Introdução: C E F G7 C E Ontem retornei / A areia F G7 Branca e ardente / E em vão, te esperei C E Ouvi teu riso / Que era um guizo F G7 Que um onda / Trouxe aos meus pés C E F G7 E eu chamei, chamei / Aline, estou aqui C E F G7 E eu chorei, chorei / Um mar, só por ti C E Risquei na areia / O teu rosto lindo F G7 Sempre sorrindo / Talvez, de mim C E A onda mansa / Tudo apagou F G7 Mesmo a esperança / De te encontrar C E F G7 E eu chamei, chamei / Aline, estou aqui C E F G7 E eu chorei, chorei / Um mar, só por ti C E Segui ouvindo / Um sino ao longe F G7 Que anunciava / Outro amanhecer C E F G7 E eu chamei, chamei / Aline, estou aqui C E F G7 E eu chorei, chorei / Um mar, só por ti C E F G7 E eu chamei, chamei / Aline, estou aqui...
segunda-feira, agosto 12, 2013
Aline (versão)
Aline (versão) - Christophe - Interpretação de Agnaldo Timóteo
quinta-feira, agosto 01, 2013
Quando a mulher não quer
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Canninha - 1928 |
Quando a mulher não quer (samba, 1930) - Caninha - Interpretação de Francisco Alves.
Disco 78 rpm / Título da música: Quando a mulher não quer / Autoria: Morais, José Luiz de (Compositor) / Alves, Francisco (Intérprete) / Caninha, 1883-1961 (Compositor) / Orquestra Pan American (Acompanhante) / Bountman, Simon, ca1900-1977 (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: Odeon, 1930 / Nº Álbum 10536 / Gênero musical: Samba /
Quando a mulher não quer
O homem não deve teimar
Quando a mulher não quer
O homem não deve teimar.
Quando o homem se governa
Grita na rua ou em casa
Não rejeita uma baderna
E pega firme na brasa.
Se o sujeito é malandro
Namora mas não se casa
Remexe num fogareiro
E não se queima na brasa.
Formiga, pra se perder
Fica louca, cria asa
Só conhece o que é prazer
O Cabra que engole brasa.
Não adianta teimar
Mulher séria, fica em casa
Quem não se quiser queimar
Não deve pegar na brasa...
O que é nosso
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Canninha - 1928 |
Disco 76 rpm / Título da música: O que é nosso / Autoria: Caninha, 1883-1961 (Compositor) / Alves, Francisco (Intérprete) / Orquestra Jazz Band Pan American do Cassino de Copacabana (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: Odeon, Dezembro/1925-Julho/1927 / Álbum 123270 / Gênero: Samba /
Todo mundo nesta terra
É feliz, arranja o cobre
Só aquele que aqui nasce
Toda a vida há de ser pobre
Eu sou brasileiro
Com isto eu posso
Por isso é que canto
Só o que é nosso
Cá no país do cruzeiro
Só se trata de gastar
O povo finge que é rico
E vive sempre a apitar
Quem ganha dois, gasta quatro
E pede seis emprestado
Desgraça pouca é bobagem
Assim lá diz o ditado
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