Henrique de Curitiba (Zbigniew Henrique Morozowicz), maestro e compositor erudito, nasceu em Curitiba, Paraná, em 29/08/1934, e faleceu na mesma cidade em 18/02/2008. Ele escolheu o pseudônimo de "Henrique de Curitiba" para se tornar conhecido no Brasil e no exterior sob nome mais comum e melhor pronunciável.
Morozowicz nasceu como filho de imigrantes poloneses que foram para Curitiba em 1873. Seu pai era um dançarino e coreógrafo e era conhecido no Scala, em Milão, Itália. Sua mãe era uma pianista e aproximou Henrique um pouco da música.
No ano de 1950, Henrique foi convidado para tocar o orgão de tubos da Catedral da cidade. É desse período que datam suas primeiras composições – peças para o coral feminino. Guiado por sua professora, Mme. Devrainne, o músico se formou em 1953 na Escola de Música e Belas Artes.
Após terminar seus estudos em Curitiba, Morozowicz foi realizar um aperfeiçoamento em um instituto dirigido pelo professor H.J. Koellreuter, em São Paulo. O jovem compositor realizou pesquisas de harmonia, contraponto, análise e composição, além de se interessar pela modernidade e obras do século 20.
A notícia da realização do 4.º Concurso Internacional Frederic Chopin, em Varsóvia (Polônia), serviu como um novo estímulo para a carreira do músico. Incentivado por sua antiga professora, Mme. Devrainne, Morozowicz representou o Paraná no concurso.
Apesar de não passar da primeira fase, recebeu uma bolsa da Sociedade Polônia para um aperfeiçoamento. Durante o ano de 1960, o músico teve a oportunidade de aprender mais sobre a obra de Chopin (1810 – 1849).
De volta ao Brasil, compôs inúmeras obras, especialmente entre os anos de 1962 e 1971, período em que aconteceram os Cursos Internacionais de Música do Paraná, dirigidos pelo maestro Roberto Schnorremberg. Uma fase importante para a música erudita no estado.
Em 1979 realizou o mestrado em Composição Musical, graças a uma bolsa na Universidade de Cornell, em Nova Iorque. Os dois anos representaram um importante amadurecimento musical na obra do compositor.
Em 1981 Morozowicz recebeu Mestrado na Universidade de Cornell e na Faculdade de Ithaca, em Nova York, sob a orientação de Karel Husa, e tornou-se um reconhecido compositor.
Durante as décadas de 1980 e 1990, Morozowicz continuou compondo e dando aulas na UFPR e em escolas de música. Morou em Londrina por cinco anos e obteve reconhecimento internacional por sua obra.
Convidado pela Universidade Federal de Goiás, lecionou composição e bases teóricas na instituição até o ano de 2006, quando retornou a Curitiba.
Compôs mais de 150 obras, entre elas muitas obras corais. Lecionou na UFPR nos anos 80 e na década de 90, e na UFG até 2006.
Fontes: Wikipédia; Gazeta do Povo.
sábado, setembro 29, 2012
sexta-feira, setembro 28, 2012
Edigar Mão Branca
Edigar Mão Branca (Edigar Evangelista dos Anjos), cantor e compositor, nasceu em Lodo das Jegas no Município de Macarani no interior da Bahia, em 14/1/1959. Com seis anos mudou-se para Itapetinga, Bahia. Artista ligado à música de raiz, trabalhou em rádio e participou do movimento estudantil e de grupos de teatro.
No fim dos anos 1970, mudou-se para São Paulo, onde tocou na noite. Voltou posteriormente para Itapetinga, onde retornou a trabalhar na rádio e com música.
Pouco a pouco foi abandonando o rádio e dedicando-se apenas à música, apresentando e conquistando respeito e prestígio no circuito do forró e da música regional.
Recusou-se a gravar em diversas gravadores para não mudar seu estilo. Tornou-se um ídolo do forró nos sertões da Bahia, por onde já se apresentou, cantando em arrasta-pés, lançando, até hoje, mais de dez discos.
Em 1998, lançou o independente "Estradante", com destaque para "Sãojoãozinho pela Bahia", "Severina Cooper (It's not mole não)" de Accioly Neto, e os forrós "Coisa gostosa", "Lua, sol e forró", "Raparigando" e "Festa de Argolinha".
Em 1999, lançou "Imbruiada" pela gravadora Velas, interpretando, entre outras, "Recado ao Presidente" dele e Anchieta Dali, criticando a política de combate à seca do governo federal, "O meu país", de Orlando Tejo, Livardo Alves e Gilvan Chaves, "Bibia", de Louro Branco, onde declama à moda dos trovadores, acompanhado apenas por uma viola, além de "Rabo de boi", falando da vaquejada e "Reisado a São José", abordando o reisado.
Obras
Benza à Deus, Coisa gostosa, Festa de argolinha, Gabiraba, Igaporã, Lua, sol e forró, No deserto do meu peito, Rabo de boi, Raparigando, Recado ao presidente (c/ Anchieta Dali), Reisado a São José, Sãojoãozinho pela Bahia.
Discografia
1998 - Estradante • Independente • CD
1999 - Imbruiada • Velas • CD
Fonte: Dicionário Cravo Albin da MPB.
No fim dos anos 1970, mudou-se para São Paulo, onde tocou na noite. Voltou posteriormente para Itapetinga, onde retornou a trabalhar na rádio e com música.
Pouco a pouco foi abandonando o rádio e dedicando-se apenas à música, apresentando e conquistando respeito e prestígio no circuito do forró e da música regional.
Recusou-se a gravar em diversas gravadores para não mudar seu estilo. Tornou-se um ídolo do forró nos sertões da Bahia, por onde já se apresentou, cantando em arrasta-pés, lançando, até hoje, mais de dez discos.
Em 1998, lançou o independente "Estradante", com destaque para "Sãojoãozinho pela Bahia", "Severina Cooper (It's not mole não)" de Accioly Neto, e os forrós "Coisa gostosa", "Lua, sol e forró", "Raparigando" e "Festa de Argolinha".
Em 1999, lançou "Imbruiada" pela gravadora Velas, interpretando, entre outras, "Recado ao Presidente" dele e Anchieta Dali, criticando a política de combate à seca do governo federal, "O meu país", de Orlando Tejo, Livardo Alves e Gilvan Chaves, "Bibia", de Louro Branco, onde declama à moda dos trovadores, acompanhado apenas por uma viola, além de "Rabo de boi", falando da vaquejada e "Reisado a São José", abordando o reisado.
Obras
Benza à Deus, Coisa gostosa, Festa de argolinha, Gabiraba, Igaporã, Lua, sol e forró, No deserto do meu peito, Rabo de boi, Raparigando, Recado ao presidente (c/ Anchieta Dali), Reisado a São José, Sãojoãozinho pela Bahia.
Discografia
1998 - Estradante • Independente • CD
1999 - Imbruiada • Velas • CD
Fonte: Dicionário Cravo Albin da MPB.
Mara Maravilha
Mara Maravilha (Eliemary Silva da Silveira), apresentadora, cantora e compositora, nasceu em Itapetinga, interior da Bahia, em 06/03/1968. Aos oito anos, já apresentava seu próprio infantil pela TV Itapoan, então emissora afiliada ao SBT para todo o estado da Bahia. Entre o público baiano ela ficou conhecida como "Miss Mara", e no início da década de 1980 tornou-se a principal atração televisiva produzida por uma emissora fora do eixo Rio-São Paulo.
Em 1982, Mara assinou seu primeiro contrato com uma multinacional, a EMI-Odeon, onde lançou seu primeiro disco. Na época, como apresentadora do Clube do Mickey, Mara ganhou a atenção do apresentador e empresário Silvio Santos. A convite dele, ela mudou-se para São Paulo aos 15 anos de idade, onde estreou em rede nacional com programas voltados para o público adolescente e adulto, e integrando também o júri do Show de Calouros de Silvio Santos por cerca de três anos. Na emissora paulista, Mara apresentou o TV Pow, a Sessão Premiada, o programa O Preço Certo e foi também repórter do programa Viva a Noite, do apresentador Augusto Liberato.
Mas foi em 1987, quando estreou o programa infantil Show Maravilha, que a baiana viu seu nome tornar-se uma febre nacional. Mara virou um dos maiores ídolos infantis da história da televisão brasileira. Logo o nome "Mara Maravilha" se transformou em uma marca de sucesso que vendeu milhões de discos, emplacou dezenas de sucessos nas rádios de todo o país, virou boneca, marca de brinquedos, e por quase uma década ajudou a alavancar a audiência do SBT em uma disputa acirrada pelo primeiro lugar com a Rede Globo de televisão.
Em 1991, gravou pela EMI-Odeon o disco "Curumim". Neste trabalho, em defesa da população indígena, incluiu várias composições de sua autoria, como "E agora" (c/ Piska e Arnaldo Saccomani), "Convidado especial" (c/ Marileide), e "Não tem jeito", em parceria com Marileide, Piska e Arnaldo Saccomani. Ainda neste disco, interpretou "Tomara", de César Costa Filho, Sérgio Fonseca e Marcos Neto.
Em 13 discos gravados chegou a marca de três milhões de unidades vendidas entre CDs e LPs.
No ano 2000, gravou o CD "Maravilhoso", no qual interpretou hinos tradicionais da música gospel, como "Tu és fiel", "Pobre perdido" e "Aleluia, aleluia", regravações clássicas do hinário cristão. Incluiu também, no mesmo disco, "Maravilhoso", "Te exaltarei" e "Jerusalém", todas gravadas ao vivo na Igreja Bíblica da Paz, Assembléia de Deus e Comunidade Cristã Luz do Mundo, da capital paulista.
Em 2001, pela gravadora Line Records do Bispo Macedo, lançou o CD "Deus de Maravilha".
No ano de 2005 lançou o CD "Jóia rara" com 14 faixas, sendo nove de sua autoria, entre as quais "Amor imortal", "Espírito Santo", "Suprema gandeza" e "Quero te adorar". Neste mesmo ano fez lançamento do disco nos Estados Unidos e Japão.
Fonte: Wikipédia.
Em 1982, Mara assinou seu primeiro contrato com uma multinacional, a EMI-Odeon, onde lançou seu primeiro disco. Na época, como apresentadora do Clube do Mickey, Mara ganhou a atenção do apresentador e empresário Silvio Santos. A convite dele, ela mudou-se para São Paulo aos 15 anos de idade, onde estreou em rede nacional com programas voltados para o público adolescente e adulto, e integrando também o júri do Show de Calouros de Silvio Santos por cerca de três anos. Na emissora paulista, Mara apresentou o TV Pow, a Sessão Premiada, o programa O Preço Certo e foi também repórter do programa Viva a Noite, do apresentador Augusto Liberato.
Mas foi em 1987, quando estreou o programa infantil Show Maravilha, que a baiana viu seu nome tornar-se uma febre nacional. Mara virou um dos maiores ídolos infantis da história da televisão brasileira. Logo o nome "Mara Maravilha" se transformou em uma marca de sucesso que vendeu milhões de discos, emplacou dezenas de sucessos nas rádios de todo o país, virou boneca, marca de brinquedos, e por quase uma década ajudou a alavancar a audiência do SBT em uma disputa acirrada pelo primeiro lugar com a Rede Globo de televisão.
Em 1991, gravou pela EMI-Odeon o disco "Curumim". Neste trabalho, em defesa da população indígena, incluiu várias composições de sua autoria, como "E agora" (c/ Piska e Arnaldo Saccomani), "Convidado especial" (c/ Marileide), e "Não tem jeito", em parceria com Marileide, Piska e Arnaldo Saccomani. Ainda neste disco, interpretou "Tomara", de César Costa Filho, Sérgio Fonseca e Marcos Neto.
Em 13 discos gravados chegou a marca de três milhões de unidades vendidas entre CDs e LPs.
No ano 2000, gravou o CD "Maravilhoso", no qual interpretou hinos tradicionais da música gospel, como "Tu és fiel", "Pobre perdido" e "Aleluia, aleluia", regravações clássicas do hinário cristão. Incluiu também, no mesmo disco, "Maravilhoso", "Te exaltarei" e "Jerusalém", todas gravadas ao vivo na Igreja Bíblica da Paz, Assembléia de Deus e Comunidade Cristã Luz do Mundo, da capital paulista.
Em 2001, pela gravadora Line Records do Bispo Macedo, lançou o CD "Deus de Maravilha".
No ano de 2005 lançou o CD "Jóia rara" com 14 faixas, sendo nove de sua autoria, entre as quais "Amor imortal", "Espírito Santo", "Suprema gandeza" e "Quero te adorar". Neste mesmo ano fez lançamento do disco nos Estados Unidos e Japão.
Fonte: Wikipédia.
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