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domingo, outubro 20, 2013

Voo de coração

"Voo de Coração" é o primeiro álbum do cantor Ritchie lançado em 1983 pela gravadora Epic Records. Produzido por Vinyl, este álbum foi um grande sucesso, vendendo mais de 700 mil cópias. Possui grandes sucessos como "Voo de Coração", "Menina Veneno" e "A Vida tem Dessas Coisas". Este disco teve a participação dos músicos Lulu Santos, Liminha, Lobão e Steve Hackett.

Em dezembro de 2008 foi lançada a Edição Comemorativa de 25 Anos. Esta versão foi remasterizada a partir das fitas originais, e traz quatro faixas bônus. Três delas são das sessões originais de 1983, "Baby meu Bem (Te Amo), originalmente o Lado B do primeiro compacto; "Mi Niña Veneno" (versão em espanhol do hit, "Menina Veneno") e "The Letter" (com a letra original, em inglês). A quarta faixa bônus é uma regravação acústica de "Voo de Coração", feita em 2008 com participação de Paulinho Moska (Fonte: Wikipédia).

Voo de Coração (1984) - Ritchie e Bernardo Vilhena - Intérprete: Ritchie

LP Voo De Coração / Título da música: Voo de Coração / Ritchie (Compositor) / Bernardo Vilhena (Compositor) / Ritchie (Intérprete) / Steve Hackett (Partic.) / Gravadora: Epic / CBS / Ano: 1983 / Nº Álbum: 144468 / Lado A / Faixa 3.


Tom: C
  
Tom : G

Int : G Am7 G/B D4/7 ( 2x )

G      A7      Cm/Eb      G/D    Am/C  Am5-/7    G  A#°
No canto da sala o seu holograma você parece sorrir
G       A7      Cm/Eb         G/D        Am/C
Você me pisca o olho, você me manda um beijo
         Am5-/7      G
Parece estar mesmo aqui
      D                    C     G
Mas eu só, no apartamento, escrevendo
 Am7         G/D        D4/7     D7
Memórias no velho computador
G       A7      Cm/Eb          G/D
Nas asas do tempo, vertigem do momento
Am/C      Am5-/7      G  B7
Vou de coração, meu amor

Em   B/D#    Dm6        A/C#     Cm6
Um mistério e um sorriso vão revelar
     G              Am7   Cm6
As histórias que um belo dia
  G                 A7  Cm/Eb       G/D
Cantarão o nosso momento, nesse apartamento
Am/C      Am5-/7     G    Am7        Cm6   G
Vou de coração, meu amor, vou de coração

Repete estrofe 2

Am7     Cm6         G
Vou de coração, meu amor
G      Am7    G/B  D4/7
Coração, coração

sexta-feira, outubro 18, 2013

Bernardo Vilhena

Bernardo Vilhena (Bernardo Torres de Vilhena), poeta e letrista, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 10/01/1949. Fundador e editor das revistas Ponte e Malasarte, pertenceu ao grupo de poeta Nuven Cigana, do qual também participavam Chacal, Ronaldo Bastos, Guilherme Mandaro, Charles, Ronaldo Santos, entre outros. Trabalhou como redator de publicidade e publicou em 1975 O rapto da vida, participando, mais tarde, da  antologia 26 Poetas Hoje (Heloísa Buarque de Hollanda, Editora Labor, em 1976) e publicou o livro  Atualidades Atlânticas (Poesias) em 1979 pela Nuven Cigana.

Foi incluído no livro Retrato de Época/Poesia Marginal Anos 70 (Carlos Alberto Messeder Pereira/ MEC Funarte) e em 1982 no livro Poesia Jovem Anos 70 (Literatura Comentada/ Abril Cultural). Fundou a gravadora Regata na década de 1990 pela qual lançou vários artistas, entre eles a cantora Paula Lima.

No início da década de 1980, Lulu Santos (assinando Luís Maurício) gravou em compacto simples Gosto de batom, parceria com Lulu Santos e Pedro Fortuna. No ano de 1983 Ritchie incluiu diversas parcerias de ambos no LP Voo de coração, que emplacou vários sucessos, entre os quais Pelo interfone, Pra conversar, Casanova e, principalmente, Menina veneno, uma das músicas mais tocadas nos meios de comunicação no ano de 1983, e que posteriormente seria regravada com sucesso pela dupla Zezé di Camargo e Luciano. O compacto com Menina veneno vendeu 500 mil cópias e o disco, no qual ela também estava incluída, 700 mil cópias.

Em 1986, Cláudio Zoli gravou seu primeiro LP solo, disco no qual incluiu Na chuva, parceria de ambos. No ano seguinte Lobão incluiu várias parcerias de ambos no LP Vida bandida, entre as quais: Esse mundo que eu vivo, Chorando no campo, Nem bem, nem mal e a faixa-título Vida bandida.

No ano de 1988 Cazuza gravou Vida louca vida, (c/ Lobão) no disco ao vivo O tempo não pára. Nesse mesmo ano Cláudio Zoli gravou Criminoso sutil (c/ Cláudio Zoli e Ronaldo Santos).

Em 1991, no disco Fetiche, Cláudio Zoli incluiu "Dinheiro", parceria de ambos.

No ano de 1999, no CD Férias, Cláudio Zoli registrou várias parcerias de ambos:  Houve, Na rede, Vivo nesse mundo, Quando a cidade dormir, Sem dizer adeus, Vida, viração, Zoli show, Pista vazia e Juro por mim, essa última contando também com o parceiro Lucas.

Em 2001 Paula Lima gravou Perdão talvez (c/ Ed Motta e Paula Lima) em seu CD de estreia: É isso aí, pelo Selo Regata.

No ano de 2002, Mario Adnet lançou no Mistura Fina o disco Rio carioca, CD no qual constam duas parceria de ambos: A dona do lugar e Moças do mar. Neste mesmo ano seu parceiro Ritchie lançou o CD Autofidelidade, disco no qual incluiu  Jardim de guerra e Sede de viver, as duas parceria de ambos, esta última, também com versão em inglês, batizada com o nome Running for our lives.

Obra

A dona do lugar (c/ Mario Adnet), Amar até morrer (c/ Cláudio Zoli), Amor demais (c/ Cláudio Zoli), Baby lonest (c/ Cazuza e Ledusha), Baile nessa onda (c/ Cláudio Zoli), Casanova (c/ Ritchie), Chorando no campo (c/ Lobão), Crianças (c/ Cláudio Zoli), Criminoso sutil (c/ Cláudio Zoli e Ronaldo Santos), Da natureza dos lobos (c/ Lobão), Dinheiro (c/ Cláudio Zoli), Esse mundo que eu vivo (c/ Lobão), Flor do futuro (c/ Cláudio Zoli), Gosto de batom (c/ Lulu Santos e Pedro Fortuna), Houve (c/ Cláudio Zoli), Jardim de guerra (c/ Ritchie), Juro por mim (c/ Cláudio Zoli e Lucas), Livre pra viver (c/ Cláudio Zoli), Menina veneno (c/ Ritchie), Moças do mar (c/ Mario Adnet), Na chuva (c/ Cláudio Zoli), Na rede (c/ Cláudio Zoli), Nem bem, nem mal (c/ Lobão), Perdão talvez (c/ Ed Motta e Paula Lima), Pista vazia (c/ Cláudio Zoli), Pra conversar (c/ Ritchie), Quando a cidade dormir (c/ Cláudio Zoli), Quero te amar (c/ Cláudio Zoli e Paulo Zdan), Running for our lives (c/ Ritchie), Sede de viver (c/ Ritchie), Sem dizer adeus (c/ Cláudio Zoli), Sem explicação (c/ Cláudio Zoli), Sem limite (c/ Cláudio Zoli), Show business (c/ Cláudio Zoli), Tudo veludo (c/ Lobão), Último beijo (c/ Cláudio Zoli), Um aviso (c/ Cláudio Zoli), Vida bandida (c/ Lobão), Vida, louca vida (c/ Lobão), Vida, viração (c/ Cláudio Zoli), Vivo nesse mundo (c/ Cláudio Zoli), Zoli show (c/ Cláudio Zoli).

Meio bossa nova e rock’n’roll

Parceiro de Lobão e Mario Adnet, o poeta, produtor e curador Bernardo Vilhena lança série de shows com novos artistas e prepara reedição de sua obra com direito a livro inédito

(Por Leonardo Lichote)

Bernardo Vilhena começou a escrever poesia na garagem vazia da casa de uma namorada, na Praça Nossa Senhora da Paz. No espaço, ela construíra uma espécie de bunker pop – era 1967, ele tinha 18 anos – com mesinha com máquina de escrever e pôsteres de rockstars pelas paredes. No ambiente classicamente moldado para o nascimento de um power trio de garotos tocando rock, Bernardo criava seus primeiros poemas. Românticos. O deslocamento daquele personagem naquele local, mais tarde se veria, era ilusório. Ali, o poeta dava início a uma trajetória que passaria pelo revolucionário coletivo de poesia Nuvem Cigana, pelo rock brasileiro da década de 1980, pelo pensamento em torno da arte contemporânea, pelas mudanças que a tecnologia digital trouxe ao mundo da música. Naquela máquina de escrever, ele fazia seu power trio solo – que, nada ortodoxo, se permitia incursões pela bossa nova.

- Sou de Ipanema, ouço rock desde sempre, assim como bossa nova. Sempre associei essa coisas do peace & love, do flower power, a “O amor, o sorriso e a flor” – conta o poeta, autor de hits como “Vida bandida” (com Lobão) e “Menina veneno” (com Ritchie). – O tipo de música que faço hoje com Mario Adnet (compositor herdeiro da tradição da bossa nova e da MPB mais clássica) é o que sempre sonhei fazer.

Um garoto romântico e bossanovista que se tornou rocker, depois voltou à bossa… A trajetória linear não se encaixa na biografia de Bernardo – que compôs até uma ópera com o maestro Silvio Barbato, “O cientista”, sobre Oswaldo Cruz. Sua poesia urbana e contemporânea, em poemas, canções e mesmo em atividades como produtor ou curador, contempla um tudo-ao-mesmo-tempo-agora “meio bossa nova e rock’n'roll”, como cantou outro poeta de sua geração. Seu agora, portanto, inclui a reedição de seus livros pela Azougue (num volume único que trará ainda o livro inédito “Prazer e compulsão”), outro projeto pela editora (“Vou ser entrevistado para falar sobre algumas coisas que vivi e que penso”), a ideia de erguer “contêineres de poesia” sensoriais e viajar com eles, o Copa Fest (festival de música instrumental pelo qual já passaram artistas como Hermeto Pascoal e Marcos Valle) e a série de shows Live PA, que ocupa o CCBB de Brasília ao longo do mês de maio (estará em São Paulo em agosto e no Rio em 2012) com atrações como Moreno Veloso & Nina Becker, Pedro Sá e & Jonas Sá e China & Silvia Machete – duplas reunidas no palco com um computador fazendo o meio de campo entre elas.

- Tenho um poema em que falo do “espetáculo das novas gerações”. Minha geração era aquela, dos 1970, 1980. Fico extremamente feliz de ser um espectador agora – diz Bernardo, que atuou junto aos novos em outros momentos, como ao fundar a gravadora Regata, pela qual lançou Seu Jorge e Paula Lima no início dos anos 2000, e ao se tornar o principal parceiro de Max de Castro no importante CD de estreia do compositor, “Samba raro”.

Poesia fora da estante

Bernardo remonta à adolescência para falar do Live PA:

- Fiz um curso na IBM em 1966 e comecei a me interessar por computador, li livros que já falavam em transporte de informação. Ia fazer faculdade de Letras, mas disse a meu pai: “Não vou para a faculdade, está rolando uma revolução e quero estar nela.” Hoje, a tecnologia, mais que a distribuição ou a gravação, mudou a forma de se fazer música, com a troca de arquivos, a composição que já é feita com o arranjo do computador… Queria levar isso para o palco.

Ao abandonar a ideia da faculdade, Bernardo se lançou nas artes gráficas, virou frequentador assíduo do Museu de Arte Moderna e cruzou interesses com artistas plásticos, como Cildo Meireles, Carlos Vergara e Rubens Gerchman – o poeta foi um dos editores da histórica revista “Malasartes”, que marcou época ao refletir de forma livre e irreverente sobre a arte contemporânea. E foi pelas artes gráficas que ele chegou a colegas que formariam com a ele a Nuvem Cigana, em 1975.

- Eu estava para publicar o “América” (seu terceiro livro) e precisava de ajuda com a parte gráfica. Vergara me indicou o Bernardo – lembra o poeta Chacal. – Ele me levou a uma gráfica em São Cristóvão para ver orçamento e tal. Começamos a conversar, ele falou que fazia poesia e me mostrou “Vida bandida”. Rolou uma empatia imediata. Ele tinha a mesma gíria, a mesma vivência da gente. Essa coisa urbana, meio delinquente, a vivência da Zona Sul, uma crônica de um segmento da cidade mais pop, ligado a drogas, noite, arte, boemia. A vida bandida.

Chacal convidou-o para o grupo de poetas que se encontrava em Santa Teresa. Sairia dali a Nuvem Cigana – que, além de Bernardo e Chacal, reunia nomes como Ronaldo Bastos, Charles Peixoto e Pedro Cascardo. Ao levar a poesia para as ruas do Rio dos anos 1970, sobretudo com os encontros conhecidos como Artimanhas – que reunia personagens como os integrantes do Asdrúbal Trouxe o Trombone e o dramaturgo Vicente Pereira (um dos fundadores dos besteirol) -, o grupo plantou sementes para fenômenos como o rock 80.

- Dois caras fundamentais para mim foram Ferreira Gullar, com seu trabalho no Teatro Opinião, e Vinícius de Moraes, pela bossa nova. Eram artistas que estavam tirando a poesia da estante, um pelo teatro, outro pela música – lembra Bernardo.

No rock, ele tem a oportunidade maior de tirar a poesia da estante e levá-la para a rua, que ele sabia ser maior que a Zona Sul, após morar no Jacaré por quatro anos da adolescência:

- Ia aos bailes do clube Magnatas (no Rocha) ver Ed Lincoln, essas coisas. Tinha um ônibus, o 25, que hoje é o 474, que era a minha vida: Jacaré-Ipanema.

Entre as duas pontas, fez canções extremamente radiofônicas, mas cheias de referências.

- Ninguém falava dessas citações, e eu também nunca achei importante chamar a atenção, porque a canção popular não depende disso, não trabalha nessa lógica – defende Bernardo. – “Menina veneno” cita um trabalho de Regina Vater, naquele verso “Em toda cama que eu durmo, só da você”. A obra era uma série de postais com camas de diversas cidades do mundo (a série “Camas around the world”). “Dinheiro”, com Cláudio Zoli, se refere ao “Zero dollar”, de Cildo Meireles.

Ritchie louva exatamente a camadas na poesia do parceiro:

- A primeira leitura de algo seu é simples. Mas se você mergulha na palavra descobre mil brincadeiras, muita riqueza. “Menina veneno” pode ser lido como uma cena de breguice enorme, mas por outro lado é baseada num arquétipo junguiano. Há versos como “Do princípio ao sim”, que muita gente canta como “ao fim”, ou “Perdi a condição”, que muitos pensam que é “condução” (em “A vida tem dessas coisas”). E sem deixar de ser assumidamente música pop. É Borges muito pop.

Parceiro no mesmo período, Lobão é bem mais econômico ao falar de Bernardo, com quem assinou “Vida bandida” e “Chorando no campo”, entre outras. Por e-mail, o cantor respondeu de forma seca:

- Não tenho nada a declarar sobre o assunto.

Bernardo – que diz não ter lido a biografia de Lobão, da qual é personagem – comenta:

- Não sei qual é o problema dele. De qualquer forma, é uma pessoa que representa uma parte pequena da minha história. Não li seu livro e não vou ler, não costumo ler biografias. Já tenho que reler tantos livros, não vou ler coisas da minha vida contadas sei lá como.

Num momento de longa conversa sobre sua história e seus projetos, ele faz a citação que soa como conclusão – da polêmica e de todo o resto:

- Como dizia Borges, o passado é algo tão difícil de se decifrar quanto o futuro.


Fontes: Dicionário Cravo Albin da MPB; O Globo – Segundo Caderno, 21/5/2011.

quinta-feira, outubro 10, 2013

Cena de cinema


Cena de Cinema (1983) - Lobão, Bernardo Vilhena e Marina - Intérprete: Lobão

LP Cena De Cinema / Título da música: Cena de Cinema / Bernardo Vilhena (Compositor) / Marina Lima (Compositor) / Lobão (Compositor) / Lobão (Intérprete) / Gravadora: RCA Victor / Ano: 1983 / Nº Álbum: 103.0566 / Lado A / Faixa 1.


Tom: E

Intro: ( E   E7+   E6   E   A )
 
E
Tava queimando no meu carro
              A
a tal da gasolina
               C#m
Do meu lado meu amor me
    F#7
avisou
            A      E      E4     E
Vou sair de ce ... na
 
E
Me deu um beijo na corrida
              A
Correndo ela sumiu
         C#m
Desceu voando a escadaria do
   F#7
metrô
        A        E      E4    E
Cena de cine ... ma
 
A7+      Am       G#m
Lá embaixo  não   tem
    Bm7    Bb7/11+
estrela
 A7+     Am
   É a maior
     G#m    Bm7    Bb7/11+
Ficção
 A7+   Am
  Fico
       G#m    G#9-/7
Alucinado
 F#7
E a luz no fim do túnel
            B7           ( Introdução )
Vem me hipnotizar
 
E
Tava queimando na estrada
                A
Ao sol do meio dia
        C#m                F#7
E , de repente ,  o rádio tocou
         A       E      E4    E
Cena de cine ... ma
 E
Vi meu amor numa lambreta
                A
Com sua capa preta
                  C#m
Passou por mim , a menos
     F#7
de cem
         C#m                F#7
Passou por mim , a menos de cem
         C#m                F#7
Passou por mim , a menos de cem
          A      E     E4    E
E saiu de ce ... na

Casanova

Casanova (1983) - Ritchie e Bernardo Vilhena - Intérprete: Ritchie

LP Voo do Coração / Título da música: Casanova / Ritchie (Compositor) / Bernardo Vilhena (Compositor) / Ritchie (Intérprete) / Gravadora: Epic/CBS / Ano: 1983 / Nº Álbum: 144468 / Lado A / Faixa 4.


C              G F G F
Sou o seu coringa, o seu ás
C         G              F                 C
Luvas de couro, meias de seda brilham ao luar
G                  D
Eu fico mesmo de smoking
 F       C
Vamos dançar!
    F      C      G F G F G F C
Boa noite, como vai?
      G F G F G F C  (G F C G) (2x)
Como vai?
           C           G     F G F G
No meio da noite você chama
               C                 G   F G F
Eu venho como fogo incendiar sua cama
C                       G
Não se afogue em meus beijos
        F                C
Não se afobe, venha devagar
G               D        F       C
E amanhã, eu prometo, eu vou voltar
     F     C   G F G F G F C
Boa noite, meu amor!
F        C          G F G Gb F
A vida é arte do saber
              C              G F G F# F
Quem quiser saber tem que viver
               C          G F G
Trago um mundo novo prá você
Gb F           C
E daí, tudo bem? E você?
      G F G F G F C
Como vai?
          G F G F G F C  (G F C G)
Eh, como vai?
G         F      C         G  F G F G
Os aventureiros entram em cena
           F       C          G F G F
Voando bem alto ao som do planeta
C         G               F                   C
Cavalos alados e seus cavaleiros brincam ao luar
G            D               F       C
Tomando de assalto o dia que vai chegar
          F      C   G F G F G F C
Boa noite, até já!
        G F G F G F C
Ah,até já!...
        G (G F G F G F C) (2x)  (G F C G) (2x)
Ah,até já!...

A vida tem dessas coisas

A Vida Tem Dessas Coisas (1983) - Ritchie e Bernardo Vilhena - Intérprete: Ritchie

LP Voo do Coração / Título da música: A Vida Tem Dessas Coisas / Ritchie (Compositor) / Bernardo Vilhena (Compositor) / Ritchie (Intérprete) / Gravadora: Epic/CBS / Ano: 1983 / Nº Álbum: 144468 / Lado A / Faixa 2.


Tom: D  

(intro) Bm  Em  G  D  A7  D  A7

Bm       Em
 Perdi a hora
G            D     A7   D  A7
mas encontrei você aqui
Bm                 Em
 Desde aquela noite
G            D      A7   D  F#7
eu nunca mais me entendi
     G    D         A7  E7
Você levou meu coração
    G       D       A7
Levou o meu olhar
      G    D        A7 E7
Eu sigo cego e infeliz
       G       Bm        A7
Querendo te encontrar

          Bm  Em
Pra conversar
          D   A7
Te convencer
          Bm  Em
Te confessar
        D   A7  F#7
Quero só você

Bm                 Em
 Não esqueci seu nome
G       D         A7  D    A7
o seu rosto, a sua voz
Bm           Em    G
 Outro dia eu te vi
          D      A7   D   F#7
Numa tarde tão veloz

     G      D        A7  E7
Você passou no circular
        G       D      A7
Pela Praia do Leblon
     G   D          A7   E7
Corri atrás, tarde demais
      G    D      A7
Perdi a condição

          Bm  Em
De conversar
          D   A7
De te convencer
         Bm  Em
Te confessar
           D   A7  F#7
Quero só você

G                        A7        E7 A7
 Sei que isso não tem importância
          Em          Bm   Em  Bm
Pra você não faz sentido
G                     A7        E7 A7
 Mas a noite aumenta a distância
            Em             Bm
Me perdi no seu caminho
                Em          Bm
Me encontrei falando sozinho
        Em              Bm
Sigo sempre sem destino
                   A7
Pra te encontrar

Bm  Em  D  A7  Bm  Em  D  A7

         Bm  Em
Pra conversar
         D   A7
Te convencer
         Bm  Em
Te confessar
        D   A7  F#7
Quero só você

Bm              Em      G
 A vida tem dessas coisas
         D        A7    D   A7
Olhe só nos dois aqui
Bm                Em  G
 Presos num elevador
        D      A7       D    F#7
Uma noite sem dormir
G      D      A7   E7
 Zero hora no relógio
    G       D           A7
Legal você está aqui
G        D       A7   E7
 E amanhã pela manhã
    G      Bm       A7
A gente pode sair

        Bm  Em
E conversar
         D   A7
Se convencer
         Bm  Em
Se confessar
         D   A7
Quero só você

          Bm  Em
Pra conversar
         D   A7
Te convencer
        Bm  Em
Te confessar
            D
Quero só você
      A7        Bm  Em  D
Eu quero só você...
      A7        Bm  Em  D
Eu quero só você...
      A7        Bm  Em  D
Eu quero só você...
      A7       Bm  Em  D  Am  Bm
Eu quero só você...

sexta-feira, maio 07, 2010

Menina veneno

O inglês Ritchie (Richard David Court), filho de um militar, morou em vários lugares do mundo. Até que, em 1972, conheceu em Londres um grupo de músicos brasileiros, entre eles o baixista e produtor musical Liminha, que o convenceram a vir para o país.

Naquela década, formou com Lobão, Lulu Santos, Luiz Simas e Fernando Gama a banda Vímana, que chegou a gravar um compacto para depois se desfazer e lançar seus integrantes em vitoriosas carreiras-solo.

"Menina Veneno" chegou às rádios brasileiras em 14 de fevereiro de 1983. A faixa, produzida por Liminha, que também toca o baixo e a guitarra, se transformou num extraordinário sucesso, apresentando ao pop-rock nacional uma nova estética e deflagrando a improvável popularidade deste talentoso gringo. Lançada a princípio em compacto simples, essa música puxou o sucesso comercial de "Voo do Coração", primeiro disco solo do cantor, que vendeu mais de um milhão de cópias naquele ano a bordo também de outros hits como "A Vida Tem Dessas Coisas", "Pelo Interfone" e "Casanova". (Fonte: pugaman77, no Youtube)

Menina Veneno (1983) - Ritchie e Bernardo Vilhena - Intérprete: Ritchie

LP Voo Do Coração / Título da música: Menina Veneno / Bernardo Vilhena (Compositor) / Ritchie (Compositor) / Ritchie (Intérprete) / Gravadora: Epic / CBS / Ano: 1983 / Nº Álbum: 144468 / Lado A / Faixa 5 / Gênero musical: Rock.


(intro) ( E  F#  Abm  E  F#  Ebm )

E      F#          Abm     E  F#    Ebm
Meia-noite no meu quarto ela vai subir
E      F#          Abm     E   F#      Abm
Ouço passos na escada, vejo a porta abrir
A        F#         Abm     E    F#     Ebm
O abajur cor de carne, o lençol azul
E         F#          Abm   E   F#   Abm
Cortinas de seda, o seu corpo nu

(parte 1)
A        E                 B                   F#
Menina veneno, o mundo é pequeno demais prá nós dois
C#m                   Abm            F#        F7   F#7
em toda cama que eu durmo só dá você, só da voçê ieie

E      F#       Abm     E   F#        Ebm
Seus olhos verdes no espelho brilham para mim
E      F#     Abm        E   F#          Abm
Seu corpo inteiro é um prazer do princípio ao fim
A        F#     Abm      E    F#         Ebm
Sozinho no meu quarto eu acordo sem você
E       F#      Abm      E    F#      Abm
Fico falando prás paredes até anoitecer

(parte 2)
A          E             B              F#
Menina veneno, você tem um jeito sereno de ser
C#m                 Abm              F#      F7     F#7      Ab7
Toda noite no meu quarto vem me entorpecer, me entorpecer heieieeee

(intro)

(repete 1)
E            F#       Abm      E    F#    Ebm
Meia-noite no meu quarto ela vai surgir
E          F#        Abm      E   F#       Abm
Eu ouço passos na escada, eu vejo a porta abrir
A       F#         Abm     E     F#       Ebm
Você vem não sei de onde, eu sei, vem me amar
E     F#          Abm       E     F#       Abm
Eu não sei qual o seu nome mas nem preciso chamar

(repete 2)

E   F#     Abm    E F#     Abm
Menina veneno, menina veneno (3x)

segunda-feira, setembro 18, 2006

Mais uma de amor


Mais Uma De Amor (Geme Geme) (1982) - Ricardo Barreto, Bernardo Vilhena e Antônio Pedro - Intérprete: Blitz

LP As Aventuras Da Blitz / Título da música: Mais Uma De Amor (Geme Geme) / Ricardo Barreto (Compositor) / Bernardo Vilhena (Compositor) / Antônio Pedro (Compositor) / Blitz (Intérprete) / Gravadora: EMI-Odeon / Ano: 1982 / Nº Álbum: 064 422919 / Lado B / Faixa 2 / Gênero musical: Pop Rock.


Tom: F
Intro: G (C F C G)
C  F
Perdi meu amor
C   G
No paraíso
C     F
Dou tudo que eu tenho
C    G
Por um aviso

Am  F
Seja sob sol
Am    F
Ou debaixo de chuva
G          C
Minha alma geme por você

Refrão:
F      
Geme geme uh! uh!
C         
Por você        
G      
Geme geme ah!    
C          
Por você         

G              C    F
Não durmo de noite
C     G
Arrasto correntes
C    F
Sozinho na cama
C     G
Trincando os dentes

Am  F
Seja sob sol
Am    F
Ou debaixo de chuva
G          C
Minha alma geme por você

F      
Geme geme uh! uh!
C         
Por você        
G      
Geme geme ah!    
C          
Por você         


Am                    Em
Vocês podem estar pensando
Dm
Ela foi embora
Am
Mas está quase voltando

Não demora
Em
Ou ela foi pra muito longe
Dm
Felicidade
Am     G (C F C G)
Onde estás que não respondes

Am  F
Seja sob sol
Am    F
Ou debaixo de chuva
G          C
Minha alma geme por você

F      
Geme geme uh! uh!
C         
Por você        
G      
Geme geme ah!    
C          
Por você