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quarta-feira, junho 05, 2013
Cristina Maristany
Cristina Maristany (Cristina Navarro de Andrade Costa), cantora lírica, nasceu na cidade do Porto, Portugal, em 11/08/1906, e faleceu em Rio Claro, SP, em 27/09/1966. Veio para o Brasil com poucos meses de vida indo morar no Rio de Janeiro. Foi um dos principais nomes do canto lírico ligeiro no Brasil tendo gravado várias obras de música popular. Estudou piano e canto, recebendo aulas da grande professora de canto Cândida Kendall e com Madame Poukine, na Europa. Foi casada com o jornalista paulista Breno Maristany.
Gravou seu primeiro disco em 1930, pela gravadora Odeon, cantando a canção Saudade sombria, de Bento Mossurunga e Silveira Neto e a valsa Solidão, de Eduardo Souto e Osvaldo Santiago com acompanhamento da Orquestra Guanabara. Nessa época, apresentava-se com o nome artístico de Cristina Costa.
Em seguida, com acompanhamento da mesma orquestra gravou os sambas-canção Violinha e O sorrir brasileiro, de Henrique Vogeler e a valsa Glorificação, de Peri Pirajá e Osvaldo Santiago. Nesse mesmo ano, transferiu-se para a gravadora Brunswick e lançou com acompanhamento da Orquestra Brunswick sob a direção de Henrique Vogeler a canção Passarinho cantador, de Henrique Vogeler e Iveta Ribeiro e o samba Pálida canção, de Henrique Vogeler e Josué de Barros. No ano seguinte, gravou com acompanhamento da mesma orquestra as canções A roceirinha, de Henrique Vogeler e É primavera, de M. C. Paim e Aratimbó.
Lançou pela Columbia em 1935 as serenatas Estrellita, de Ponce e El clavelito em tus lindos cabellos, de Francisco Mignone com o acompanhamento da Orquestra de Concertos Columbia. Em 1937, viajou para a Argentina e apresentou-se com sucesso durante dois meses na Rádio Splendid. Pouco depois, viajou por conta própria para a Europa onde permanceu por dois anos retornando ao Brasil devido ao começo da Segunda Guerra Mundial. Na Europa, apresentou-se nas cidades de Berlim, Londres, Paris, Haia e Hamburgo, entre outras.
Em 1940, gravou na Victor as canções Canção negra, de Clutsan e Francisco Galvão e Gaita, de Radamés Gnattali e Augusto Meyer. Nesse ano, foi contratada pela Rádio Tupi do Rio de Janeiro onde permaneceu por 16 anos. Em 1943, gravou uma série de três discos para a o acervo histórico-fonográfico da Discoteca Pública Municipal de São Paulo com as Treze Canções de Amor, de Camargo Guarnieri, que fez os acompanhamentos ao piano.
Em 1949, gravou na Continental as canção Canto de negros; Assombração; Toada número 3 e Refrão do mutm, de autores desconhecidos. Nessa época, participou com razoável frequencia dos programas radiofônicos especialmente as do radialista Renato Murce, que por ela nutria grande admiração.
Em 1950, voltou a cantar na Europa se apresentando em Paris e Roma. Em 1952, voltou a gravar na Odeon e registrou as canções Prenda minha e Casinha pequenina, de motivo popular com acompanhamento do quarteto de cordas de Célio Nogueira.
Em 1953, foi uma das fundadoras da Academia de Música Lorenzo Fernandes.
Em 1955, na Odeon, regravou a canção Estrelita, de M. Ponce e gravou a canção Oh! Doce mistério da vida, de Herbert, Rida Johnson e versão de Alberto Ribeiro. Nesse ano, gravou as modinhas Tormentos que eu padeço e Foi numa noite calmosa, com harmonias de Batista de Siqueira.
Em 1965, recebeu da Academia Brasileira de Música a medalha Carlos Gomes.
Foi considerada por muitos como a maior intérprete de Heitor Villa-Lobos e também a mais importante cantora brasileira de música de câmara.
Discografia
(1940) Canção negra / Gaita • Victor • 78
(1949) Canto de negros / Assombração / Toada número 3 /
Refrão do mutm • Continental • 78
(1952) Prenda minha / Casinha pequenina • Odeon • 78
(1955) Estrelita / Oh! Doce mistério da vida • Odeon • 78
(1955) Tormentos que eu padeço / Foi numa noite calmosa • Odeon • 78
(2002) Cristina Maristany - Quem sabe? • Revivendo • CD
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Fonte: Dicionário Cravo Albin da MPB.
sexta-feira, novembro 09, 2012
Clóvis Pereira
Clóvis Pereira (Clóvis Pereira dos Santos), compositor, arranjador, pianista e regente, nasceu em Caruaru, PE, em 14 de maio de 1932. É autor de frevos, caboclinhos e maracatus, além de obras para coro e orquestra e de peças para a orquestra sinfônica. Filho do clarinetista Luiz Gonzaga Pereira dos Santos, da Banda Musical Nova Enterpe, mudou-se para o Recife em 1950, iniciando o estudo de piano no Conservatório Pernambucano de Música. Estudou também na Escola de Belas Artes da UFPE, complementando a formação com o maestro Guerra Peixe, com quem estudou harmonia, composição e orquestração.
Em 1964, ingressou na Orquestra Sinfônica do Recife. No mesmo ano, foi convidado para atuar como professor de Teoria Musical e Harmonia nas Universidades Federais do Rio Grande do Norte e da Paraíba.
Viajou aos Estados Unidos, em 1974, como regente do Coral Universitário da Paraíba, Formou-se pela Berklee College of Music (Boston) em Harmonia Moderna e Orquestração.
Representou o Brasil com o Coral Universitário da Paraíba, no Fourth International Choir Festival, em 1974, nos Estados Unidos, apresentando-se no Lincoln Center, em Nova York, e no Kennedy Center, em Washington.
Em 1970, participou ativamente da criação do Movimento Armorial. A convite de Ariano Suassuna, compôs as primeiras obras representativas do movimento.
Em 1980, transferiu-se da Universidade Federal da Paraíba, para a de Pernambuco, a fim de lecionar nos cursos superiores de graduação em música.
Assumiu, em 1983, o cargo de Diretor-Superintendente do Conservatório Pernambucano de Música, onde permaneceu por quatro anos. Participou do Music School Administrators, a convite do governo dos Estados Unidos.
Em 2000, sob sua regência, a Orquestra Sinfônica do Recife executou seu poema sinfônico Terra Brasilis, composto em homenagem aos 500 anos do descobrimento do Brasil.
Algumas obras
Terno de pífanos (1954); Cantiga de roda (1956); Lamento e dança brasileira (1957); Luisinho no frevo (1968); Capiba no frevo (1969); Clovinho no frevo (1970); Aninha no frevo (1971); Três peças nordestinas (1971); Aveloz (1980); Grande missa nordestina; Cantata de Natal; Sete peças breves para piano (1990); Quarteto nº 1 para cordas (1991); Peça para orquestra sinfônica (1991); Rapsódia de ritmos pernambucanos; Velame para quinteto de cordas (1993); Concertino para violoncelo e orquestra de cordas em sol maior (dedicado a Antonio Meneses).
Discografia
1958 - Ritmos Alucinantes - Repertório - LP
1961 - Gostoso de dançar - Clóvis Pereira e Seu Conjunto - Caravelle - LP
1979 - Grande Missa Nordestina - Orquestra de Clóvis Pereira e Coral da UFPB - Marcus Pereira -LP
Participação em entidades culturais
- Membro da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea;
- Membro da Academia Pernambucana de Música (cadeira 8).
Prêmios e homenagens
- Medalha do Mérito Educacional - Governo do Estado de Pernambuco;
- Troféu Cultura Cidade do Recife;
- Medalha de Honra ao Mérito Dezoito de Maio - Câmara Municipal de Caruaru;
- Diploma Memória Viva do Recife;
- Verbete na enciclopédia Who's who in Music (oitava edição).
Fontes: Wikipédia; Revivendo Biografias.
Em 1964, ingressou na Orquestra Sinfônica do Recife. No mesmo ano, foi convidado para atuar como professor de Teoria Musical e Harmonia nas Universidades Federais do Rio Grande do Norte e da Paraíba.
Viajou aos Estados Unidos, em 1974, como regente do Coral Universitário da Paraíba, Formou-se pela Berklee College of Music (Boston) em Harmonia Moderna e Orquestração.
Representou o Brasil com o Coral Universitário da Paraíba, no Fourth International Choir Festival, em 1974, nos Estados Unidos, apresentando-se no Lincoln Center, em Nova York, e no Kennedy Center, em Washington.
Em 1970, participou ativamente da criação do Movimento Armorial. A convite de Ariano Suassuna, compôs as primeiras obras representativas do movimento.
Em 1980, transferiu-se da Universidade Federal da Paraíba, para a de Pernambuco, a fim de lecionar nos cursos superiores de graduação em música.
Assumiu, em 1983, o cargo de Diretor-Superintendente do Conservatório Pernambucano de Música, onde permaneceu por quatro anos. Participou do Music School Administrators, a convite do governo dos Estados Unidos.
Em 2000, sob sua regência, a Orquestra Sinfônica do Recife executou seu poema sinfônico Terra Brasilis, composto em homenagem aos 500 anos do descobrimento do Brasil.
Algumas obras
Terno de pífanos (1954); Cantiga de roda (1956); Lamento e dança brasileira (1957); Luisinho no frevo (1968); Capiba no frevo (1969); Clovinho no frevo (1970); Aninha no frevo (1971); Três peças nordestinas (1971); Aveloz (1980); Grande missa nordestina; Cantata de Natal; Sete peças breves para piano (1990); Quarteto nº 1 para cordas (1991); Peça para orquestra sinfônica (1991); Rapsódia de ritmos pernambucanos; Velame para quinteto de cordas (1993); Concertino para violoncelo e orquestra de cordas em sol maior (dedicado a Antonio Meneses).
Discografia
1958 - Ritmos Alucinantes - Repertório - LP
1961 - Gostoso de dançar - Clóvis Pereira e Seu Conjunto - Caravelle - LP
1979 - Grande Missa Nordestina - Orquestra de Clóvis Pereira e Coral da UFPB - Marcus Pereira -LP
Participação em entidades culturais
- Membro da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea;
- Membro da Academia Pernambucana de Música (cadeira 8).
Prêmios e homenagens
- Medalha do Mérito Educacional - Governo do Estado de Pernambuco;
- Troféu Cultura Cidade do Recife;
- Medalha de Honra ao Mérito Dezoito de Maio - Câmara Municipal de Caruaru;
- Diploma Memória Viva do Recife;
- Verbete na enciclopédia Who's who in Music (oitava edição).
Fontes: Wikipédia; Revivendo Biografias.
sábado, outubro 06, 2012
Eudóxia de Barros
Eudóxia de Barros, pianista e professora, nasceu em São Paulo, SP, em 18/09/1937. Inicialmente estudou piano com Matilde Frediani, em seguida com Nellie Braga e Karl Heim, diplomando-se em 1951 pelo Instituto Musical de São Paulo.
Em 1953 executou em primeira audição no Brasil o Concerto nº 1 de Heitor Villa-Lobos, sob a regência de Eleazar de Carvalho, como uma das vencedoras do concurso para solista da Orquestra Sinfônica Brasileira.
Entre 1954 e 1957 estudou particularmente com Magda Tagliaferro. De 1957 a 1958 fez cursos na França, com Pierre Kostanoff, Lazare Lévy (1882-1964), Pierre Sancan (do Conservatório de Paris), Cristianne Senart e Magda Tagliaferro.
Em 1959, de volta ao Brasil, fez cursos em São Paulo com Guilherme Fontainha, Camargo Guarnieri e Osvaldo Lacerda (harmonia, contraponto e composição).
Em 1964 lecionou piano no Conservatório Santa Cecília, de Santos SP, e no Conservatório Jesus Maria José, de Franca SP. Viajou pelos EUA em 1965 e foi aluna de Olegna Fuschi e Howard Aibel até 1967. Nesse período foi catedrática de piano na Escola de Artes da Carolina do Norte, em Winston-Salem.
Em 1966 classificou-se em primeiro lugar, por unanimidade, em concurso para solista da orquestra sinfônica da Carolina do Norte. Sob a regência de Benjamin Swalin excursionou por várias cidades norte-americanas. Em 1966 ainda atuou em Washington D.C., na União Pan-Americana, e em 1967 na National Gallery of Art. Nesse mesmo ano, em Nova York, apresentou-se no Town Hall, sendo convidada para tocar no Carnegie Hall, em 1969.
Esteve na República Federal da Alemanha, estudando com Walter Blankenheim, entre 1969 e 1970. De 1971 a 1975 lecionou piano no Conservatório Dr. Carlos de Campos, de Tatuí SP, e no Conservatório Maestro Julião, de Presidente Prudente SP.
Em 1979, publicou Técnica pianística: apontamentos sugeridos pela prática no magistério e concertos, pela Ricordi do Brasil. Foi eleita para a ABM, em 1989.
Em 1995, recebeu o Prêmio Nacional de Música da Funarte, na categoria intérprete.
Pianista premiada várias vezes no Brasil e no exterior, gravou 31 LPs ao longo de sua carreira e realizou recitais por todo o Brasil, diversos países da América Latina e República Federal da Alemanha.
É premiada várias vezes pela Associação Paulista de Críticos Teatrais e pela Associação Brasileira de Críticos Teatrais, do Rio de Janeiro RJ. Ocupa a cadeira número 14 da Academia Brasileira de Música.
CD
Este Brasil que tanto amo - Comep-Edições Paulinas - 1995
Fontes: Revivendo Músicas - Biografias; Wikipédia; Dicionário Cravo Albin da MPB.
Em 1953 executou em primeira audição no Brasil o Concerto nº 1 de Heitor Villa-Lobos, sob a regência de Eleazar de Carvalho, como uma das vencedoras do concurso para solista da Orquestra Sinfônica Brasileira.
Entre 1954 e 1957 estudou particularmente com Magda Tagliaferro. De 1957 a 1958 fez cursos na França, com Pierre Kostanoff, Lazare Lévy (1882-1964), Pierre Sancan (do Conservatório de Paris), Cristianne Senart e Magda Tagliaferro.
Em 1959, de volta ao Brasil, fez cursos em São Paulo com Guilherme Fontainha, Camargo Guarnieri e Osvaldo Lacerda (harmonia, contraponto e composição).
Em 1964 lecionou piano no Conservatório Santa Cecília, de Santos SP, e no Conservatório Jesus Maria José, de Franca SP. Viajou pelos EUA em 1965 e foi aluna de Olegna Fuschi e Howard Aibel até 1967. Nesse período foi catedrática de piano na Escola de Artes da Carolina do Norte, em Winston-Salem.
Em 1966 classificou-se em primeiro lugar, por unanimidade, em concurso para solista da orquestra sinfônica da Carolina do Norte. Sob a regência de Benjamin Swalin excursionou por várias cidades norte-americanas. Em 1966 ainda atuou em Washington D.C., na União Pan-Americana, e em 1967 na National Gallery of Art. Nesse mesmo ano, em Nova York, apresentou-se no Town Hall, sendo convidada para tocar no Carnegie Hall, em 1969.
Esteve na República Federal da Alemanha, estudando com Walter Blankenheim, entre 1969 e 1970. De 1971 a 1975 lecionou piano no Conservatório Dr. Carlos de Campos, de Tatuí SP, e no Conservatório Maestro Julião, de Presidente Prudente SP.
Em 1979, publicou Técnica pianística: apontamentos sugeridos pela prática no magistério e concertos, pela Ricordi do Brasil. Foi eleita para a ABM, em 1989.
Em 1995, recebeu o Prêmio Nacional de Música da Funarte, na categoria intérprete.
Pianista premiada várias vezes no Brasil e no exterior, gravou 31 LPs ao longo de sua carreira e realizou recitais por todo o Brasil, diversos países da América Latina e República Federal da Alemanha.
É premiada várias vezes pela Associação Paulista de Críticos Teatrais e pela Associação Brasileira de Críticos Teatrais, do Rio de Janeiro RJ. Ocupa a cadeira número 14 da Academia Brasileira de Música.
CD
Este Brasil que tanto amo - Comep-Edições Paulinas - 1995
Fontes: Revivendo Músicas - Biografias; Wikipédia; Dicionário Cravo Albin da MPB.
segunda-feira, agosto 20, 2012
Alberto Costa
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| Alberto Costa na foto: o primeiro à esquerda com seu violão |
Tornou-se conhecido nas décadas de 1920 e 1930, por seu parentesco com a cantora Bidu Sayão, que então se iniciava, e que interpretou muitas de suas canções.
Sua ópera em um ato "Sóror Madalena", com libreto do próprio autor e orquestração do maestro Luigi Ricci, foi apresentada duas vezes em 1926, no Teatro Municipal, do Rio de Janeiro, estreando a 3 de agosto, numa promoção do empresário Walter Mocchi, marido de Bidu Saião.
Fontes: Enciclopédia da música brasileira: erudita, folclórica e popular. São Paulo, Art Editora, 2000; Revivendo Músicas (www.revivendomusicas.com.br).
terça-feira, julho 31, 2012
Cacilda Borges Barbosa
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| Cacilda em 1932 |
Tendo integrado a equipe de músicos que participaram dos projetos educacionais de Heitor Villa-Lobos desde 1930, Cacilda chegou a dirigir o Serviço de Música do Rio de Janeiro, que Villa havia fundado, e foi a primeira diretora do atual Instituto Villa-Lobos do Estado do Rio de Janeiro.
Na década de 1950 foi professora de música de câmara da Escola Nacional de Música e, até os anos 1990 lecionou composição no Conservatório Brasileiro de Música, ritmoplastia na Escola de Dança do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e deu aulas em muitas outras escolas de música de todo Brasil.
Pioneira na utilização de música eletrônica no Brasil, sua obra inclui séries de Estudos Brasileiros para canto, para piano e acordeão, balés, peças orquestrais e música de câmara, assim como dezenas de fugas instrumentais. A coleção de dioramas, peças de cunho didático para piano, tem ampla divulgação.
Provavelmente sua peça mais conhecida é o coral Procissão da Chuva, com letra de Wilson Rodrigues, que integra o repertório de grande número de conjuntos vocais brasileiros. Seu estilo tem as peculiaridades da tradição carioca, com muita utilização do contraponto, e presença da melódica do chorinho.
Obras
Chibraseando, Cota zero, Lamentações onomatopaicas, Missa em fugas, Segunda missa brasileira, Uirapiranga, entre outras.
Fonte: Wikipédia.
quarta-feira, março 02, 2011
Madrigal Renascentista
Madrigal Renascentista - Conjunto coral organizado em 1956 por Isaac Karabtchewsky, em Belo Horizonte MG, com o objetivo de divulgar a música da Renascença. Constituído por 24 cantores, apresentou-se pela primeira vez a 2 de fevereiro de 1956, na capital mineira e, depois de percorrer o interior do Estado, abriu, em 1957, a temporada do Teatro Municipal, do Rio de Janeiro RJ.
Em 1958 o conjunto apresentou-se nas principais cidades européias e, em 1959, em todo o Sul do Brasil e várias cidades do Chile. No mesmo ano participou do I Festival de Brasília DF. Por ocasião da inauguração de Brasília (1960), a convite do governo brasileiro, executou a Missa da coroação, de Wolfgang Amadeus Mozart (1756—1791), tendo recebido a Medalha da Instalação de Brasília.
Ainda em 1960, convidado pela Asociación de Conciertos de Cámera, de Buenos Aires, Argentina, o grupo apresentou-se em 17 cidades argentinas e no Uruguai. No mesmo ano (1965) em que recebeu a Grande Medalha da Inconfidência (homenagem máxima instituída pelo governo do Estado de Minas Gerais) e a Medalha de Mérito Carlos Gomes (concedida pelo governo do Estado do Rio de Janeiro), o coro foi contratado pela Columbia Artists Management mc., de Nova York, EUA, sendo aplaudido em 40 cidades norte-americanas onde se apresentou com o nome de Coro do Brasil.
O madrigal, que recebeu a Palma de Ouro dos Diários Associados em 1957, como um dos “dez mais da música”, transformou-se em Fundação de Arte a 7 de abril de 1969 e, em 1970, mais uma vez na Europa, repetiu a consagração alcançada na primeira tournée.
Em 1972, então sob a regência de Afrânio Lacerda, o coro recebeu novamente o prêmio dos “dez mais da música”, dos Diários Associados. Como fundação de arte, desenvolve uma programação que pretende atingir as mais diversas áreas da educação musical e artística.
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