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sexta-feira, março 02, 2018

Covarde - Fernando Barreto

Covarde (mambo-bolero, 1958) - Getúlio Macedo e Lourival Faissal - Interpretação de Fernando Barreto

Disco 78 rpm / Título da música: Covarde / Macedo, Getúlio (Compositor) / Faissal, Lourival (Compositor) / Barreto, Fernando (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1958 / Nº Álbum 801969 / Lado B / Gênero musical: Mambo-bolero.


Introdução: E B7 E B7 
 
    E 
 Covarde 
 Eu sei que sou covarde 
 Por não fazer alarde 
        C#7               F#m 
 Deste amor que sinto por ti 
 Covarde 
 É triste a realidade 
 O medo me invade 
          B7           E  B7 
 Quando chego perto de ti 
    E 
 Covarde 
 Talvez já seja tarde 
 Mas a arma de um covarde 
     C#7  F#m 
 É renunciar 
           A 
 Como o calor que se afasta 
      Am 
 Pro vento passar 
          G#m 
 Igual a sombra que morre 
      C#m 
 Se a luz não brilhar 
       F#m             B7 
 Um covarde assim como eu 
            Bm7  E7 
 Não deve amar 
           A 
 Como o calor que se afasta 
      Am 
 Pro vento passar 
          G#m 
 Igual a sombra que morre 
      C#m 
 Se a luz não brilhar 
       F#m             B7 
 Um covarde assim como eu 
            E 
 Não deve amar. 

quinta-feira, outubro 06, 2011

Fernando Barreto

Fernando Barreto
Fernando Barreto, cantor e compositor, nasceu no Recife, PE (circa 1920), iniciando a carreira artística no princípio da década de 1940 cantando na Rádio Clube de Pernambuco, que na época, era a emissora mais ouvida do Nordeste. Pouco depois, transferiu-se para o Rio de Janeiro.

Estreou em discos em 1945, gravando pela Continental o samba Fantasia carioca e a fantasia República dos Palmares, ambas sem indicação de autores.

Foi contratado por volta de 1950 pela pela Odeon e, nesse ano, lançou os sambas Homenagem de Osvaldo França e Companheira de Geraldo Mendonça. Em 1951 gravou os sambas Isto aqui, o que é? de Ary Barroso e Todo mundo me condena de Mário Lago.

Em 1952, transferiu-se para a gravadora Sinter e lançou Deixa prá trás, samba canção de Hianto de Almeida e Ronaldo Neto e Duas vidas bolero de Esdras Silva e José Ribamar com acompanhamento de conjunto de boite, segundo selo do disco.

Em 1953 gravou também pela Sinter com acompanhamento de conjunto e coro os sambas Sem você de Mário Rossi e Jarbas Penteado e Vou rasgar a fantasia de Fonseca Filho, Milton Lopes e Henrique Rosa. No ano seguinte, registrou com acompanhamento de orquestra o beguine Ruby de Parish e Roemheld, com versão de Lourival Faissal e o samba canção Abandonado de Ribamar e Esdras Silva.

Em 1958, passou a gravor pela RCA Victor e lançou com acompanhamento de conjunto e coro a balada Carreta de Alvarenga e Ranchinho e, com acompanhamento de conjunto, o bolero-mambo Covarde, de  Getúlio Macedo e Lourival Faissal, seu maior sucesso e que bateu recordes de vendagem. Por essa época, atuou na boate Arpège, no Rio de Janeiro. Em 1959 gravou com acompanhamento de orquestra, pela RCA Victor, os bolero-mambos Estranho de Lourival Faissal e Getúlio Macedo e Tormento de Zeca do Pandeiro e Humberto Silva; o samba Rio de Janeiro a janeiro de Luiz Antônio e José Batista e o bolero Meu castigo de V. de Abreu "Dunga" e Jair Amorim.

Em 1960 gravou com orquestra e coro o bolero Nossa timidez, de Luiz Bandeira e Alberto Lopes; o bolero Ninguém chora por mim de Jair Amorim e Evaldo Gouveia e Quando o amor surgir de Edson Menezes e Roberto Faissal. No mesmo ano gravou com orquestra o samba Guerra sem paz, de José Menezes e Jorge Murad. Em 1961 gravou com orquestra e coro os bolero-mambos Aliança; Tudo e Deixaste, de Getúlio Macedo e o bolero Volta pra mim, de Moacir Paulo.

Em 1962 gravou o cha-cha-cha Descrença, de Getúlio Macedo e o bolero Por toda a vida, de Rubens Machado. Em 1964, transferiu-se para a gravadora Copacabana e lançou o slow A canção me faz sonhar, de sua autoria e Sílvio Viana e o bolero Sinceramente, de Jorge Mota Vieira e Rosalino Senos. Nesse ano, teve as músicas Castigo meu amor, Juntinhos é melhor e Milhões de carinhos, parcerias com Fernando Costa e R. Pinto gravadas por Emilinha Borba no LP Benzinho lançado pela CBS. Teve a música O arlequim de Toledo, de H. Girald e J. Drejac, com versão sua gravada por Ângela Maria.

Em 2001, sua composição Esmeralda, com Filadelfio Nunes foi gravada por Marco Aurelio no CD Serestas para matar minha saudade. Em 2003, Esmeralda foi regravada pelo pianista e maestro Nelson Ayres.

Obras

Castigo meu amor (c/ Fernando Costa e Rossini Pinto), Esmeralda (c/ Filadelfio Nunes), Juntinhos é melhor (c/ Fernando Costa e Rossini Pinto), Milhões de carinhos (c/ Fernando Costa e Rossini Pinto), O arlequim de Toledo (c/ H. Girald e J. Drejac).

Discografia

(1945) Fantasia carioca / República dos Palmares • Continental • 78; (1950) Homenagem / Companheira • Odeon • 78; (1951) Isto aqui o que é / Todo mundo me condena • Odeon • 78; (1951) Não sei porque / Que mal eu fiz • Odeon • 78; (1952) Deixa prá trás / Duas vidas • Sinter • 78; (1953) Sem você / Vou rasgar a fantasia • Sinter • 78; (1954) Ruby / Abandonado • Sinter • 78; (1958) Carreta / Covarde • RCA Victor • 78; (1959) Estranho / Rio de Janeiro a janeiro • RCA Victor • 78; (1959) Tormento / Foi apenas brinquedo • RCA Victor • 78; (1959) Meu castigo / Um pouco de nós mesmos • RCA Victor • 78; (1960) Nossa timidez / Guerra sem paz • RCA Victor • 78; (1960) Noites de insônia / Barquinho pequenino • RCA Victor • 78; (1960) Ninguém chora por mim / Quando o amor surgir • RCA Victor • 78; (1961) Aliança / Volta para mim • RCA Victor • 78; (1961) Tudo / Deixaste • RCA Victor • 78; (1962) Cha-cha-cha e simpatia / Prefiro cha-cha-cha • RCA Victor • 78; (1962) Descrença / Por toda vida • RCA Victor • 78; (1964) A canção me faz sonhar / Sinceramente • Copacabana • 78.

Fonte: Dicionário Cravo Albin da MPB.

segunda-feira, outubro 23, 2006

Covarde

Covarde (mambo-bolero, 1958) - Getúlio Macedo e Lourival Faissal - Interpretação de Fernando Barreto

Disco 78 rpm / Título da música: Covarde / Macedo, Getúlio (Compositor) / Faissal, Lourival (Compositor) / Barreto, Fernando (Intérprete) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1958 / Nº Álbum 801969 / Lado B / Gênero musical: Mambo-bolero.


Introdução: E B7 E B7 
 
    E 
 Covarde 
 Eu sei que sou covarde 
 Por não fazer alarde 
        C#7               F#m 
 Deste amor que sinto por ti 
 Covarde 
 É triste a realidade 
 O medo me invade 
          B7           E  B7 
 Quando chego perto de ti 
    E 
 Covarde 
 Talvez já seja tarde 
 Mas a arma de um covarde 
     C#7  F#m 
 É renunciar 
           A 
 Como o calor que se afasta 
      Am 
 Pro vento passar 
          G#m 
 Igual a sombra que morre 
      C#m 
 Se a luz não brilhar 
       F#m             B7 
 Um covarde assim como eu 
            Bm7  E7 
 Não deve amar 
           A 
 Como o calor que se afasta 
      Am 
 Pro vento passar 
          G#m 
 Igual a sombra que morre 
      C#m 
 Se a luz não brilhar 
       F#m             B7 
 Um covarde assim como eu 
            E 
 Não deve amar.