quarta-feira, agosto 21, 2013

Incerteza


Incerteza (tango, 1958) - Eduardo Patané e Di Veras - Intérprete: Ivete Siqueira (RCA Victor, 1957)

Disco 78 rpm / Título da música: Incerteza / Di Veras (Compositor) / Patané, Eduardo (Compositor) / Siqueira, Ivete (Intérprete) Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1957 / Nº Álbum 801860 / Gênero musical: Tango.



Sou tão feliz por teu amor
Sempre a sorrir, sempre a sonhar
Mas, se um dia o teu amor morrer
Tudo pode acontecer

Só em pensar em te perder
Chego a chorar, chego a sofrer
A tristeza envolve o coração
Tem a nostalgia, adeus alegria
Em meu coração

Mas eu não posso descrer do amor
Desse amor que é meu, só meu
No prazer e na dor...
Mas eu não posso descrer do amor
Desse amor que é meu, só meu
No prazer e na dor...

Só em pensar em te perder
Chego a chorar, chego a sofrer
A tristeza envolve o coração
Tem a nostalgia, adeus alegria
Em meu coração!

sábado, agosto 17, 2013

Brumas

Lúcio Alves
Em 1948, Lúcio Alves lançou sua primeira gravação solo pela Continental, o bolero Tres palabras, de Osvaldo Farrés, vertido para o português por Aloysio de Oliveira com o título de "Solidão". No mesmo ano, acompanhou o Anjos do Inferno em uma turnê que passou por Cuba, México e Estados Unidos, onde se apresentaram com o nome de "Hell's Angels". Em 1949, de volta ao Rio, lançou de sua autoria o bolero Bruma, um dos sucessos do ano e, de Dorival Caymmi, o samba Nunca mais. (¹)

Brumas (bolero, 1949) - Lúcio Alves - Interpretação: Lúcio Alves

Disco 78 rpm / Título da música: Brumas / Lúcio Alves (Compositor) / Lúcio Alves (Intérprete) / Cópia e Sua Orquestra (Acomp.) / Gravadora: Continental / Gravação: 16/03/1949 / Lançamento: 03/1949 / Nº do Álbum: 16032 / Nº da Matriz: 2038-R / Gênero musical: Bolero / Coleção de origem: Nirez


Na bruma de teus olhos castanhos
Pequeninos, estranhos
Sentinelas do amor
O perfume que vem da sua boca
Uma carícia louca
Sinto ainda o sabor.

Com essa aventura louca
Eu vivo sonhando
Teu nome em minha boca
Eu vou murmurando...

Na bruma de teus olhos castanhos
Pequeninos, estranhos
Sentinelas do amor.

Com essa aventura louca
Eu vivo sonhando
Teu nome em minha boca
Eu vou murmurando...

Na bruma de teus olhos castanhos
Pequeninos, estranhos
Sentinelas do amor!



Fontes: Folha On Line Ilustrada - Lúcio Alves (¹) ; Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.

segunda-feira, agosto 12, 2013

Aline (versão)

Aline (versão) - Christophe - Interpretação de Agnaldo Timóteo
Introdução: C  E  F  G7 
 
 C                       E
 Ontem retornei  /   A areia
              F                     G7
 Branca e ardente / E em vão, te esperei                 
            C                  E 
 Ouvi teu riso  / Que era um guizo  
        F                      G7
 Que um onda / Trouxe aos meus pés
  
          C       E      F            G7 
 E eu chamei, chamei / Aline, estou aqui  
          C       E           F          G7 
 E eu chorei, chorei  /   Um mar, só por ti 

  C                                E 
 Risquei na areia /  O teu rosto lindo 
             F                   G7 
 Sempre sorrindo /  Talvez, de mim 
   C                       E 
 A onda mansa  /  Tudo apagou 
            F                     G7 
 Mesmo a esperança /  De te encontrar 

          C       E      F            G7 
 E eu chamei, chamei / Aline, estou aqui  
          C       E           F          G7 
 E eu chorei, chorei  /   Um mar, só por ti 

          C                      E  
 Segui ouvindo /   Um sino ao longe 
           F                   G7 
 Que anunciava  /  Outro amanhecer  

          C       E      F            G7 
 E eu chamei, chamei / Aline, estou aqui  
          C       E           F          G7 
 E eu chorei, chorei  /   Um mar, só por ti 
          C       E       F            G7 
 E eu chamei, chamei /  Aline, estou aqui...