é - Trio Nagô

Trio Nagô
Quem é (fox, 1959) - Oldemar Magalhães e Osmar Navarro - Intérprete: Trio Nagô

Disco 78 rpm / Título da música: Quem é / Magalhães, Oldemar (Compositor) / Navarro, Osmar (Compositor) / Trio Nagô (Intérprete) / Orquestra (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 17/09/1959 / Nº Álbum 802136 / Gênero musical: Balada.



C     Am      F
Quem é . . .
G7             C     Am  F
Que lhe cobre de beijos
G7       C    Am   F
Satisfaz seus desejos
G7        C  Am  F       G7
E que muito lhe quer . . . . quem é
C    Am    F
Quem é . . .
G7         C     Am   F
Que esforços não mede
G7       C    Am    F
Quando você lhe pede
G7        C     Fm    C    C7
Uma coisa qualquer
F    Fm
Quem é . . .
C      C7
Que de você tem ciúmes
Fm                     G7
Quem é que lhe ouve os queixumes

domingo, novembro 28, 2010

Nasceu pra sofrer

Odete Amaral
Nasceu pra sofrer (samba, 1954) - Oldemar Magalhães, Arnô Provenzano e Isaías Ferreira

Título da música: Nasceu pra sofrer / Gênero musical: Samba / Intérprete: Odete Amaral / Compositores: Provenzano, Arno - Ferreira, Isaias - Magalhães, Oldemar  / Gravadora Odeon / Número do Álbum 13580 / Data de Gravação 00/1953 / Data de Lançamento 00/1954 / Lado A / Acervo Humberto Franceschi / Disco 78 rpm


Com muito amor / Te dei um lar
Fiz tudo / Pra você não errar
Mas, infelizmente / A vida é assim
Agora só resta esperar / O fim
Outros amores / Você pode arranjar
Só o meu viverá...

Com muito amor / Te dei um lar
Fiz tudo / Pra você não errar
Mas, infelizmente / A vida é assim
Agora só resta esperar / O fim
Outros amores / Você pode arranjar
Só o meu viverá...

Retirei todos os espinhos
Deixei tanto afeto
Pra você passar
Fiz tudo
Pra mudar o seu viver
Infelizmente, você nasceu
Pra sofrer

Com muito amor / Te dei um lar
Fiz tudo / Pra você não errar
Mas, infelizmente / A vida é assim
Agora só resta esperar / O fim
Outros amores / Você pode arranjar
Só o meu viverá...

Napoleão boa boca

Otávio Henrique de Oliveira
Napoleão boa boca (marcha, 1955) - Arnô Provenzano, Oldemar Magalhães e Otolindo Lopes

Em 1955, fez sucesso no carnaval a marcha "Napoleão boa boca", composta pelo trio Otolindo Lopes - Oldemar Magalhães - Arno Provenzano, gravada por Blecaute na Copacabana e escolhida por um júri reunido no Teatro João Caetano como um das dez mais populares marchas do carnaval daquele ano.

Eu sou Napoleão
O boa boca
Eu não dou sopa
Sou louco por mulher
O que cai na rede é peixe
Topo tudo que vier.

Eu sou Napoleão
O boa boca
Eu não dou sopa
Sou louco por mulher
O que cai na rede é peixe
Topo tudo que vier.

Quando eu passo
Com uma Loura
Ou crioula
Todos ficam a falar
É onda
Não durmo de touca
Eu sou Napoleão
Modéstia a parte
O boa boca...

Nunca me verás

Carlos Galhardo
Nunca me verás (bolero, 1960) - Zilá Fonseca e Oldemar Magalhães

Disco 78 rpm / Título: Nunca me verás / Autoria: Magalhães, Oldemar (Compositor) / Fonseca, Zilá (Compositor) / Carlos Galhardo, 1913-1985 (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1960 / Nº Álbum 802244 / Lado B / Gênero: Bolero /

Se um dia me deixares
Tu nunca me verás
No teu caminho
De mim não saberás
Nem falta sentirás
Do meu carinho

Seguirei meu destino
Serei um peregrino
Jamais me lembrarei
Do teu amor
Esquecerei, confesso
O teu amor perverso
Que só me trouxe dor

Eu te prometo, juro
Que jamais, no futuro
Procurarei por ti
Tu nunca me verás
Tu nunca me verás jamais

Seguirei meu destino
Serei um peregrino
Jamais me lembrarei
Do teu amor
Esquecerei, confesso
O teu amor perverso
Que só me trouxe dor

Eu te prometo, juro
Que jamais, no futuro
Procurarei por ti
Tu nunca me verás
Tu nunca me verás jamais

Uma grande dor

Linda Batista
Uma grande dor (samba, 1959) -  Oldemar Magalhães, Otolindo Lopes e Arnô Provenzano

Título da música: Uma grande dor / Gênero musical: Samba / Intérprete: Linda Batista / Compositores: Provenzano, Arno - Magalhães, Oldemar - Lopes, Otolindo / Acompanhamento Coro / Orquestra / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 802019 / Data de Gravação 08/10/1958 / Data de Lançamento 01/1959 / Lado B / Disco 78 rpm:


Só quem perdeu um grande amor
É que pode avaliar
Uma grande dor
Uma grande dor

Só quem perdeu um grande amor
É que pode avaliar
Uma grande dor
Uma grande dor

Sofro
Pelo muito que eu chorei
Pra que serve essa vida
Que eu perdi
A quem tanto eu amei

Só quem perdeu um grande amor
É que pode avaliar
Uma grande dor
Uma grande dor

Só quem perdeu um grande amor
É que pode avaliar
Uma grande dor
Uma grande dor

Sofro
Pelo muito que eu chorei
Pra que serve essa vida
Que eu perdi
A quem tanto eu amei

Favela amarela

Aracy Costa
Favela amarela (samba, 1959) - Oldemar Magalhães e Jota Júnior

Título da música: Favela amarela / Gênero musical: Samba / Intérprete: Araci Costa / Compositores: Jota Júnior - Magalhães, Oldemar / Gravadora Continental / Número do Álbum 17753 / Data de Gravação 1958-1959 / Data de Lançamento 00/1959 / Lado B / Disco 78 rpm


Favela amarela / Ironia da vida
Quem tem a favela / Façam aquarela
Da miséria colorida (Favela amarela!)

Favela amarela / Ironia da vida
Quem tem a favela / Façam aquarela
Da miséria colorida

Vamos ter / No melhoramento
A dor como tema de ornamento
Procure compreender, seu doutor
A felicidade não tem cor
(Não tem, não senhor!)

Favela amarela / Ironia da vida
Quem tem a favela / Façam aquarela
Da miséria colorida (Favela amarela!)

Vamos ter / No melhoramento
A dor como tema de ornamento
Procure compreender, seu doutor
A felicidade não tem cor
(Não tem, não senhor!)

Mamãe, eu levei bomba

Dircinha Batista
Mamãe, eu levei bomba (marcha, 1958) - Oldemar Magalhães e Jota Júnior

Disco 78 rpm / Título da música: Mamãe, eu levei bomba / Autoria: Jota Júnior (Compositor) / Magalhães, Oldemar (Compositor) / Dircinha Batista, 1922-1999 (Intérprete) / Coro (Acompanhante) / Orquestra (Acompanhante) / Imprenta[S.l.]: RCA Victor, 18/09/1957 / Nº Álbum 801899 / Lado A / Lançamento: 01/1958 / Gênero musical: Marcha /

Mamãe, mamãe / Mamãe, eu levei bomba
Mamãe eu levei bomba / Pela primeira vez
Filhinha, filhinha / Filhinha queridinha
Foi francês? / Foi português?
Nem sei, mamãe / Nem sei
A prova foi tão dura, mamãe
Que eu naufraguei!

Mamãe, mamãe / Mamãe, eu levei bomba
Mamãe eu levei bomba / Pela primeira vez
Filhinha, filhinha / Filhinha queridinha
Foi francês? / Foi português?
Nem sei, mamãe / Nem sei
A prova foi tão dura, mamãe
Que eu naufraguei!

Agora
Não adianta chorar
O remédio é estudar...

Mamãe, mamãe / Mamãe, eu levei bomba
Mamãe eu levei bomba / Pela primeira vez
Filhinha, filhinha / Filhinha queridinha
Foi francês? / Foi português?
Nem sei, mamãe / Nem sei
A prova foi tão dura, mamãe
Que eu naufraguei!

Mão de gato

Virgínia Lane
Mão de gato (marcha, 1957) - José Roberto e Oldemar Magalhães

Título da música: Mão de gato / Gênero musical: Marcha / Intérprete: Virgínia Lane / Compositores: Roberto, José - Magalhães, Oldemar / Acompanhamento Coro / Orquestra / Gravadora Todamérica / Número do Álbum 5731 / Data de Gravação 03/10/1957 / Lado A / Disco 78 rpm:


Você zombou de mim
Fez de mim gato e sapato
O homem que é homem
É um homem não é rato
Agora quer voltar
Eu renovo o seu contrato
Mas é naquela base, meu amor
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato

Você zombou de mim
Fez de mim gato e sapato
O homem que é homem
É um homem não é rato
Agora quer voltar
Eu renovo o seu contrato
Mas é naquela base, meu amor
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato

Miau, miau, miau, miau
Mão de gato com você
Miau, miau, miau, miau
Até o dia amanhecer

Miau, miau, miau, miau
Mão de gato com você
Miau, miau, miau, miau
Até o dia amanhecer

Você zombou de mim
Fez de mim gato e sapato
O homem que é homem
É um homem não é rato
Agora quer voltar
Eu renovo o seu contrato
Mas é naquela base, meu amor
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato, o tô tô
Na mão de gato

Topada

Dircinha Batista
Topada (samba, 1958) - Oldemar Magalhães e Jota Júnior

Disco 78 rpm / Título: Topada / Autoria: Jota Júnior (Compositor) / Magalhães, Oldemar (Compositor) / Dircinha Batista, 1922-1999 (Intérprete) / Coro (Acompanhante) / Orquestra (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 25/09/1957 / Nº Álbum 801890 / Lado A / Lançamento: 01/1958 / Gênero: Samba /

É quando a vida / Está difícil de viver
Quando a panela / Está vazia no fogão
É quando água / Sai pingando na torneira
Eu peço a Deus / Pela sua proteção
Laiá / Não há de ser nada
Quem bota pobre pra frente / É topada!
(Laiá / Não há de ser nada
Quem bota pobre pra frente / É topada!)

É quando a vida / Está difícil de viver
Quando a panela / Está vazia no fogão
É quando água / Sai pingando na torneira
Eu peço a Deus / Pela sua proteção
Laiá / Não há de ser nada
Quem bota pobre pra frente / É topada!
Laiá / Não há de ser nada
Quem bota pobre pra frente / É topada!

Lanterna na mão

Mara Silva
Lanterna na mão (marcha, 1957) - Arno Provenzano, Otolindo Lopes e Oldemar Magalhães

Título da música: Lanterna na mão / Gênero musical: Marcha / Intérprete: Mara Silva / Compositores: Provenzano, Arno - Magalhães, Oldemar - Lopes, Otolindo / Acompanhamento: Morais, Guio de / Orquestra / Gravadora Continental / Número do Álbum 17379 / Data de Gravação 1956-1957 / Data de Lançamento 01/1957 / Lado A / Disco 78 rpm:


Desde o início do mundo
Que essa vida tem sido uma labuta
Quanto mais o tempo passa
É só promessa
É só conversa que se escuta

Desde o início do mundo
Que essa vida tem sido uma labuta
Quanto mais o tempo passa
É só promessa
É só conversa que se escuta

O feijão vai abaixar
O salário vai aumentar
Diógenes é que estava com a razão
E não achou um homem
Nem de lanterna na mão

Desde o início do mundo
Que essa vida tem sido uma labuta
Quanto mais o tempo passa
É só promessa
É só conversa que se escuta

Ela foi fundada

Dircinha Batista
Ela foi fundada (marcha, 1956) - Oldemar Magalhães, Otolindo Lopes e Arnô Provenzano

Disco 78 rpm / Título da música: Ela foi fundada / Autoria: Provenzano, Arnô (Compositor) / Magalhães, Oldemar (Compositor) / Lopes, Otolindo (Compositor) / Dircinha Batista, 1922-1999 (Intérprete) / Coro (Acompanhante) / Orquestra (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1956 / Nº Álbum 801692 / Lado B / Gênero musical: Marcha /

Conheço uma dona / Que se diz soçaite
Que passa dos sessenta / Não sai dos trinta e dois
Coitada, está cansada / De ficar no espelho
Tapando seus buracos / Com creme, pó-de-arroz
Ela foi fundada / Em 1882 !

Conheço uma dona / Que se diz soçaite
Que passa dos sessenta / Não sai dos trinta e dois
Coitada, está cansada / De ficar no espelho
Tapando seus buracos / Com creme, pó-de-arroz
Ela foi fundada / Em 1882 !

Ela foi fundada / Em 1882 !

Conheço uma dona / Que se diz soçaite
Que passa dos sessenta / Não sai dos trinta e dois
Coitada, está cansada / De ficar no espelho
Tapando seus buracos / Com creme, pó-de-arroz
Ela foi fundada / Em 1882 !

Vitrola antiga

Sônia Delfino
Vitrola antiga (samba, 1956) - Emanoel Gitahy e Oldemar Magalhães

Título da música: Vitrola antiga / Gênero musical: Choro / Intérprete: Sônia Delfino / Compositores: Gitahy, Emanoel - Magalhães, Oldemar / Gravadora Copacabana / Número do Álbum 5639 / Data de Gravação 00/1955 / Data de Lançamento 00/1956 / Lado B / Disco 78 rpm


Minha vizinha / Uma senhora idosa
Tem uma vitrola / Do tempo do onça
Que deixa a gente / Pra lá de nervosa
Quando toca um disco / Na tal geringonça
Pois quase sempre / Um disco arranhado
A tal vizinha / Quer ouvir tocar
E a tal vitrola / vitrola fanhosa
Som de lata velha / Passa a nos guiar

Não há quem possa / Suportar calada
O dia inteiro / Sem se amofinar
Eu qualquer dia / Pego aquela droga
Quebro tudo e jogo fora / Só pra descansar
Eu qualquer dia / Pego aquela droga
Quebro tudo e jogo fora / Só pra descansar

Minha vizinha / Uma senhora idosa
Tem uma vitrola / Do tempo do onça
Que deixa a gente / Pra lá de nervosa
Quando toca um disco / Na tal geringonça
Pois quase sempre / Um disco arranhado
A tal vizinha / Quer ouvir tocar
E a tal vitrola / vitrola fanhosa
Som de lata velha / Passa a nos guiar

Não há quem possa / Suportar calada
O dia inteiro / Sem se amofinar
Eu qualquer dia / Pego aquela droga
Quebro tudo e jogo fora / Só pra descansar
Eu qualquer dia / Pego aquela droga
Quebro tudo e jogo fora / Só pra descansar

Falsa granfina

Moreira da Silva
Falsa granfina (samba, 1953) - Oldemar Magalhães e Alberto Costa

Disco 78 rpm / Título da música: Falsa granfina / Autoria: Costa, Alberto (Compositor) / Magalhães, Oldemar (Compositor) / Moreira da Silva (Intérprete) / Astor (Acompanhante) / Orquestra (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: Continental, 1953 / Nº Álbum 16806 / Lado B / Gênero musical: Samba /

Moça granfina de Copacabana
Que vem à cidade no final de semana
Trazendo no passo um andar diferente
Pisando macio, mexendo com a gente

Moça granfina como é divertido
Você nesse traje de seda banal
Dizer para gente que não sai da praia
Mas sempre a encontro num trem da Central

Você faz distúrbio no velho subúrbio
Mostrando as anquinhas de modo fatal
Meu doce de côco, voce não me engana
Em Copacabana não há coisa igual

Na Praia Morena a gente tem pena
De ver açucenas querendo trocar
A alvura da pele pela cor trigueira
Que é mais brasileira e convida a sonhar

Você faz distúrbio no velho subúrbio
Mostrando as anquinhas de modo fatal
Meu doce de côco, voce não me engana
Em Copacabana não há coisa igual

Na Praia Morena a gente tem pena
De ver açucenas querendo trocar
A alvura da pele pela cor trigueira
Que é mais brasileira e convida a sonhar

Moça granfina de Copacabana
Que vem à cidade no final de semana
Trazendo no passo um andar diferente
Pisando macio, mexendo com a gente

Moça granfina como é divertido
Você nesse traje de seda banal
Dizer para gente que não sai da praia
Mas sempre a encontro num trem da Central

sábado, novembro 27, 2010

Volúvel

Déo
Volúvel (samba, 1953) - César Brasil, Oldemar Magalhães e Wilson Batista

Disco 78 rpm / Título da música: Volúvel / Autoria: Brasil, César (Compositor) / Magalhães, Oldemar (Compositor) / Batista, Wilson, 1913-1968 (Compositor) / Déo (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: Sinter, 1952-1953 / Nº Álbum 251 / Lado A / Lançamento: 1953 / Gênero: Samba /

Volúvel / Sem coração
Eu já sofri demais / Sem merecer
Volúvel / Sem coração
Guarde seus beijos ardentes
Para quem não lhe conheceu

Meus sonhos / Continuam enxutos
Quando ela passa por mim
Com um / Dos meus substitutos

A poeira do meu sapato
É testemunha como eu caminhei
No rastro dessa mulher
Há tempos atrás

Se hoje / No livro da minha vida
Ela é / Uma folha demais...

Amaralina

Anjos do Inferno
Amaralina (samba, 1951) - Alberto Costa e Oldemar Magalhães

Título da música: Amaralina / Gênero musical: Samba / Intérprete: Anjos do Inferno / Compositores: Alberto Costa e Oldemar Magalhães / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800751 / Data de Gravação 00/1951 / Data de Lançamento 00/1951 / Lado B / Disco 78 rpm:


Quem foi à Bahia
Que não conheceu Amaralina,
Não sabe que lindo sonho
perdeu, menina.

Se não viu os pescadores
Darem presente à Mãe D'água
Vai ter sua vida
Carregadinha de mágoa.

Não viu as morenas dizerem:
Como é bom sonhar,
A sombra desses coqueiros
Vendo jangadas ao mar.

E de noite a lua cheia
Prateando tudo, tudo
E as morenas exibindo
Suas tranças de veludo...

E ê rapaziada

E ê rapaziada (batucada, 1950) - Arnô Provenzano, Otolindo Lopes e Oldemar Magalhães

Título da música: E ê rapaziada / Gênero musical: Batucada / Intérprete: Ivan de Alencar / Compositores: Provenzano, Arno - Magalhães, Oldemar - Lopes, Otolindo / Gravadora Todamérica / Número do Álbum 5023 / Data de Gravação 00/1950 / Data de Lançamento 00/1950 / Lado A / Disco 78 rpm:


Ai, o samba começou / E ê rapaziada
Vai até de madrugada / E ê rapaziada
Samba rico, samba pobre / E ê rapaziada
Uma noite não é nada / E ê rapaziada

Ai, o samba começou / E ê rapaziada
Vai até de madrugada / E ê rapaziada
Samba rico, samba pobre / E ê rapaziada
Uma noite não é nada / E ê rapaziada

Nesse samba de ferreiro
Só não samba quem não quer
Tem cuíca, tem pandeiro
Tem bebida, tem mulher

Nesse samba de ferreiro
Só não samba quem não quer
Tem cuíca, tem pandeiro
Tem bebida, tem mulher

Ai, o samba começou / E ê rapaziada
Vai até de madrugada / E ê rapaziada
Samba rico, samba pobre / E ê rapaziada
Uma noite não é nada / E ê rapaziada

O sultão

O caricaturista do samba
O sultão (samba, 1950) - Gil Lima, Miguel Lima e Oldemar Magalhães

Título da música: O sultão / Gênero musical: Samba / Intérprete:  Jorge Veiga / Compositores: Gil Lima, Miguel Lima e Oldemar Magalhães / Gravadora Continental / Número do Álbum 16342 / Data de Gravação 00/1950 / Data de Lançamento 00/1951 / Lado A / Disco 78 rpm:


O sultão pode ter cem mulheres
E viver amparado nas mesmas
Não é justo eu ser censurado
Por gostar da Iracema e da Inês

O sultão pode ter cem mulheres
De uma vez
Por que é que eu não posso
Ter umas duas ou três

O sultão pode ter cem mulheres
E viver amparado nas mesmas
Não é justo eu ser censurado
Por gostar da Iracema e da Inês

O sultão pode ter cem mulheres
De uma vez
Por que é que eu não posso
Ter umas duas ou três

Se, por acaso, alguém
Censurar os meus atos
Quando analisar os fatos
Vai lamentar o que fez...

Eu me baseio no sultão
Ele tem toda a razão
Está baseado nas leis
Outra vez!

Me deu um breve

Jorge Veiga
Me deu um breve (samba, 1950) - Olavo Raimundo e Oldemar Magalhães

Título da música: Me deu um breve / Gênero musical: Samba / Intérprete: Jorge Veiga / Compositores: Oldemar Magalhães, Raimundo Olavo / Acompanhamento Conjunto / Geraldo Medeiros / Gravadora Continental / Número do Álbum 16173 / Data de Gravação 1949-1950 / Data de Lançamento 04/1950 / Lado A / Disco 78 rpm:


Não gosto de samba / Que não tem pandeiro
Não vou em celeiro / Que não tem Xangô
Não levo meu santo / Pra qualquer lado
Eu já fui curado / Pelo meu protetor

Não gosto de samba / Que não tem pandeiro
Não vou em celeiro / Que não tem Xangô
Não levo meu santo / Pra qualquer lado
Eu já fui curado / Pelo meu protetor

Promete

Zilda Gonçalves
Promete (samba, 1947) - Oldemar Magalhães, Alcino Vieira e Ademar Muharran

Título da música: Promete / Gênero musical: Samba / Intérpretes: Zé da Zilda e Zilda do Zé / Compositores: Muharran, Ademar - Vieira, Alcino - Magalhães, Oldemar / Gravadora Continental / Número do Álbum 15842 / Data de Gravação 15/09/1947 / Data de Lançamento 12/1947 / Lado B / Disco 78 rpm


Quando dissesses pra mim
Tudo entre nós terminou!
Chorei, confesso, chorei de dor
Por me faltar no meu lar
O seu amor
Eu prometo perdoar
Agora promete
Que vai voltar ao meu lar
Promete!

Voltarás a ser a minha
Voltar pra aquele lar abandonado
E serás minha rainha!
Voltarás a ser a minha
Voltar pra aquele lar abandonado
E serás minha rainha

Promete, promete, promete!
Voltarás a ser a minha
Voltar pra aquele lar abandonado
E serás minha rainha!
Promete, promete, promete!
Voltarás a ser a minha
Voltar pra aquele lar abandonado
E serás minha rainha!

Cidade Alta

Zilda Gonçalves
Cidade Alta (samba, 1949) - Oldemar Magalhães e José Gonçalves (Zé da Zilda)

Título da música: Cidade alta / Gênero musical: Samba / Intérpretes: Zé da Zilda e Zilda do Zé / Compositores: Gonçalves, José - Magalhães, Oldemar / Gravadora Star / Número do Álbum 136 / Data de Gravação: 1947-1949 / Data de Lançamento 00/1949 / Lado A / Disco 78 rpm:


Quem olha da Cidade Alta / Pra Cidade Baixa
O que é que vê? / Vê uma baiana queimada, tostada
Da cor do azeite de dendê

Ela tem felicidade / Tem simplicidade e é bondosa!
Por aí, a gente vê / Que a baiana tem tudo
E não tem prosa!

Quem olha da Cidade Alta / Pra Cidade Baixa
O que é que vê? / Vê uma baiana queimada, tostada
Da cor do azeite de dendê

Ela tem felicidade / Tem simplicidade e é bondosa!
Por aí, a gente vê / Que a baiana tem tudo
E não tem prosa!

Tem beleza no andar (tem!) / Tem chamego no pisar (tem!)
Tem perfume de matar (tem!) / Um sorriso que provoca
Seu olhar é feiticeiro / Que faz qualquer carioca
Lhe dar todo o seu dinheiro!

Quem olha da Cidade Alta / Pra Cidade Baixa
O que é que vê? / Vê uma baiana queimada, tostada
Da cor do azeite de dendê

Ela tem felicidade / Tem simplicidade e é bondosa!
Por aí, a gente vê / Que a baiana tem tudo
E não tem prosa!

Tem beleza no andar (tem!) / Tem chamego no pisar (tem!)
Tem moleza no gingar (tem!) / Um sorriso que provoca
Seu olhar é feiticeiro / Que faz qualquer carioca
Lhe dar todo o seu dinheiro!