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sábado, setembro 01, 2018

Inteirinha - Pery Ribeiro

Pery Ribeiro
Inteirinha (samba-canção, 1960) - Luiz Vieira - Intérprete: Pery Ribeiro

Disco 78 rpm / Título da música: Inteirinha / Vieira, Luiz (Compositor) / Ribeiro, Pery (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: Odeon, 1960 / Nº Álbum 14612 / Lado A / Gênero musical: Samba-canção.


Tom: G
Intro: G G/B Am7 D7 Bm Em7 Am D7

G      G/B   Am7       D7
Quero amar você, inteirinha
G   G/B   Am7       D7
Abraçar você, inteirinha
Bm7   E7  Am7       D7
Viver uma vida inteirinha
Bm   Em7 Am        D7 G
De felicidade inteirinha
     G/B Am7        D7
E em sua vida, inteirinha
G    G/B     Am7        D7
Repousar meu sonho inteirinho
Bm7 E7     Am7       D7
E depois morrer inteirinho
Bm    Em7    Am     D7     G7
Mas morrer risonho,   inteirinho
C               Bm7               E7
Gostoso é viver,   gostando de alguém
Am7            D7       Gmaj7    G7
Gostar de quem gosta da gente também
C              Bm7            E7
Amar sem temer,   o gosto de amar
      Am7       Bm7      Am7      D7
Se o amor faz sofrer, eu quero só ver
           G
Onde vou parar
G/B Am7 D7 Bm Em7 Am D7
Lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá...

sábado, março 10, 2018

Pery Ribeiro - Biografia


Pery Ribeiro (Peri de Oliveira Martins), cantor e compositor (Rio de Janeiro RJ, 27/10/1937 - idem, 24/02/2012), filho do compositor Herivelto Martins e da cantora Dalva de Oliveira, aos três anos de idade, já gravava canções e vozes para as personagens dos filmes de Walt Disney (Bambi, Coelho Tambor e Anão Feliz, da Branca de Neve), traduzidos por João de Barro. Aos quatro anos apresentou-se no Teatro Municipal, do Rio de Janeiro. Em 1944 participou do filme Berlim na batucada, de Luís de Barros..


Em 1959 trabalhava como cameraman na TV Tupi, do Rio de Janeiro, quando Jaci Campos o apresentou cantando; ouvido por Paulo Gracindo, foi convidado a tomar parte no seu programa da Rádio Nacional. Essas apresentações chamaram a atenção de César da Alencar, que o tomou como afilhado, batizando-o Pery Ribeiro.

Em 1960 compôs sua primeira música, Não devo insistir (com Dora Lopes), gravada no mesmo ano por Dalva de Oliveira, na Odeon. Ainda em 1960 gravou seu primeiro disco, um compacto duplo na gravadora Iracema, com quatro musicas que incluíam Sofri você (Ricardo Galeno e Paulo Tito).

Sua primeira gravação em 78 rpm foi Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá e Antônio Maria) e Samba do Orfeu (Luiz Bonfá e Antônio Maria), pela Odeon, no ano seguinte. Em 1961, também pela Odeon, gravou vários discos em 78 rpm, o Lamento da lavadeira (Monsueto, Nilo Chagas e João Violão), O barquinho (Ronaldo Bôscoli e Roberto Menescal) e Inteirinha (Luís Vieira).

Seu primeiro LP foi Pery Ribeiro e seu mundo de canções românticas, na Odeon, em 1962, acompanhado por Luiz Bonfá ao violão. Em 1963 compôs, com Geraldo Cunha, Moça de azul e Bossa na praia, gravadas por ele na Odeon. Ainda nesse ano lançou Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), sendo esta a primeira gravação da música, e seu maior sucesso.

Dois anos mais tarde, formou, com Leni Andrade e o conjunto Bossa Três, o grupo Gemini 5, apresentando-se na boate Porão 73 e no Teatro Princesa Isabel, no Rio de Janeiro. Do sucesso do grupo surgiu o convite para se apresentarem na boate El Señorial, na Cidade do México, México, onde estiveram por seis meses. Em seguida, formou novo grupo, desta vez com musicos mexicanos, apresentando-se na Cidade do México e Acapulco.

Em 1966 foi para os EUA, onde mais tarde formou com Sérgio Mendes o conjunto Bossa Rio, composto por Ronnie (Ronald Mesquita), Osmar Milito, Otávio Bailly Júnior, Manfredo Fest, Gracinha Leporace, Sergio Mendes e ele próprio. O conjunto excursionou por várias cidades norte-americanas, apresentando-se em shows, boates e universidades.

Em 1971, de volta ao Rio de Janeiro, participou do show Fica combinado assim, com Pedrinho Mattar e Agildo Ribeiro. Desde então tem trabalhado em shows, boates e apresentações em televisão. Em 1973 compôs, com Herivelto Martins, e gravou, na Odeon, Livre meu pai. No ano seguinte voltou ao México, apresentando-se em Acapulco ao lado de Eliana Pittman e Herivelto Martins.

Em 1975 gravou o LP Herança, na Odeon, homenageando Dalva de Oliveira, Herivelto Martins e Elisete Cardoso. Em 1997 lançou o CD A vida é só pra cantar (e dançar) e participou de um disco em tributo a Dalva de Oliveira, cantando inclusive duas canções em dueto com a mãe, graças à técnica especial usada.


Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha, SP, 1998.

segunda-feira, abril 25, 2011

Samba de Orfeu

Pery Ribeiro
Samba de Orfeu (samba, 1959) - Luiz Bonfá e Antônio Maria - Interpretação: Pery Ribeiro

Disco 78 rpm / Título da música: Samba do Orfeu / Bonfá, Luiz, 1922-2001 (Compositor) / Maria, Antônio, 1921-1964 (Compositor) / Ribeiro, Pery, 1937-2012 (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: Odeon, 1959 / Nº Álbum 14502 / Gênero musical: Samba.



Introdução: 
C7M F7 Em7 Am7 D7 G7 C7M G4/7/9 

        C7M C7M/9         C7M C7M/9 
Quero viver,    quero sambar 
       C7M               A7            Dm7+ 
Até sentir a essência da vida me falta ar 
         Dm7 Dm6     Dm7 Dm7+ 
Quero sambar quero viver  
G4/7/9      G7           
Depois do samba, ta bem 
     Dm7     G7   C7M 
Meu amor, posso morrer 
        C7M C7M/9         C7M C7M/9 
Quero viver,    quero sambar 
       C7M               A7            Dm7+ 
Até sentir a essência da vida me falta ar 
         Dm7 Dm6     Dm7 Dm7+ 
Quero sambar quero viver  
G4/7/9      G7           
Depois do samba, ta bem 
     Dm7     G7   C7M 
Meu amor, posso morrer 
        Gm7    C7     F7M 
Quem quiser gostar de mim 
      Fm7          C6/9 
Se quiser vai ser assim 
        C7M   C7M/9   C7M C7M/9 
Vamos viver vamos sambar  
          C7M 
Se a fantasia rasgar  
     A7            Dm7 
Meu amor eu compro outra  
Dm7+     Dm7  Dm6      Dm7  Dm7+ 
Vamos sambar, vamos viver  
          G7 
O samba é livre,  
                Dm7  G7    C6/9 
Eu sou livre também até morrer. 

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Inteirinha

Pery Ribeiro
Inteirinha (samba-canção, 1960) - Luiz Vieira - Intérprete: Pery Ribeiro

Disco 78 rpm / Título da música: Inteirinha / Vieira, Luiz (Compositor) / Ribeiro, Pery (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: Odeon, 1960 / Nº Álbum 14612 / Lado A / Gênero musical: Samba-canção.


Tom: G
Intro: G G/B Am7 D7 Bm Em7 Am D7

G      G/B   Am7       D7
Quero amar você, inteirinha
G   G/B   Am7       D7
Abraçar você, inteirinha
Bm7   E7  Am7       D7
Viver uma vida inteirinha
Bm   Em7 Am        D7 G
De felicidade inteirinha
     G/B Am7        D7
E em sua vida, inteirinha
G    G/B     Am7        D7
Repousar meu sonho inteirinho
Bm7 E7     Am7       D7
E depois morrer inteirinho
Bm    Em7    Am     D7     G7
Mas morrer risonho,   inteirinho
C               Bm7               E7
Gostoso é viver,   gostando de alguém
Am7            D7       Gmaj7    G7
Gostar de quem gosta da gente também
C              Bm7            E7
Amar sem temer,   o gosto de amar
      Am7       Bm7      Am7      D7
Se o amor faz sofrer, eu quero só ver
           G
Onde vou parar
G/B Am7 D7 Bm Em7 Am D7
Lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá...

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Pery Ribeiro


Pery Ribeiro (Peri de Oliveira Martins), cantor e compositor (Rio de Janeiro RJ, 27/10/1937 - idem, 24/02/2012), filho do compositor Herivelto Martins e da cantora Dalva de Oliveira, aos três anos de idade, já gravava canções e vozes para as personagens dos filmes de Walt Disney (Bambi, Coelho Tambor e Anão Feliz, da Branca de Neve), traduzidos por João de Barro. Aos quatro anos apresentou-se no Teatro Municipal, do Rio de Janeiro. Em 1944 participou do filme Berlim na batucada, de Luís de Barros..


Em 1959 trabalhava como cameraman na TV Tupi, do Rio de Janeiro, quando Jaci Campos o apresentou cantando; ouvido por Paulo Gracindo, foi convidado a tomar parte no seu programa da Rádio Nacional. Essas apresentações chamaram a atenção de César da Alencar, que o tomou como afilhado, batizando-o Pery Ribeiro.

Em 1960 compôs sua primeira música, Não devo insistir (com Dora Lopes), gravada no mesmo ano por Dalva de Oliveira, na Odeon. Ainda em 1960 gravou seu primeiro disco, um compacto duplo na gravadora Iracema, com quatro musicas que incluíam Sofri você (Ricardo Galeno e Paulo Tito).

Sua primeira gravação em 78 rpm foi Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá e Antônio Maria) e Samba do Orfeu (Luiz Bonfá e Antônio Maria), pela Odeon, no ano seguinte. Em 1961, também pela Odeon, gravou vários discos em 78 rpm, o Lamento da lavadeira (Monsueto, Nilo Chagas e João Violão), O barquinho (Ronaldo Bôscoli e Roberto Menescal) e Inteirinha (Luís Vieira).

Seu primeiro LP foi Pery Ribeiro e seu mundo de canções românticas, na Odeon, em 1962, acompanhado por Luiz Bonfá ao violão. Em 1963 compôs, com Geraldo Cunha, Moça de azul e Bossa na praia, gravadas por ele na Odeon. Ainda nesse ano lançou Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), sendo esta a primeira gravação da música, e seu maior sucesso.

Dois anos mais tarde, formou, com Leni Andrade e o conjunto Bossa Três, o grupo Gemini 5, apresentando-se na boate Porão 73 e no Teatro Princesa Isabel, no Rio de Janeiro. Do sucesso do grupo surgiu o convite para se apresentarem na boate El Señorial, na Cidade do México, México, onde estiveram por seis meses. Em seguida, formou novo grupo, desta vez com musicos mexicanos, apresentando-se na Cidade do México e Acapulco.

Em 1966 foi para os EUA, onde mais tarde formou com Sérgio Mendes o conjunto Bossa Rio, composto por Ronnie (Ronald Mesquita), Osmar Milito, Otávio Bailly Júnior, Manfredo Fest, Gracinha Leporace, Sergio Mendes e ele próprio. O conjunto excursionou por várias cidades norte-americanas, apresentando-se em shows, boates e universidades.

Em 1971, de volta ao Rio de Janeiro, participou do show Fica combinado assim, com Pedrinho Mattar e Agildo Ribeiro. Desde então tem trabalhado em shows, boates e apresentações em televisão. Em 1973 compôs, com Herivelto Martins, e gravou, na Odeon, Livre meu pai. No ano seguinte voltou ao México, apresentando-se em Acapulco ao lado de Eliana Pittman e Herivelto Martins.

Em 1975 gravou o LP Herança, na Odeon, homenageando Dalva de Oliveira, Herivelto Martins e Elisete Cardoso. Em 1997 lançou o CD A vida é só pra cantar (e dançar) e participou de um disco em tributo a Dalva de Oliveira, cantando inclusive duas canções em dueto com a mãe, graças à técnica especial usada.


Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha, SP, 1998.