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domingo, novembro 28, 2010

Vitrola antiga

Sônia Delfino
Vitrola antiga (samba, 1956) - Emanoel Gitahy e Oldemar Magalhães

Título da música: Vitrola antiga / Gênero musical: Choro / Intérprete: Sônia Delfino / Compositores: Gitahy, Emanoel - Magalhães, Oldemar / Gravadora Copacabana / Número do Álbum 5639 / Data de Gravação 00/1955 / Data de Lançamento 00/1956 / Lado B / Disco 78 rpm


Minha vizinha / Uma senhora idosa
Tem uma vitrola / Do tempo do onça
Que deixa a gente / Pra lá de nervosa
Quando toca um disco / Na tal geringonça
Pois quase sempre / Um disco arranhado
A tal vizinha / Quer ouvir tocar
E a tal vitrola / vitrola fanhosa
Som de lata velha / Passa a nos guiar

Não há quem possa / Suportar calada
O dia inteiro / Sem se amofinar
Eu qualquer dia / Pego aquela droga
Quebro tudo e jogo fora / Só pra descansar
Eu qualquer dia / Pego aquela droga
Quebro tudo e jogo fora / Só pra descansar

Minha vizinha / Uma senhora idosa
Tem uma vitrola / Do tempo do onça
Que deixa a gente / Pra lá de nervosa
Quando toca um disco / Na tal geringonça
Pois quase sempre / Um disco arranhado
A tal vizinha / Quer ouvir tocar
E a tal vitrola / vitrola fanhosa
Som de lata velha / Passa a nos guiar

Não há quem possa / Suportar calada
O dia inteiro / Sem se amofinar
Eu qualquer dia / Pego aquela droga
Quebro tudo e jogo fora / Só pra descansar
Eu qualquer dia / Pego aquela droga
Quebro tudo e jogo fora / Só pra descansar

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Dia das rosas

Sônia Delfino
Dia das rosas (canção, 1966) - Luiz Bonfá e Maria Helena Toledo - Intérprete: Sônia Delfino

Compacto simples / Título da música: Dia das rosas / Luiz Bonfá (Compositor) / Maria Helena Toledo (Compositor) / Sônia Delfino / Gravadora: RGE / Ano: 1966 / Álbum: CS-70236 / Lado B / Marcha-rancho.



Hoje é dia das rosas
Que enfeitam formosas
Amores se unindo
Num lindo jardim
Porque o berço da flor
Vem do encanto de nós
Que nascemos de nós
E vivemos de amor

Ah! que tristeza viver sem amor
Ah! que certeza do amor
Nossas mãos, mãos tao sozinhas
Não sabem o que querem
Porque nao procuram saber de você

Rogo em nome das flores
Irmãs dos jardins
Eu proclamo voce
A rainha de nós
E em todas as cores
Você foi capaz
De trazer pra essa gente
Um mundo de paz

terça-feira, novembro 11, 2008

Pouca duração


Pouca duração (samba, 1962) - Pacífico Mascarenhas - Interpretação: Sônia Delfino

LP Alô Broto! Nº 2 / Título da música: Pouca duração / Pacífico Mascarenhas (Compositor) / Sônia Delfino (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1961 / Álbum: P 630.464 L / Lado B / Faixa 6 / Gênero musical: Samba bossa nova.


D7M 

Ebº  Em7   A7        D7M 
Es- ta canção terá pouca duração 
 Dbm7          F#7 
Como o nosso amor 
         B7M 
Que tão cedo acabou 
 Bm7       Fm6/5+  A7M             Db6 
Pode compará-la   também com uma flor 
 Bm7         Fm6/5+      Em7     A7 
Que desabrochou mas não durou secou 

    Em7        A7      D7M 
Por isso a canção só terá esta parte 
  Dbm7         F#7      B7M 
A outra existirá na imaginação 
 Bm7      Fm6/5+ 
Vamos combinar 
    A7M          Dbm6 
Eu termino a canção 
 Bm7        Fm6/5+ 
Se você voltar 
        Em6        F#7/5+ 
Mas só se você voltar 
 Bm7        Fm6/5+ 
Se você voltar 
        A7M 
Para o meu coração. 

sábado, novembro 01, 2008

Sônia Delfino

Sônia Delfino (Sonia de Campos Veras), cantora, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 23/11/1942. Sobrinha de Ademilde Fonseca cantava bossa nova e também rock-and-roll, sendo uma das primeiras cantoras brasileiras desse gênero, contemporânea e concorrente carioca da paulista Celly Campello.

Cantou em público pela primeira vez aos oito anos, participando de um concurso radiofônico infantil na cidade de Natal RN. Iniciou a carreira profissional no programa Clube do Guri, da TV Tupi, do Rio de Janeiro.

De 1960 a 1962, apresentou um programa de televisão — Alô, Brotos! — também na Tupi, ao lado do cantor Sérgio Murilo. Gravou seu primeiro disco aos 13 anos, para a Copacabana, o 78 rpm Uma valsa para mamãe (Emmanuel Jitay). Lançou a versão Sino de Belém para a canção natalina Jingle Bells, com o coral do Clube do Guri.

Seus maiores sucessos são o folkrock Bimbombey (Hugo Peretti, Luigi Creatore e Mack David), o twist Diga que me ama (Make Believe Baby, de Ben Weisman e E. Lewis, versão de Luís Bittencourt; Philips, 1960) e a bossa nova Bolinha de sabão (Orlandivo; Philips, 1963).

Gravou na Philips três LPs, Sônia Delfino canta para a mocidade (1960), Alô, brotos! (1962) e Alô, brotos!, vol. 2 (1964), além de vários compactos para a Copacabana e RGE. Considerada por muitos a sucessora natural de Celly Campelo, que abandonara a carreira artística em 1962, Sônia preferiu trocar o pop-rock por um repertório mais adulto, incluindo a bossa nova.

Participou como atriz em dois filmes: Tudo legal, de Vítor Lima, em 1960, e Um candango na Belacap, de Roberto Farias, em 1961.

Afastou-se do meio artístico ao se casar em 1970, retornando em 1986. Participou do projeto de três CDs O amor, o sorriso e a flor (Albatroz, 1998), produzido por Roberto Menescal para comemorar os 40 anos da bossa nova.

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha; Cantoras: Sônia Delfino.