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segunda-feira, março 12, 2018

Figa de Guiné - Alcione



Figa de Guiné (samba, 1972) - Reginaldo Bessa e Nei Lopes - Intérprete: Alcione

Compacto Simples 7" Alcione / Título da música: Figa de Guiné / Reginaldo Bessa (Compositor) / Nei Lopes (Compositor) / Alcione (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1972 / Nº Álbum: 6069058 / Lado A / Gênero musical: Samba.


Dm               Dm7                     Gm
Quem me vinga da mandinga é a figa de guiné
                 Bbdim                   Dm11  
mas o de fé do meu axé não vou dizer quem é
      Dm              Gm
Sou da fé, cabeça feita
 Bb9   A7
Axê, axé
     Bbdim        Dm
No peji do candomblé
A5+     Dm
Axê , axé
          Dm              Gm
quem não pode com a mandinga
D#7    A7
Axê, axé
       Gm         Dm
não batuca o opanijé
Dm                   Dm7                Gm
Quem me vinga da mandinga é a figa de guiné
                  Bbdim                 Dm11      
mas o de fé do meu axé não vou dizer quem é
      Dm             Gm
Onda forte não derruba
 Bb9  A7
axê, axé
      Bbdim          Dm
nem machuca quem tem fé
A5+     Dm
axê, axé
       Dm             Gm
Vou nas águas do meu santo
D#7    A7
axê, axé
      Gm          Dm
na enchente da maré
Dm                Dm7                   Gm
Quem me vinga da mandinga é a figa de guiné
                    Bbdim                Dm11          
mas o de fé do meu axé não vou dizer quem é
     Dm        Gm
Da Bahia me mandaram
Bb9    A7
axê, axé
      Bbdim      Dm
minha figa de guiné
D#7   A7
axê, axé
       Dm            Gm
com as bençãos  de Caymmi
D#7    A7
axê, axé
Gm               Dm
Jorge Amado e Caribé

Gostoso veneno - Alcione

Gostoso Veneno (samba, 1979) - Wilson Moreira e Nei Lopes - Interpretação: Alcione

LP Gostoso Veneno / Título da música: Gostoso Veneno / Wilson Moreira (Compositor) / Nei Lopes (Compositor) / Alcione (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1979 / Nº Álbum: 6349 420 / Lado B / Faixa 1 / Gênero musical: Samba.


Tom: Bm

Intr.: Em A7 D G C F#  B7 Em A 7 D G C F# Bm

G F# Bm           A
Este amor me envenena
 G              Em            Bm
Mas todo amor sempre vale a pena
                           C#7
Desfalecer de prazer, morrer de dor
      F#                     Bm
Tanto faz, eu quero é mais amor
 A                         D 
A água da fonte bebida na palma da mão
C#m        F#               Bm       B7
Rosa se abrindo, se despetalando no chão
Em        A7    D      G
Quem não viu e nem provou
 C    F#     B7
Não viveu, nunca amou
Em           F#                  Bm
Se a vida é curta e o mundo é pequeno
       G                  C
Vou vivendo morrendo de amor
   F#     Bm
Gostoso veneno 

quinta-feira, outubro 03, 2013

Só chora quem ama


Só Chora Quem Ama (samba, 1980) - Wilson Moreira e Nei Lopes - Intérprete: Roberto Ribeiro

LP Fala Meu Povo! / Título da música: Só Chora Quem Ama / Wilson Moreira (Compositor) / Nei Lopes (Compositor) / Roberto Ribeiro (Intérprete) / Gravadora: EMI-Odeon / Ano: 1980 / Nº Álbum: 062 421208 / Lado B / Faixa 3 / Gênero musical: Samba.


Tom: F  

Introdução: Bb  Bbm6  F  D7  G7  C7  F 
            Gm7       C7            F

Quero ter alguém que conta de mim                  
            Gm7   Bb7    A7
Não suporto mais ficar sozinho                          
Am5-/7      D7         G7/9
....Preciso de uma companheira                          
               Gm7   C7   F
Que me dê conforto e carinho...
(eu preciso de alguém!)    (Refrão)

Am5-/7      D7         G7/9
....Preciso de uma companheira                          
               Gm7   C7   F
Que me dê conforto e carinho                            
D7             Gm7  
Ana Rosária da Silva 
                C7            F
 que é filha adotiva de Dona Nenê
                           Cm7   
Me chamou pra um tremendo pagode, 
              F7/9           Bb
 que o Juca Bigode armou em Xerém
               Bbm6                       
Eu disse: Ana Rosária, sem fogo na palha, 
                        Am7
          tu manda e não pede
       D7                Gm7  
Mas só vou se tu levar a filha 
           C7                 F
 da Dona Cecília com Seu Nicomedes

(Refrão)

D7              Gm7                 C7                   F
Me disse vovó Cambida que a minha mandinga só vai ter remédio
                Cm7   
Eu casando ou juntando 
                       F7                  Bb
 com a filha da Dona Cecília com seu Nicomedes
                  Bbm6                                   Am7
Seu Nicomedes no entanto, me disse que o santo pra ele mandou
    D7                    Gm7     
Só deixar que eu casasse provando 
                  C7               F
 que em vez de malandro, sou trabalhador

(Refrão)

D7             Gm7                  C7                   F
Essa mulata charmosa é a flor mais cheirosa da ala das damas
                       Cm7  
Do famoso terreiro de bamba, 
               F7                  Bb
 da Escola de Samba Só Chora Quem Ama
                  Bbm6                                    Am7
Eu que jamais vi pastora tão instigadora, tão linda e tão bela
          D7            Gm7   
Na maior privação dos sentidos 
             C7                 F
 fiz esse partido chorando por ela

quarta-feira, outubro 02, 2013

Senhora Liberdade

Senhora Liberdade (samba, 1979) - Wilson Moreira e Nei Lopes - Intérprete: Zezé Motta

LP Negritude / Título da música: Senhora Liberdade / Wilson Moreira (Compositor) / Nei Lopes (Compositor) / Zezé Motta (Intérprete) / Gravadora: WEA / Ano: 1979 / Nº Álbum: BR 30.102 / Lado B / Faixa 1 / Gênero musical: Samba.


Tom: D  

Intro: Em A7 F#m7 B7 Em A7 D A5+/7 D

D   F#7
   Abre as asas sobre mim
F#m5-/7 B7 Em
   Oh! senhora liberdade
 A/G         A7
Eu fui condenado
D           Bm
Sem merecimento
   E7
Por um sentimento
  Gm7       A7 
Por uma paixão
             D     F#7
Violenta emoção, pois
   Bm
Amar foi meu delito
  E7   Em   A7 
Mas foi um sonho tão bonito
  G            G#°  
Hoje estou no fim
    D          B7 
Senhora liberdade
 Em          A7    (D7) (D)
Abre as asas sobre mim
A5+/7 D  F#7    Bm
   Não vou passar por inocente
  E7       A7
Mas já sofri terrivelmente
  G     A/G
Por caridade
F       B7
Ó liberdade
 Em     A7         (D7) (D)
Abre as asas sobre mim        (BIS)

ESTRIBILHO

sexta-feira, janeiro 18, 2013

Cláudio Camunguelo


Cláudio Camunguelo (Cláudio Lopes dos Santos), compositor, flautista e cantor, nasceu no subúrbio de Vaz Lobo, Rio de Janeiro, RJ, em 5/6/1947, e faleceu na mesma cidade em 24/12/2007. Era neto de baianos que freqüentaram a Praça Onze, centro do Rio, e seu pai, que trabalhava na Guarda Municipal, após ver o interesse do filho por música o presenteou com uma flauta de bambu. Após dar baixa da Aeronáutica, trabalhou como estivador do cais do porto, instalador de letreiros luminosos, ajudante de pedreiro, motorista de táxi e ônibus, entre outras profissões.

Em 1986, participou, ao lado de Carlos Sapato, Baita e Adalto Magalha, do LP Explosão do pagode, da gravadora Fama. Neste disco, cantou duas composições de sua autoria; Joanita e Lá na favela, em parceria com Valdir Caramba.

Em outubro de 2001, classificou em 2º lugar sua composição Zé Galinha, parceria com Sílvio da Silva, no "Festival Chorando no Rio", do Estado do Rio de Janeiro, organizado pelo MIS (Museu da Imagem e do Som) e transmitido para todo o Brasil pela TVE.

Em 2003, ao lado de Casquinha, Jorge Presença, Xangô da Mangueira, Leci Brandão, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz, Ivan Milanez e Marquinho China, foi um dos convidados de Nei Lopes em projeto sobre o partido-alto apresentado no Centro Cultural Banco do Brasil. Neste mesmo ano, interpretou O bicho de autoria de Zé Antônio e João Sérgio (da Escola de Samba Viradouro) no festival "Fábrica do Samba", classificando a composição em 2º lugar na finalíssima no Maracanazinho, no Rio de Janeiro.

Foi um dos responsáveis pelo lançamento do cantor e compositor Zeca Pagodinho. Freqüentador e fomentador de várias rodas de samba no subúrbio carioca (Cacique de Ramos, Candongueiro, entre outras). Morador do bairro de Vista Alegre, sua casa foi um dos pontos de encontro de sambistas importantes no cenário musical do Rio de Janeiro. Em seu livro "171 Lapa-Irajá", o poeta, letrista e contista Nei Lopes dedicou-lhe um conto: Armações de Camunguelo, referindo-se ao amor do flautista pela construção de um barco de pesca de nome "Camunguelo I".

Faleceu em decorrência de complicações causadas por diabetes, sendo sepultado no Cemitério de Irajá, subúrbio do Rio de Janeiro.

Obras

Joanita, Lá na favela (c/ Valdir Caramba), Zé Galinha (c/ Silvio da Silva)

Discografia

(1986) Explosão do pagode • Fama • LP
(2002) Festival de choro do MIS - chorando no Rio • CPC-UMES-Rob Digital • CD

Fonte: Dicionário Cravo Albin da MPB.

domingo, setembro 09, 2012

Xangô da Mangueira


Xangô da Mangueira (Olivério Ferreira), cantor, sambista e compositor, nasceu no Rio de Janeiro-RJ em 19/01/1923, e faleceu na mesma cidade em 07/01/2009. Originário do subúrbio carioca do Estácio, aos 12 anos começou a sair na Escola de Samba Unidos de Rocha Miranda e a compor seus primeiros sambas.

Em 1935 entrou para o G.R.E.S. da Portela, tornando-se conhecido como improvisador, numa época em que os sambas eram compostos por um estribilho fixo seguido de quadras improvisadas. Acompanhou Paulo da Portela, quando este foi para a Lira do Amor.

Em 1939 entrou para o G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira, depois de passar num teste como improvisador. Inicialmente, foi terceiro diretor de harmonia e três anos depois ingressou na ala dos compositores. Era quem puxava o samba-enredo na Avenida, passando o posto para Jamelão em 1951, quando ocupou o lugar de Cartola na direção de harmonia da escola.

Guarda de segurança aposentado, gravou para a Copacabana o LP Rei do partido-alto (seu apelido artístico) em 1972, com sambas cantados posteriormente por Martinho da Vila e Clara Nunes.

Em 1975, época em que cantava regularmente nos shows do Teatro Opinião, lançou o LP O velho batuqueiro, pela Tapecar, incluindo entre outras Carolina, meu bem (de sua autoria), Piso na barra da saia (com Rubem Gerardi), O namoro de Maria (com Aniceto) e No tempo dos mil-réis (com Sidney da Conceição).

Em dezembro de 1995, participou do show de comemoração do Dia Nacional do Samba, na Pracinha do Leme, no Rio de Janeiro, ao lado de Monarco, Walter Alfaiate e outros.

Em 1999, a gravadora Nikita Music lançou o CD Velha-Guarda da Mangueira e convidados, no qual participou como seu integrante.

No ano 2000, o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro lançou o CD duplo Mangueira - Sambas de terreiro e outros sambas, para o qual colaborou com preciosas informações sobre os compositores. Neste disco, participou cantando as faixas Cuidado que o vento te leva (Chico Modesto), Divergência (c/ Zagaia e Quincas do Cavaco), Diretor de harmonia (Zagaia), Vela acesa (Fandinho) e Sai da minha frente (Zagaia).

Em janeiro de 2001, apresentou-se, juntamente com Tantinho, em show na Gafieira Elite, no Rio de Janeiro. Em 2003, ao lado de Casquinha, Jorge Presença, Cláudio Camunguelo, Leci Brandão, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz, Ivan Milanez e Marquinho China, foi um dos convidados de Nei Lopes em projeto sobre o partido-alto apresentado no Centro Cultural Banco do Brasil.

Em 2004 interpretou Mineiro, mineiro (Rubens da Mangueira e Ivan Carlos) no CD Sabe lá o que é isso?, do grupo carioca Cordão do Boitatá. Apresentou-se no Bar, Restaurante e Casa de Shows Feitiço Mineiro, no projeto "Gente do Samba", acompanhado do grupo Samba Choro integrado por Evandro Barcellos (violão de sete cordas), Valerinho (cavaquinho), Chico Lopes (sax e flauta), Kunka (surdo) e Makley (pandeiro e vocais).

Em 2005, com Marquinhos China, Silvino da Silva, Marli Teixeira e Tantinho da Mangueira, apresentou o show "Partideiros e calangueiros", dentro do projeto Na Ponta do Verso, do Centro Cultural Banco do Brasil. Neste mesmo ano lançou o livro Xangô da Mangueira - recordações de um velho batuqueiro, com apresentação de Nei Lopes e no qual constou encartado um CD com 11 faixas.

Ainda nesse ano Luciane Menezes e a Associação Brasileira Mestiço produziram o disco Samba em pessoa, no qual constou uma seleção de composições de Xangô da Mangueira apresentadas através dos anos na Festa da Penha, no Teatro Opinião, nas festas de candomblé e nas quadras de escolas de samba, muitas delas inéditas.

Faleceu nos primeiros dias do mês de janeiro de 2009. Em sua homenagem a Prefeitura da cidade deu nome a uma rua em frente à quadra da escola, Mangueira, a qual foi integrante da bateria por mais de 50 anos.

Em 2010 foi tema do projeto "República do Samba", que celebrava 10 anos de existência, em um tributo realizado no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa (RJ).

Obras

Amaralina (c/ Waldomiro do Candomblé), Arigó (c/ Batelão), Carolina, meu bem, Catimbó (c/ Waldomiro do Candomblé), Cheguei no samba (c/ Rubem Gerardi), Clareia ahi (c/ Jamelão), Coração em festa (c/ Padeirinho), Dança do caxambu (c/ Jorge Zagaia), Divergência (c/ Zagaia e Quincas do Cavaco), E cantador (c/ Baianinho), Formiguinha pequenina, Harmonia bonita, Isso não são horas (c/ Catoni e Chiquinho), Lá vem ela, Louvação aos grandes e aos pequenos (c/ Waldomiro do Candomblé), Mangueira, Moro na roça (c/ Zagaia), Não adianta falar mal de mim (c/ Waldomiro do Candomblé), Não xinxa o boi (c/ Nilo da Bahia), No tempo dos mil-réis (c/ Sidney da Conceição), O namoro de Maria (c/ Aniceto do Império), O pagode levanta poeira (c/ Jorge Zagaia), O samba nasceu no morro (c/ Tio Doca), Olha o partido (c/ Rubem Gerardi), Partido da remandiola (c/ Waldomiro do Candomblé), Pau da Ibrauna (c/ Walter da Imperatriz), Piso na barra da saia (c/ Rubem Gerardi), Quando eu vim de Minas, Quem fala alto é gogó (c/ Nilton Campolino), Quilombo (c/ Nilton Campolino), Recordações de um batuqueiro (c/ João Gomes), Se o pagode é partido (c/ Geraldo Babão), Se tudo correr bem (c/ Waldomiro do Candomblé), Velho batuqueiro, Vem rompendo o dia (c/ Tantinho da Mangueira), Vim da Bahia (c/ Sidney da Conceição), Você me balançou (c/ Wilson Medeiros e Waldomiro do Candomblé), Você não é não (c/ Alcides Malandro Histórico).

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira: erudita, folclórica e popular. São Paulo, Art Ed., 1977. 3p.; Dicionário Cravo Albin da MPB. 

terça-feira, janeiro 25, 2011

Nei Lopes


Nei Lopes (Nei Brás Lopes), cantor, compositor e escritor, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 9/5/1942. Em 1972 teve sua primeira composição gravada, Figa de Guiné (com Reginaldo Bessa), por Alcione no selo Philips.

sábado, maio 05, 2007

Figa de Guiné



Figa de Guiné (samba, 1972) - Reginaldo Bessa e Nei Lopes - Intérprete: Alcione

Compacto Simples 7" Alcione / Título da música: Figa de Guiné / Reginaldo Bessa (Compositor) / Nei Lopes (Compositor) / Alcione (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1972 / Nº Álbum: 6069058 / Lado A / Gênero musical: Samba.


Dm               Dm7                     Gm
Quem me vinga da mandinga é a figa de guiné
                 Bbdim                   Dm11  
mas o de fé do meu axé não vou dizer quem é
      Dm              Gm
Sou da fé, cabeça feita
 Bb9   A7
Axê, axé
     Bbdim        Dm
No peji do candomblé
A5+     Dm
Axê , axé
          Dm              Gm
quem não pode com a mandinga
D#7    A7
Axê, axé
       Gm         Dm
não batuca o opanijé
Dm                   Dm7                Gm
Quem me vinga da mandinga é a figa de guiné
                  Bbdim                 Dm11      
mas o de fé do meu axé não vou dizer quem é
      Dm             Gm
Onda forte não derruba
 Bb9  A7
axê, axé
      Bbdim          Dm
nem machuca quem tem fé
A5+     Dm
axê, axé
       Dm             Gm
Vou nas águas do meu santo
D#7    A7
axê, axé
      Gm          Dm
na enchente da maré
Dm                Dm7                   Gm
Quem me vinga da mandinga é a figa de guiné
                    Bbdim                Dm11          
mas o de fé do meu axé não vou dizer quem é
     Dm        Gm
Da Bahia me mandaram
Bb9    A7
axê, axé
      Bbdim      Dm
minha figa de guiné
D#7   A7
axê, axé
       Dm            Gm
com as bençãos  de Caymmi
D#7    A7
axê, axé
Gm               Dm
Jorge Amado e Caribé

Gostoso veneno

Gostoso Veneno (samba, 1979) - Wilson Moreira e Nei Lopes - Interpretação: Alcione

LP Gostoso Veneno / Título da música: Gostoso Veneno / Wilson Moreira (Compositor) / Nei Lopes (Compositor) / Alcione (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1979 / Nº Álbum: 6349 420 / Lado B / Faixa 1 / Gênero musical: Samba.


Tom: Bm

Intr.: Em A7 D G C F#  B7 Em A 7 D G C F# Bm

G F# Bm           A
Este amor me envenena
 G              Em            Bm
Mas todo amor sempre vale a pena
                           C#7
Desfalecer de prazer, morrer de dor
      F#                     Bm
Tanto faz, eu quero é mais amor
 A                         D 
A água da fonte bebida na palma da mão
C#m        F#               Bm       B7
Rosa se abrindo, se despetalando no chão
Em        A7    D      G
Quem não viu e nem provou
 C    F#     B7
Não viveu, nunca amou
Em           F#                  Bm
Se a vida é curta e o mundo é pequeno
       G                  C
Vou vivendo morrendo de amor
   F#     Bm
Gostoso veneno